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São Gonçalo do Amarante - CE - Sexta-feira 20 de Maio de 2022 - Ano: XIV - Edição: 4.961

"Melhor maneira de economizar combustível é usar o título de eleitor em outubro", diz o jornalista Rodrigo Vianna

Rodrigo Vianna (Foto: Reprodução | Brasil 247)

O jornalista respondeu à Folha de S. Paulo, que tenta neste domingo ensinar os brasileiros a "economizar combustível para amenizar o mega-aumento"

13 de março de 2022

O jornalista Rodrigo Vianna, âncora da TV 247, respondeu neste domingo (13) a uma reportagem da Folha de S. Paulo que ensina os brasileiros a "economizar combustível para amenizar o mega-aumento". A Folha, apoiadora do golpe contra a ex-presidente Dilma Rousseff (PT), tem ligação direta com a alta dos combustíveis, principalmente porque possibilitou e apoiou a implementação da atual política de preços da Petrobrás, que atrela o preço da gasolina no Brasil ao dólar.

Em resposta, Vianna disse que "a melhor maneira de economizar combustível é usar o título de eleitor em outubro e tirar essa corja que está lá à frente do governo desde 2016. Houve uma continuidade absoluta na política econômica entre o Temer e o Bolsonaro. Houve uma mudança no estilo, porque o Temer era do estilo de quem comia com garfo e faca, e agora temos o estilo de quem come farofa derrubando no chão. Mas não muda para a maioria do povo brasileiro".

Para o jornalista, a leve recuperação que Jair Bolsonaro (PL) vinha ensaiando nas pesquisas eleitorais, se aproximando lentamente do ex-presidente Lula (PT), pode ir por água abaixo com o aumento dos combustíveis. "Está impraticável. Não se fala em outra coisa nos últimos dias. A gasolina virou o centro do debate. O Bolsonaro estava ensaiando uma recuperação de popularidade por causa do Auxílio Brasill, do vale-gás, porque está acabando a pandemia, mas vai entrar em um momento muito complicado, ainda mais quando ele diz 'eu não posso fazer nada'. Ele tem razão, ele não pode fazer nada, ele não governa. Ele é um agitador da extrema direita enquanto outros governam por ele, o Paulo Guedes e aqueles que colocaram o Paulo Guedes à frente do Ministério da Economia".

Brasil 247

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