São Gonçalo do Amarante - Ceará - Brasil - sexta-feira 22 de Junho de 2018 - Ano: X - Edição: 3.535

Chineses fazem pedido de licença ambiental para refinaria no Ceará



23/06/2018

O processo de implantação da refinaria no Ceará começa a se desenrolar. Isso porque a empresa chinesa Qingdao Xinyutian Chemical, responsável pelo projeto, procurou a Superintendência Estadual do Meio Ambiente (Semace) para obtenção da licença ambiental.

“A empresa chinesa, que criou filial no Ceará, deu entrada no projeto para o licenciamento ambiental e tem o banco chinês para financiar os investimentos e a área do Estado para a instalação da refinaria. Estamos muito empolgados”, destacou o governador Camilo Santana (PT). 

A Superintendência confirmou que a Qingdao buscou orientação sobre os procedimentos. “A empresa interessada em instalar uma refinaria no Ceará iniciou as tratativas junto à Semace no sentido de orientar sobre como proceder para obter as licenças ambientais previstas na legislação vigente no Ceará”, disse o órgão, por meio de nota. 

Tendo o projeto características semelhantes à da planta antes pretendida pela Petrobras, a interessada deverá solicitar a regularização da licença de instalação com mudança de titularidade, até então em nome da companhia. 

Apesar da comemoração do governador, ainda serão demandados aproximadamente seis anos para que a refinaria dê início às operações. 

A projeção é de Bruno Iughetti, especialista em petróleo e energia. “Se eles obtiverem todas as licenças ambientais, mais as licenças de operação, a refinaria estaria em plena carga em cinco anos. Como sabemos, esses procedimentos não saem em menos de um ano. Podemos estimar o início operacional para seis anos”. 

A operação da refinaria é dividida em duas fases. A primeira deve comportar 150 mil barris de petróleo por dia. A segunda fase dobra para 300 mil. A companhia também irá implantar uma petroquímica – destinada à produção de derivados advindos do combustível fóssil – com valor estimado de US$ 3 bilhões. 

Serão 600 hectares. Para as duas fases do equipamento são 400 hectares, além de outros 200 para a instalação da petroquímica. Os projetos, localizados no Complexo Industrial e Portuário do Pecém (Cipp), ficarão na área da Zona de Processamento e Exportação (ZPE). 

RECURSO

O Governo do Estado já assinou memorando de entendimento com o China Development Bank para financiar a refinaria. O montante de recursos é orçado em US$ 4,5 bilhões.


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LAUREZ CERQUEIRA | Queda de credibilidade no judiciário faz STF puxar rédeas da Lava-Jato



Laurez Cerqueira: Autor, entre outros trabalhos, de Florestan Fernandes - vida e obra; Florestan Fernandes – um mestre radical; e O Outro Lado do Real

22 de Junho de 2018

O ministro Luís Roberto Raivoso, aquele que anda acima da lei pisando nas nuvens com seu sapato Luiz XV, de mãos dadas com o procurador Deltan Dallagnol e o juiz Sérgio Moro, na carruagem flutuante da Lava-Jato, deve ter sentido a puxada de rédeas da Corte em duas decisões recentes: a ilegalidade da prisão em segunda instância e a absolvição por unanimidade de Gleisi Hoffmann e Paulo Bernardo.

É possível que a percepção da população, captada nas recentes pesquisas de opinião sobre o judiciário, tenha levado os jurebas a aterrissarem do sonho de semideuses.

Foram longe demais na ilegalidade. As nuvens que sustentavam a Lava-Jato viraram água, enxurrada.

Não só Luís Roberto Raivoso, mas o juiz Sérgio Moro está visivelmente nervoso. As palestrinhas nos salões foram reduzidas a pó diante da imensa repercussão internacional da prisão ilegal do ex-presidente Lula.

Sérgio Moro e o grupo de procuradores e policiais formado para a Lava-Jato convivem com a forte suspeita de serem mesmo uma articulação tucana para fins políticos partidários.

A pesquisa CNT/MDA deve ter tirado o sono de muita gente do judiciário. Se é que se incomodam com desprestígio.

Para 55,7% da população a Justiça no Brasil é (ruim ou péssima); 52,8% não confiam no Judiciário; e para 90,3% a Justiça brasileira não age de forma igual.

Os "fora da lei" deram com a carruagem na enxurrada. A Lava-Jato, que seria uma extraordinária oportunidade de combate à corrupção foi desviada para um caminho marginal e a credibilidade sucumbe no pântano da política de quinta.


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São Gonçalo do Amarante é destaque em ranking das melhores gestões do Ceará, segundo Anuário/Ipece



Eusébio, Aquiraz, São Gonçalo, Sobral e Fortaleza são destaques em ranking do Anuário e Ipece


Indicador mede qualidade das gestões municipais. Ranking e destaque no Anuário do Ceará 2018-2019, lançado na abertura do Festival Vida&Arte


22/06/2018

O Anuário do Ceará 2018-2019 foi lançado na noite desta quinta-feira, 21. O evento marcou a abertura do Festival Vida&Arte, que acontece até o dia 24, no Centro de Eventos do Ceará.

A edição traz informações essenciais para quem quer conhecer profundamente o Estado, dos pontos de vista econômico, político e social. É um guia para estudantes, pesquisadores, investidores, empresários e interessados na realidade cearense.

A editora-executiva do Anuário, Joelma Leal, destaca que a principal novidade desta edição é pesquisa exclusiva do Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (Ipece). O Índice Comparativo de Gestão Municipal (ICGM), gerado a partir da análise integrada de seis indicadores, mensura aspectos relativos à gestão fiscal, planejamento, transparência, resultado e eficiência.
"A partir desses dados, a gente tem o ranking dos 20 melhores e 20 piores municípios, nos critérios, dentre as 184 cidades cearenses. Um capítulo especial ainda homenageia os 90 anos do O POVO, completados no dia 7 de janeiro", frisou Joelma.

A formulação dos pesquisadores tem como objetivo fornecer subsídios para o aperfeiçoamento e planejamento da gestão pública. 

O editor-chefe do Anuário, Jocélio Leal, antecipou as gestões com melhor desempenho, durante discurso no lançamento: Eusébio, Aquiraz, São Gonçalo do Amarante, Sobral e Fortaleza.

"Entregamos hoje aos cearenses um novo parâmetro para a medição de gestões municipais. A parceria com o Ipece é um novo marco editorial de extrema importância", disse Jocélio, acentuando a participação do economista Cláudio Ferreira Lima, consultor editorial da publicação.

Personalidades

A presidente do Grupo de Comunicação O POVO, jornalista Luciana Dummar, agradeceu a presença de "tantos amigos" na noite de abertura do Festival Vida&Arte e lançamento do Anuário do Ceará 2018-2019. Empresários, políticos, artistas e personalidades da sociedade cearense estiveram no evento.

O Anuário já teve diversas configurações em seus 159 anos. "É a publicação mais antiga do Estado, um patrimônio, uma referência. E neste ano o lançamento acontece dentro do Festival Vida&Arte, que resgata e valoriza a nossa cultura e nossa gente", comemorou o governador Camilo Santana.

"É extremamente importante para a sociedade cearense porque, além de política e economia, fala de cultura e formação. Hoje é incorporado pelo melhor jornal que nós temos, que é o jornal O POVO", completou o senador Eunício Oliveira, presidente do Congresso Nacional. 


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Prometido para 2014, o Roboanel de São Paulo só ficará pronto em 2019



Foco de um dos maiores escândalos de corrupção já registrados no estado de São Paulo e alvo da Lava Jato, o Rodoanel prossegue acumulando atrasos; o novo prazo estipulado pelo governo do estado é que as obras sejam concluídas só em 2019; pretensa vitrine da candidatura Alckmin, o Rodoanel, com seu volume de problemas, vai se tornando ‘vidraça’


22 DE JUNHO DE 2018

Foco de um dos maiores escândalos de corrupção já registrados no estado de São Paulo e alvo da Lava Jato, o Rodoanel prossegue acumulando atrasos. O novo prazo estipulado pelo governo do estado é que as obras sejam concluídas só em 2019. Pretensa vitrine da candidatura Alckmin, o Rodoanel, com seu volume de problemas, vai se tornando ‘vidraça’.

A reportagem do Jornal Folha de S. Paulo mostra que a primeira parte do projeto (o trecho entre as rodovias Bandeirantes e Fernão Dias) ficaria pronta até o mês de julho e a segunda etapa (da Fernão Dias à Dutra), em novembro, “mas agora as duas datas foram adiadas e os trechos só serão entregues em 2019 9 (...) na gestão do governador que será eleito neste ano.” ​

A Folha informa que a Dersa, empresa do governo do estado responsável por obras viárias, “diz que o atraso de repasses federais e a judicialização nas desapropriações são responsáveis pelos atrasos na obra.”

“A construção tem hoje 84% de sua execução concluída. Os lotes mais atrasados são os 1 e 6, que conectarão a via com os já existentes trechos oeste (na altura da rodovia dos Bandeirantes) e leste (na ligação com a Dutra) do Rodoanel.”


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Taberna Beach - Pecém - SGA apresenta Brenda & Bárbara - Neste sábado 23/06/2018


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Ampliação do Hospital de São Gonçalo do Amarante já está com 75% das obras concluídas



21/06/2018

​Já está com 75% das obras concluídas a ampliação do Hospital de São Gonçalo do Amarante.

Com investimento de R$ 6.919.171,65 as novas instalações oferecerão 96 leitos, com Centro Cirúrgico e Obstétrico, ala de Atendimento Pediátrico específico e Serviço de Emergência.

Depois de ampliado a unidade será referencia modelo no Estado funcionando com instalações amplas e bem divididas, sendo todos os ambientes bem iluminados, arejados e confortáveis onde serão prestados serviços de excelência em saúde publica, uma das prioridades do Governo Municipal.

Por: Assessoria de Comunicação

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Sérgio Moro "descobre" que a Farsa Jato constrangeu testemunhas para montar caso contra Lula



21/06/2018 - O escândalo não é exatamente uma novidade. Foi reportado pela primeira vez em furo jornalístico do Conjur. Em abril de 2016, o portal divulgou gravação em que agentes da Lava Jato em Curitiba aparecem constrangendo testemunhas para montar uma denúncia contra Lula envolvendo o sítio de Atibaia. Nesta semana, uma delas depôs diante do juiz Sergio Moro e confirmou os relatos de abusos praticados na origem da investigação.

A esposa e filho de 8 anos de Lietides Pereira Vieira foram retirados de sua residência e levados por policiais armados e procuradores de Curitiba, entre eles o doutor Januário Paludo, para o sítio de Atibaia. Detalhe: sem nenhuma ordem de condução coercitiva, nem outro tipo de mandado, nem "papel nenhum", segundo Leitides. No sítio, a mulher foi interrogada sobre as faxinas que fazia no espaço, pagas por Fernando Bittar, o proprietário. Quiseram saber o que ela poderia falar sobre Lula.

"Isso é sequestro. É coação de testemunha. Isto é o que nós temos denunciado nesta casa, o que acontece diariamente nesta ‘República de Curitiba’ por esses juízes e procuradores que rasgaram a Constituição e perderam o limite, perderam qualquer escrúpulo diante da sua sanha criminosa de perseguir a tudo e a todos em busca de seus objetivos", disparou o deputado federal Paulo Pimenta (PT) na Câmara, na quarta (20), após tomar conhecimento do relato.

Leitides - que é irmão do caseiro do sítio, Élcio Pereira Vieria, mais conhecido como Maradona - disse a Moro que os procuradores e policiais esperaram ele sair de casa para levar a esposa e filho. "Não é bem que ela concordou, eles levaram ela. Disseram: 'Você vai ter que ir depôr."

Ele citou a presença do "doutor Paludo", em referência a Januário Paludo, procurador da Lava Jato, e relatou ainda que o filho faz tratamento psicológico com a pediatra até hoje. "Ele ficou muito tenso. Ele adoeceu. Por 8 dias, ele dormiu atracado comigo no meu pescoço, com medo."

Paludo é o procurador que Moro usou para manter os bens de Lula bloqueados, conforme mostrou o GGN nesta matéria aqui. Ele também assinou o parecer do MPF que insistia em ouvir os grampos ilegais feitos no escritório da defesa de Lula. Junto com Paludo, foram atrás das testemunhas Athayde Ribeiro, Roberson Pozzobon e Julio Noronha.

Sergio Moro se disse "surpreso", mas não foi com só com o relato de possível abuso de autoridade, mas sim com o fato de que a testemunha revelou o episódio em audiência na Justiça Federal, enquanto era questionada pela defesa de Fernando Bittar. Moro deixou no ar a suspeita de que a defesa poderia ter preparado a testemunha.

O procurador de Curitiba que senta ao lado de Moro nas audiências demonstrou evidente incômodo com a "descoberta". Quando a defesa de Bittar relatou que tinha um e-mail com o nome dos procuradores e seus respectivos telefones - deixado pelos mesmos com outro irmão de Maradona, que também foi assediado - o procurador (não identificado) tentou abafar o microfone com a mão para soprar algo a Moro. Só é possível ouvir com clareza as palavras "pronta" e "testemunha".

Diante do grave relato, Moro suspendeu o depoimento e prometeu investigar o caso. Deu prazo de 5 dias para explicações do Ministério Público e PF.

Mas não é como se Moro não tivesse ouvido esses relatos de abuso antes. Ele só não "lembrava", mas a defesa de Bittar também destacou o depoimento em que Maradona, o caseiro, também detalhou a abordagem agressiva dos agentes da Lava Jato.

Seu outro irmão, Edivaldo Pereira Vieira, um "faz tudo" no sítio, apareceu sendo pressionado pelos procuradores em duas gravações que foram reveladas pelo Conjur em abril de 2016. A reportagem já foi citada pela defesa de Bittar nas audiências com Moro.

Segundo o UOL desta quarta (20), Edivaldo também relatou o "constrangimento" que sofreu pela pressão dos procuradores no depoimento que prestou na 13ª Vara de Curitiba, ocasião em que o advogado Alberto Toron ressaltou que ele fora interrogado em sua casa, "sem mandado, sem nada".

Moro, em defesa da Lava Jato, perguntou: "É ilegal, doutor, inquirir a testemunha na casa dela?" Toron respondeu que é o magistrado quem vai decidir. Resta saber como o fará em processo que envolve Lula.

Na ação penal da Operação Integrada - que envolve propina a agentes do governo do Paraná - Moro mandou anular o depoimento do ex-assessor da Casa Civil de Beto Richa, que confessou que recebeu, por meio de suas empresas, recursos supostamente ilícitos para a campanha do tucano.

Ali, Moro argumentou que achou um erro que o depoimento tenha sido tomado na casa do ex-assessor de Richa sem que ele tivesse ouvido seus direitos sobre não ser obrigado a responder nada e sobre ter direito à presença de um advogado.

Esses direitos foram mencionados às testemunhas do caso do sítio? Tudo indica que não.

Moro vai considerar que a investigação foi contaminada por ilegalidades?


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Para condenar Lula, Lava Jato coagiu uma mulher e seu filho de 8 anos para tomar depoimento sem mandato e sem advogado



O volume de ilegalidades que envolve investigações referentes ao ex-presidente Lula chegou a um nível insuportável, de violação flagrante e abusiva de direitos humanos; o deputado Paulo Pimenta (PT-RS) denunciou o fato de policiais federais e procuradores da força-tarefa da Lava Jato coagirem uma mulher e seu filho de 8 anos para tomar depoimento dela sem mandado e sem presença de advogado


21 DE JUNHO DE 2018

Do site PT na Câmara - Em pronunciamento na tribuna da Câmara, nesta quarta-feira (20), o líder do PT na Câmara, deputado Paulo Pimenta (PT-RS), denunciou novamente um abuso cometido por integrantes da Operação Lava Jato, na investigação do sítio de Atibaia.

Pimenta informou que policiais federais e procuradores da força-tarefa da Lava Jato coagiram uma mulher e seu filho de 8 anos ao tomar depoimento dela sem mandato, sem presença de advogado, às 6h da manhã e dentro do sítio cuja propriedade é falsamente atribuída ao ex-presidente Lula. “Isso é sequestro. É coação de testemunha. Isto é o que nós temos denunciado nesta casa, o que acontece diariamente nesta ‘República de Curitiba’ por esses juízes e procuradores que rasgaram a Constituição e perderam o limite, perderam qualquer escrúpulo diante da sua sanha criminosa de perseguir a tudo e a todos em busca de seus objetivos”.

O fato ocorreu em meados de 2016, mas a denúncia foi feita ao juiz Sérgio Moro nesta quarta-feira por Lietides Pereira Vieira, irmão do caseiro do sítio e esposo da mulher sequestrada junto com o filho do casal, que desde então passa por tratamento psicológico. Moro determinou que seja apurado se houve abuso de autoridade no episódio. “Para o juiz Sérgio Moro suspender o depoimento e determinar que se abra uma investigação sobre abuso de autoridade dos procuradores e policiais federais envolvidos neste fato, imaginem o que deve ter sido isso”, enfatizou Pimenta, que à época apresentou denúncia, junto com o deputado Wadih Damous (PT-RJ), contra os procuradores envolvidos.

“Submeteram esta senhora a um interrogatório, sem a presença de advogados. Ela não foi levada para uma delegacia de polícia. Ela não foi levada para uma repartição do Ministério Público Federal. Ela foi levada de casa, por um grupo de procuradores e policiais federais, e sozinha no sítio com uma criança de 8 anos foi submetida a um interrogatório ilegal e criminoso”, continuou Pimenta, destacando que a criança chorou abraçada à mãe durante todo o depoimento ilegal, diante de policiais armados.

“Como vocês querem que nós possamos classificar esta atitude? Como os senhores e as senhoras querem explicar, dentro do Estado democrático de Direito, que tamanha arbitrariedade possa ser repetida tantas vezes com pessoas adultas e agora também contra crianças, sem que nenhuma providência seja tomada?”, questionou o líder, dirigindo-se aos parlamentares presentes no plenário.

“Fico espantado com a passividade de alguns tão corajosos para falar sobre determinadas coisas, e tão covardes diante das arbitrariedades criminosas não do poder Judiciário, não do Ministério Público, mas, infelizmente, de um grupo de procuradores e juízes que se colocam acima da lei e que fazem da sua atividade profissional um ato permanente de disputa política de um projeto de nação, que têm como objetivo principal destruir a vida e a reputação do maior líder popular da história desse País”, frisou o parlamentar gaúcho.

“Aqueles que bradam contra uma lei de abuso de autoridade deveriam colocar a mão nas suas consciências e ter a coragem de enfrentar isso porque senão serão cúmplices da história das mortes, das perseguições, das reputações destruídas”, sugeriu Pimenta.

“Esse Parlamento tem o dever de levantar uma voz e dizer basta! Em defesa da democracia e do Estado democrático de Direito, basta aos desmandos da Lava Jato!”, cobrou o líder da bancada petista.

Representação – Em discurso complementar ao do líder, Damous disse na tribuna que a representação contra os procuradores data de 3 de maio de 2016. “Esses procuradores são useiros e vezeiros em se valer de práticas arbitrárias fascistas de coação bem ao estilo Lava Jato”, criticou o ex-presidente da OAB-RJ.


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Oportunidades de empregos em São Gonçalo do Amarante 21/06/2018


OCUPAÇÕES
QTDE.VAGAS
Assistente administrativo
02
Encarregado de operações portuárias
01
Inspetor de equipamentos
01
Mecânico de auto em geral
01
Motorista de perua
02
Supervisor de lingotamento
01

PESSOA COM DEFICIÊNCIA
OCUPAÇÕES
QTDE.VAGAS
Auxiliar operacional de logística
01

Os interessados devem procurar a unidade do SINE/IDT

Em São Gonçalo do Amarante
Av. Coronel Neco Martins, 236 – Centro
Fone :(85) 3315.7369

Em Pecém
Rua Francisco Câncio, S/N – Centro
Fone :(85) 3315.1375

As informações sobre as vagas não são dadas por telefone. Todas as informações estão sujeitas à alteração. 


Fonte: Sine/IDT
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Globo vai voltar da Copa do Mundo direto para o Cemitério do Caju



Gigantes americanos levam Globo ao cemitério
  
21/06/2018

Olá, tudo bem?

Esse podcast é sobre o velório da Globo.

Não se trata do velório do pezinho do Neymar.

Nem é por conta do corte de cabelo do Neymar e sua correção diária, como o preço dos combustíveis do Pedro Malan Parente...

Trata-se da notícia dessa quarta-feira, 20 de junho.

A Disney comprou a Fox do Murdoch.

A Disney já é dona da ESPN, que tem direitos exclusivos sobre eventos esportivos.

A Fox também controla eventos esportivos.

Essa notícia se soma a outra, da semana passada, quando a maior operadora de telefonia do mundo (fora da China), a americana AT&T, comprou uma das maiores produtoras de conteúdo, a americana Time-Warner.

A AT&T já é proprietária da TBS e da EImaxx, que também opera no mercado de eventos esportivos.

A Globo volta da Copa direto para o Cemitério do Caju.

Ou São João Batista, como preferirem os filhos do Roberto Marinho.

Como o Brasil se tornou uma República Federativa da Cloaca, não haverá, nos próximos tempos, uma lei que regule a penetração desses gigantes do oligopólio americano sobre o mercado brasileiro de conteúdo e publicidade.

Isso aqui é uma terra arrasada!

Não esquecer da Netflix, da Amazon, do YouTube, Google, etc., etc., etc...

A própria Globo, para manter seu monopólio, conseguiu fazer com que a lei que regula a rádio-difusão no Brasil seja a mesma que o grande presidente João Goulart sancionou - a contragosto - em 1962!

1962!

Não tem lei para se proteger da Globo, não tem lei para proteger a Globo da AT&T e da Disney.

O americanos têm uma plateia mundial.

Eles tem direitos sobre os campeonatos da Inglaterra, Espanha, Itália e Alemanha, com audiência mundial.

E a Champions League!

O Brasileirinho da Globo – comprado da forma imaculada que se conhece… - não interessa nem ao espectador… brasileiro!

A Globo não tem bala para competir com a Disney e a AT&T na disputa por direitos de eventos esportivos.

E sem eventos esportivos, a Globo se lança irreversivelmente nas profundezas de um prejuízo irrecuperável.

A Globo morre do próprio veneno.

Nem o árbitro de vídeo do Galvinho e do Arnaldo pode salvá-la!


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Vem aí a CPI da máfia das delações premiadas para investigar a ‘Farsa Jato’



Numa reviravolta dupla e pressionados pela imprensa golpista, deputados da base do golpe tentaram retirar as assinaturas de apoio à CPI da Máfia das Delações, mas o regimento da câmara impediu procedimento tão simples; eles foram, então, obrigados a protocolar outro requerimento - agora para impedir a instalação da CPI - mas não conseguiram assinaturas


21 DE JUNHO DE 2018

Numa reviravolta dupla e pressionados pela imprensa tradicional, deputados da base do golpe tentaram retirar as assinaturas de apoio à CPI da Máfia das Delações, mas o regimento da câmara impediu procedimento tão simples. Eles foram, então, obrigados a protocolar outro requerimento, para impedir a instalação da CPI, mas não conseguiram assinaturas.

“Mesmo após um esforço concentrado, deputados não conseguiram o número necessário de assinaturas para impedir a instalação da Comissão de Inquérito Parlamentar (CPI) com foco na Operação Lava Jato. Eles, no entanto, protocolaram um requerimento na Câmara com esse pedido. Após a repercussão negativa e da pressão de integrantes de juízes e procuradores, deputados voltaram atrás e decidiram retirar o apoio para a criação da CPI proposta pelo PT e que tem como objetivo investigar denúncias de irregularidades relacionadas a delações premiadas fechadas no âmbito da investigação.

Pelo regimento da Casa, no entanto, os deputados não poderiam simplesmente retirar as assinaturas, era necessário apresentar um novo requerimento, assinado por metade mais um dos deputados que haviam endossado o pedido anterior, o que dava 96 assinaturas. A coleta para o novo requerimento foi comandada pelo deputado Júlio Delgado (PSB-MG). Segundo a assessoria do parlamentar, até a tarde desta quarta-feira, 20, cerca de 90 deputados haviam assinado o documento, mas, mesmo assim, a peça foi protocolada para "marcar posição".

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Aécio Neves recebia 2% dos Contratos do Banco do Brasil no desgoverno de FHC afirma Marcos Valério



Delação do empresário Marcos Valério é bombástica e atinge não apenas o senador Aécio Neves (PSDB-MG), como também o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso; no acordo, fechado com a Polícia Federal, Valério sustenta que suas agências de publicidade participaram do financiamento ilegal da atividade política de Aécio desde os anos 90; ele afirma ainda que o tucano recebia 2% do faturamento bruto dos contratos do Banco do Brasil no governo FHC; Valério também sustenta que parte dos recursos desviados da campanha pela reeleição de Eduardo Azeredo (PSDB-MG), em 1998 — no processo que ficou conhecido como mensalão mineiro — abasteceu caixa 2 da campanha de Aécio a deputado federal


20 DE JULHO DE 2017

Marcos Valério, que teve sua proposta de delação rejeitada pelo Ministério Público Estadual de Minas Gerais (MP-MG), fechou um acordo de colaboração premiada com a Polícia Federal (PF). Por citar políticos com foro privilegiado, o acordo aguarda a homologação do Supremo Tribunal Federal (STF).

O delator relatou bastidores de operação para retirar da CPMI dos Correios, em 2005, documentos sobre a relação do Banco Rural com tucanos em Minas, tema que já é alvo de inquérito no STF, motivado por delação do ex-senador Delcídio Amaral. A operação teria contado com a participação dos então subrelatores da CPMI Carlos Sampaio (PSDB-SP) e Eduardo Paes (à época no PSDB-RJ). Integrantes do Banco Rural teriam escondido documentos no Uruguai.

(...)

No acordo, entre outras coisas, Valério sustenta que suas agências de publicidade participaram do financiamento ilegal da atividade política de Aécio desde os anos 90. Afirma que o tucano recebia 2% do faturamento bruto dos contratos do Banco do Brasil no governo FH, valores que seriam pagos por meio de Paulo Vasconcelos, citado como representante de Aécio junto à empresa.

Valério também sustenta que parte dos recursos desviados da campanha pela reeleição de Eduardo Azeredo (PSDB-MG), em 1998 — no processo que ficou conhecido como mensalão mineiro — abasteceu caixa 2 da campanha de Aécio a deputado federal.

O operador cumpria pena de 37 anos de prisão pela ação do mensalão na Penitenciária Nelson Hungria, em Contagem (MG), e foi transferido na segunda-feira para a Associação de Proteção e Assistência a Condenados (Apac), em Sete Lagoas (MG), a pedido da PF. A transferência para a unidade — que propõe atendimento humanizado de presos e tem vagas limitadas — era solicitada desde o ano passado por seus advogados, mas não havia vagas.


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“Temer, Aécio e Moro levarão ao túmulo alcunha de traidores da Pátria”



"Imagine você morrer e levar junto à alcunha de Traidor Da Pátria. Temer, Aécio, juízes, artistas, atletas, jornalistas etc...imagina o livro: Os Maiores Traidores da História do Brasil. Melhor morrer na solidão silenciosa, que levar com a alma, a traição feita a sua nação", disse o ex-jogador Juninho Pernambucano pelo Twitter


20 DE JUNHO DE 2018

O ex-jogador de futebol Juninho Pernambucano afirmou nesta quarta-feira, 20, que Michel Temer e o senador Aécio Neves, dois dos principais personagens do golpe parlamentar de 2016, levarão para o túmulo a peça de "traidores da Pátria".

"Imagine você morrer e levar junto à alcunha de Traidor Da Pátria. Temer, Aécio, juízes, artistas, atletas, jornalistas etc...imagina o livro: Os Maiores Traidores da História do Brasil. Melhor morrer na solidão silenciosa, que levar com a alma, a traição feita a sua nação", disse Juninho Pernambucano pelo Twitter.


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Sérgio Moro e a 'Farsa Jato' sofreram duas derrotas fragorosas no STF em menos de uma semana



Sérgio Moro e a Lava Jato sofreram duas derrotas fragorosas no STF em menos de uma semana: na última quinta, Supremo acabou com o terrorismo judicial das conduções coercitivas; ontem, por 5 a 0, a absolvição de Gleisi Hoffmann da acusação de corrupção num processo que beirou o nonsense, mas se arrastou por quatro anos com uma campanha histérica da imprensa conservadora


20 DE JUNHO DE 2018

Foram duas derrotas fragorosas de Sérgio Moro e sua Lava Jato no STF em menos de uma semana: na última quinta (14), por 6 votos a 5, o Supremo acabou com o terrorismo judicial das conduções coercitivas, cujo maior exemplo foi o verdadeiro sequestro de Lula pela Lava Jato em 4 março de 2016 e que se tornaria num dos ícones da operação; e ontem, por 5 a 0, a absolvição da presidente do PT, senadora Gleisi Hoffmann da acusação de corrupção num processo que beirou o nonsense, mas se arrastou por quatro anos com uma campanha histérica da imprensa conservadora.

O veredito do presidente da Segunda Turma do STF ontem praticamente enterrou a indústria das delações premiadas criada em Curitiba: “São tantas as incongruências e inconsistências nas delações premiadas que elas se tornam imprestáveis para sustentar qualquer condenação”, disse Ricardo Lewandowski. Na sessão sobre as conduções coercitivas, o ministro Marco Aurélio desnudou o caráter arbitrário e violento da medida amplamente utilizada pela Lava jato: "Não há dúvida que a condução coercitiva implica cerceio à liberdade de ir e vir. Ocorre mediante a ato de força, praticado pelo Estado em razão de um mandado".

Ainda é cedo para estabelecer que o reinado da Lava Jato está liquidado. Depois de quatro anos de Lava Jato, o STF começa a dar os primeiros passos para frear os abusos denunciados por criminalistas e ativistas dos direitos humanos ao longo da operação. Mas o teste decisivo acontece no julgamento do recurso que pede a liberdade de Lula, no próximo dia 26.

Há reações estridentes das forças que sustentam a Lava Jato e o golpe de 2016. O Globo e Valor Econômico, jornais da família Marinho, abriram duas páginas hoje (20) para o ministro Luís Roberto Barroso, do STF, com o objetivo de tentar salvar Sérgio Moro e a Lava Jato e pressionar o Supremo para que não liberte Lula no próximo dia 26. Ao mesmo tempo, o jornal O Estado de S.Paulo lançou uma campanha de desinformação na qual procura confundir a CPI das Delações Premiadas como se fosse uma CPI da Lava Jato com o objetivo de impedir que o Congresso Nacional investigue o submundo das delações obtidas sob chantagem, tortura psicológica ou em troca de redução de penas e liberação de milhões e milhões de reais obtidos ilicitamente.


Brasil 247
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Presidenta eleita Dilma Rousseff denuncia prisão política de Lula na Inglaterra



Presidenta eleita Dilma Rousseff recebeu a solidariedade internacional de entidades sindicais, ao participar, na Inglaterra, do Congresso da UNI Global Union, organização que reúne mais de mil sindicatos de trabalhadores do setor de serviços de 150 países; "Nosso candidato é Luiz Inácio Lula da Silva e a eleição de outubro é a condição inicial para haver um acordo no Brasil para que nós nos reencontremos e possamos unir novamente o país", discursou


20 DE JUNHO DE 2018

Presidenta eleita Dilma Rousseff recebeu nesta terça-feira 20 a solidariedade internacional de entidades sindicais, ao participar, na Inglaterra, do Congresso da UNI Global Union, organização que reúne mais de mil sindicatos de trabalhadores do setor de serviços de 150 países. "Nosso candidato é Luiz Inácio Lula da Silva e a eleição de outubro é a condição inicial para haver um acordo no Brasil para que nós nos reencontremos e possamos unir novamente o país", discursou.

Ela foi ovacionada por 2,5 mil trabalhadores de todo o mundo, aos gritos de "Lula Livre", segundo texto publicado em seu site. Ela ressaltou também em sua fala que os líderes políticos que promoveram o golpe no Brasil têm hoje um grande problema: seus candidatos não chegam a obter 10% das intenções de votos nas pesquisas. "O golpe se desmoralizou", disse.

Dilma agradeceu o apoio e aproveitou o discurso para denunciar a agenda de retrocessos no país, desde o golpe ocorrido em 2016. "O golpe foi contra os trabalhadores e os direitos sociais", destacou. Ela disse que a precarização dos direitos dos trabalhadores é resultado direto da agenda promovida pelo governo de Michel Temer.

Ela recebeu das mãos da nova secretária-geral da UNI Global Union, Christy Hoffmann, uma placa em homenagem a Lula. Emocionada, ela reiterou a candidatura de Lula à Presidência da República, denunciou a prisão política do ex-presidente e agradeceu o apoio dos sindicalistas internacionais, que assinaram petição pela liberdade do líder brasileiro. "A prisão de Lula é mais uma etapa do golpe no Brasil", apontou.

Pela manhã, Dilma esteve reunida com professores das universidades de Leeds, Cambridge, Manchester e Liverpool para falar sobre os retrocessos ocorridos no Brasil desde o processo de impeachment sem crime de responsabilidade ocorrido em 2016, quando ela foi afastada do governo.

"Há uma agenda de retrocessos sem precedentes no Brasil", disse. Ela listou os cortes nos investimentos, a imposição do teto nos gastos sociais e a reforma trabalhista, além da venda de ativos de empresas estratégicas brasileiras, como a Eletrobras, a Embraer e a Petrobras.


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Luís Roberto Barroso, porta-voz de Sérgio Moro e da Globo, pressiona STF contra Lula Livre



O Globo e Valor Econômico, jornais da família Marinho, abriram duas páginas para o ministro Luís Roberto Barroso, do STF, com o objetivo de salvar Sérgio Moro da vala de descrédito em que ele e a Lava Jato se enfiaram e pressionar o Supremo para que não liberte Lula no próximo dia 26; é uma situação curiosa na qual ministro da suprema corte torna-se porta-voz de um juiz de primeira instância sob patrocínio do grande oligopólio de comunicação do país


20 DE JUNHO DE 2018

Os jornais O Globo e Valor Econômico da família Marinho abriram duas páginas hoje (20) para o ministro Luís Roberto Barroso, do STF, com o objetivo de salvar Sérgio Moro da vala de descrédito em que ele e a Operação Lava Jato se enfiaram e pressionar o Supremo para evitar que a Corte decida-se por libertar Lula no próximo dia 26. É uma situação curiosa na qual ministro da suprema corte torna-se porta-voz de um juiz de primeira instância sob patrocínio do grande oligopólio de comunicação do país.

As frases de Barroso destacadas pelos jornais dos Marinho são exemplares:  "Sobre a atuação do juiz Sergio Moro, acho que ele é um juiz competente, técnico, sério e que serviu muito bem ao país. Já estive em mais de um evento com ele e não acho que seja uma pessoa deslumbrada. Pelo contrário, acho que é uma pessoa séria e discreta. Todos nós estamos sujeitos a erros, não estou dizendo que ele acerte sempre, porque ninguém acerta sempre. Mas acho que ele, sobretudo fora do Brasil, passou a desempenhar um pouco o papel simbólico do enfrentamento da corrupção em um Estado em que ela havia se tornado sistêmica. Acho que esse símbolo é relevante".

O texto publicado em O Globo e reproduzido no Valor Econômico é todo escrito de maneira editorializada e busca caracterizar a Operação Lava Jato aos moldes de um conto de fadas, onde Moro faz o papel de herói na luta contra os "maus", o PT. Diz a reportagem: "Principalmente depois de ter condenado o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Moro tornou-se alvo de dirigentes do PT e militantes do partido".

As duas páginas dedicadas a Barroso têm, no fim das contas, o objetivo de pressionar a Segunda Turma do STF (da qual Barroso não faz parte) para que não tome uma decisão pela liberdade de Lula no julgamento marcado para a próxima terça (26). Presidido por Ricardo Lewandowski, o colegiado é composto também por Edson Fachin (relator da Lava Jato no STF), Dias Toffoli, Gilmar Mendes e Celso de Mello. Barroso, na reportagem, faz uma dança cínica com os  repórteres. Primeiro diz que "não vou opinar sobre o mérito do julgamento de colegas na próxima semana e, a seguir, entra no mérito (!). Leia:

"Barroso evitou comentar o caso da condenação de Lula, mas reforçou que a sentença foi confirmada por três desembargadores do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), que analisaram o recurso apresentado pela defesa do ex-presidente. 'No caso específico do presidente Lula, não vou opinar sobre o mérito, porque não li e não opino sobre o mérito de decisões que não passaram sob a minha jurisdição. Apenas lembraria que ela [decisão] foi revista em tribunal por três juízes igualmente sérios e competentes. Não estou dizendo que ela está correta ou não está correta, até porque erros acontecem na vida, inclusive erros no Judiciário. Mas a decisão dele [Moro] foi confirmada pelo tribunal superior por unanimidade', destacou."

Porta-voz de Moro, Barroso não se furtou a criticar abertamente os ministros do STF, no mesmo espírito "conto de fadas" da Globo: "A opinião positiva sobre Moro, adverte, não se estende a todos os colegas de Corte: 'No Supremo também existe uma divisão entre os que desejam empurrar a história, acreditando que estamos criando um novo país, uma nova ordem, e os que têm pactos profundos com a velha ordem. Portanto, todo processo de transformação vive resistências. E essas pessoas da velha ordem têm aliados em toda parte.'"

Os próximos dias serão de uma guerra aberta, com as Organizações Globo pressionando e chantageando os ministros do STF para impedir que Lula seja libertado. A campanha mobiliza todos os veículos e noticiários do grupo, a começar pelo Jornal Nacional, e deve se radicalizar depois da derrota de Moro, dos Marinho e do Barroso nos 5 a 0 que, na noite de ontem, inocentou a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, depois de dois anos de campanha aberta e agressiva contra ela movida pelo consórcio Marinho/Moro.


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