São Gonçalo do Amarante - Ceará - Brasil - terça-feira 27 de junho de 2017 - Ano: IX - Edição: 3.169 - Visualizações: 16.810.098 - Postagens: 31.078

Rodrigo Janot denuncia Michel Temer ao STF por corrupção passiva. Câmara vai decidir se autoriza ou não

 Conforme previsto, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, apresentou ao Supremo Tribunal Federal nesta segunda-feira 26 uma denúncia contra Michel Temer por corrupção passiva; o ex-deputado Rodrigo Rocha Loures, homem da mala de Temer, que recebeu R$ 500 mil em dinheiro da JBS, também foi denunciado; Temer é investigado em caso de pagamento de propina da empresa; agora o STF aciona a Câmara, que vai decidir se autoriza ou não o prosseguimento da denúncia; após a votação, se o plenário da Corte decidir aceitar a denúncia, Temer vira réu e terá de se afastar do cargo por até 180 dias


26 DE JUNHO DE 2017

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, apresentou ao Supremo Tribunal Federal nesta segunda-feira 26 uma denúncia contra Michel Temer por corrupção passiva.

A denúncia tem como base as investigações sobre a relação de Temer com a JBS, do empresário Joesley Batista.

Agora o ministro Edson Fachin, do STF, aciona a Câmara, que vai decidir se autoriza ou não o prosseguimento da denúncia - é necessária a aprovação de dois terços dos 513 deputados. Após a votação, se o plenário do Supremo decidir aceitar a denúncia, Temer vira réu e terá de se afastar do cargo por até 180 dias.

O ex-deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), homem da mala de Temer, que recebeu R$ 500 mil em dinheiro da JBS a pedido do presidente, também foi denunciado. Os investigadores acreditam que o dinheiro teria Temer como destino final.

Além do crime de corrupção passiva, Janot apontou indícios de organização criminosa cometidas por Temer, Rocha Loures e o ex-ministro Geddel Vieira Lima. O procurador-geral também quer abrir um novo inquérito contra Temer sobre o esquema nos portos.

Leia mais na Agência Brasil:

PGR denuncia Temer por crime de corrupção passiva

André Richter - O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, denunciou hoje (26) o presidente Michel Temer ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelo crime de corrupção passiva. A acusação está baseada nas investigações iniciadas a partir do acordo de delação premiada da JBS. O áudio da conversa gravada pelo empresário Joesley Batista, um dos donos da empresa, com o presidente, em março, no Palácio do Jaburu, também é uma das provas usadas no processo. Procurado pela reportagem, o Palácio do Planalto ainda não se manifestou sobre a denúncia.

O ex-deputado federal Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) também foi denunciado pelo procurador pelo mesmo crime. Loures foi preso no dia 3 de junho por determinação do ministro Edson Fachin. Em abril, Loures foi flagrado recebendo uma mala contendo R$ 500 mil, que teria sido enviada pelo empresário Joesley Batista, dono da JBS.

Para o procurador, Temer usou Rocha Loures para receber vantagens indevidas. "Entre os meses de março a abril de 2017, com vontade livre e consciente, o Presidente da República Michel Miguel Temer Lulia, valendo-se de sua condição de chefe do Poder Executivo e liderança política nacional, recebeu para si, em unidade de desígnios e por intermédio de Rodrigo Santos da Rocha Loures, vantagem indevida de R$ 500.000 ofertada por Joesley Batista, presidente da sociedade empresária J&F Investimentos S.A., cujo pagamento foi realizado pelo executivo da J&F Ricardo Saud", diz a denúncia apresentada por Janot.

Câmara precisa autorizar

Mesmo com a chegada da denúncia, o STF não poderá analisar a questão antes de uma decisão prévia da Câmara dos Deputados. De acordo com a Constituição, a denúncia apresentada contra Temer somente poderá ser analisada após a aceitação de 342 deputados, o equivalente a dois terços do número de deputados da Câmara.

A denúncia foi enviada ao gabinete do ministro Edson Fachin, relator da investigação envolvendo o presidente. O ministro poderá conceder prazo de 15 dias para manifestação da defesa antes de enviá-la para a Câmara. A formalidade de envio deverá ser cumprida pela presidente do STF, Cármen Lúcia.

Se a acusação for admitida pelos parlamentares, o processo voltará ao Supremo para ser julgado. No caso de recebimento da denúncia na Corte, o presidente se tornará réu e será afastado do cargo por 180 dias. Se for rejeitada pelos deputados, a denúncia da PGR será arquivada e não poderá ser analisada pelo Supremo.

A regra está no Artigo 86 da Constituição Federal. "Admitida a acusação contra o presidente da República, por dois terços da Câmara dos Deputados, será ele submetido a julgamento perante o Supremo Tribunal Federal, nas infrações penais comuns, ou perante o Senado Federal, nos crimes de responsabilidade".

Durante a investigação, a defesa de Temer questionou a legalidade das gravações e os benefícios concedidos ao empresário Joesley Batista pela PGR na assinatura do acordo de delação premiada. Os advogados de Loures afirmam que a prisão é ilegal e que o ex-deputado não fará delação premiada.

"Nada nos destruirá"

Em discurso no Palácio do Planalto, na manhã de hoje (26), o presidente Michel Temer disse que a agenda de reformas proposta pelo governo é a "mais ambiciosa" dos últimos tempos. "Não há plano B. Há que seguir adiante. Portanto nada nos destruirá. Nem a mim nem a nossos ministros", disse.


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Relatório da Polícia Federal conclui que Temer atuou para obstruir investigações


CAMILA MATTOSO
LETÍCIA CASADO
REYNALDO TUROLLO JR.
DE BRASÍLIA

26/06/2017

Relatório final da Polícia Federal, entregue ao STF (Supremo Tribunal Federal), afirma que o presidente Michel Temer atuou para embaraçar investigações. O documento diz ainda que Temer deixou de comunicar as autoridades sobre suposta corrupção de membros do Judiciário e do Ministério Público.

Os delegados entenderam que o presidente incentivou a continuação de pagamentos para Eduardo Cunha, ex-presidente da Câmara, no sentido de que ele ficasse em silêncio.

O relatório da PF sobre as relações de Temer com a JBS foi enviado ao tribunal na tarde desta segunda (26).

A polícia também concluiu que houve crime cometido pelo ex-ministro Geddel Vieira Lima, por ele ter manifestado interesse em manter pagamentos a Lucio Funaro, apontado como operador de Cunha.

Sobre Temer, a PF afirma que ele atuou "por embaraçar investigação de infração penal praticada por organização criminosa, na medida em que incentivou a manutenção de pagamentos ilegítimos a Eduardo Cunha, pelo empresário Joesley Batista, ao tempo que deixou de comunicar autoridades competentes de suposta corrupção da Magistratura Federal e do Ministério Público que lhe fora narrado pelo mesmo empresário".

No pedido de abertura de inquérito feito ao Supremo, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, afirmou que Temer deu anuência para a compra de silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha e seu operador Lucio Funaro, ambos presos.

Entre outros elementos, Janot se baseou em parte de um diálogo do presidente com o empresário Joesley Batista no Palácio do Jaburu para sustentar que houve obstrução de Justiça.

O procurador-geral afirmou que, na conversa, Temer ouviu de Joesley que o ex-presidente da Câmara estava sendo pago para não falar nada e sobre o assunto respondeu: "tem que manter isso, viu?", o que seria um aval.

A conversa divulgada à imprensa, porém, continha trechos inaudíveis. Após a fala de Temer, Batista afirmou: "Todo mês", o que indica, segundo o empresário afirmou em seu acordo de delação premiada fechada com a PGR, acertos em dinheiro.


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Datafolha confirma: golpe foi suicídio político para o PSDB. Ninguém confia mais neste partido



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26/06/2017 - O dado mais surpreendente da pesquisa Datafolha é a morte eleitoral do PSDB, partido que, após ser derrotado em quatro disputas presidenciais, partiu para um golpe irresponsável contra a democracia e contra os brasileiros; o líder desse processo, senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG), nem é mais inserido nas pesquisas, assim como o senador José Serra (PSDB-SP); os dois candidatos que restaram, Geraldo Alckmin e João Doria, aparecem em quarto lugar, atrás do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, de Marina Silva e Jair Bolsonaro; o mais surpreendente é que os tucanos não entram no segundo turno nem na hipótese de serem bem-sucedidos no "golpe 2.0", que seria a inabilitação de Lula pela via judicial – neste caso, Marina disputaria com Bolsonaro; assistindo à morte de seu partido, que se tornou sócio do governo mais corrupto da história do Brasil, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso pede a renúncia de Michel Temer.

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Lula imbatível quanto mais o Sérgio Moro e a Globo perseguem, mais ele cresce e já lidera em todos os cenários em 2018, segundo o Datafolha




26/06/2017 - O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva segue líder absoluto nas intenções de voto para as eleições presidenciais de 2018; pesquisa Datafolha divulgada hoje mostra que Lula está na liderança em todos os cenários de primeiro turno, tendo entre 29% e 30% das intenções de voto; o deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) aparece em segundo, empatado com Marina Silva (Rede-AC); quando disputa com Alckmin, o petista fica com 30%; nesse cenário, o tucano aparece apenas na quarta posição, com 8%, enquanto Bolsonaro, com 16%, e Marina, com 15%, aparecem embolados no segundo lugar; o cenário com Doria é similar e tem Lula na dianteira, com 30%, e o prefeito de São Paulo em um distante quarto lugar, com 10% das intenções dos eleitores; após escândalo da JBS, instituto de pesquisa não se deu nem ao trabalho de incluir Aécio Neves (PSDB-MG) e Michel Temer (PMDB) na lista de presidenciáveis.

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Avião com 500 kg de cocaína decolou da fazenda de Blairo Maggi, ministro de Temer


26/06/2017 - Avião bimotor interceptado pela Força Aérea Brasileira (FAB) e carregado com mais de 500 quilos de cocaína decolou da Fazenda Itamarati Norte, no município de Campo Novo do Parecis (MT) com destino a Santo Antonio Leverger (MT); fazenda está arrendada ao Grupo Amaggi, de propriedade do ministro da Agricultura e senador licenciado, Blairo Maggi (PP); bimotor somente pousou em uma área rural após o caça da FAB disparar um tiro de advertência quando o piloto se recusou a cumprir uma ordem para pousar em um aeródromo próximo; Grupo Amaggi ainda não se posicionou sobre o assunto; recentemente, um helicóptero de propriedade do senador Zezé Perrela (PMDB-MG) com cerca de meia tonelada de cocaína foi apreendido pela Polícia Federal.

Brasil 247
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Impunidade e lentidão da justiça marcam 12 anos do 'mensalão tucano'



Ao que tudo indica, pelo menos até aqui, tucanos envolvidos em corrupção continuam a contar com uma "ajudinha", para continuar impunes. A maior suspeita, porém, incide sobre o próprio Judiciário


Por Helena Sthephanowitz | 26/06/2017

Se o chamado "mensalão do PT" fez os jornalões criarem manchetes espetaculosas, analistas e colunistas fazerem ilações à vontade e foi assunto interminável nos meios políticos e jurídicos, o mensalão tucano, –  apesar de ter menos réus e mais amigos no STF – ganhou da mídia tradicional o apelido de "mensalão mineiro", para descolar o caso do envolvimento de figuras do PSDB. Mesma mídia que varreu o escândalo para debaixo do tapete. Pois o mensalão tucano segue parado na Justiça confirmando o receio de todos os que esperam do Judiciário uma atuação imparcial, pouco importando para o desfecho do processo as características pessoais do réu – como sua filiação partidária.

Revelado durante a CPI dos Correios, em 2005, somente em 2009 a denúncia foi recebida. E desde então, em situação oposta ao do caso batizado de "mensalão do PT", o mensalão tucano virou um símbolo da morosidade judicial.

Doze anos após o processo ser apresentado pela Procuradoria-Geral da República (PGR), o ex-diretor da antiga Comig (atual Codemig, companhia de desenvolvimento do Estado), Lauro Wilson de Lima Filho fez 70 anos em maio e pediu, na semana passada, ao Supremo Tribunal Federal (STF) para ser beneficiado pela prescrição. Acusado pelo crime de peculato, seu processo estava na fase que antecedia o julgamento. Ele é o quarto réu que provavelmente deixará de ser julgado.

Na sexta-feira (16), fez um ano e meio que Eduardo Azeredo (PSDB), ex-governador de Minas Gerais (1995-1998), ex-presidente do PSDB, e atual diretor executivo da Fiemg (Federação de Indústrias de Minas), foi condenado –em primeira instância – a 20 anos e dez meses de prisão por peculato, corrupção ativa e passiva e lavagem de dinheiro, todos esses crimes cometidos no âmbito do mensalão do PSDB.

Segundo a PGR, o tucano liderava um esquema de corrupção que desviou milhões em dinheiro público de empresas estatais mineiras para irrigar sua fracassada campanha de reeleição ao governo de Minas Gerais, em 1998. Azeredo recorre em liberdade e seu julgamento em segunda instância ainda não tem sequer data marcada.

Em 2014, quando era deputado federal, ele renunciou ao cargo para que o processo voltasse à primeira instância, a partir da qual é possível um número maior de recursos. A tática deu certo. Azeredo pode vir a ser mais um impune do caso do mensalão tucano – em 2018 ele chegará aos 70 anos. Além disso, como ex-governador, ele recebe o salário nominal integral do cargo que ocupou: uma nada mal mesada de R$ 18,5 mil.

E se alguém acha que ainda vai ver algum tucano atrás das grades, essa possibilidade vai ficando cada dia mais distante. O processo também não tem previsão de julgamento.

De acordo com o Ministério Público (MP), no mensalão do PSDB foram desviados pelo menos R$ 15 milhões, sendo R$ 5 milhões das estatais, R$ 3,5 milhão da Companhia de Abastecimento de Minas Gerais (Copasa), R$ 1,5 milhão da Codemig e o restante do Banco do Estado de Minas Gerais (Bemge).

Também impune está Claudio Mourão. O atraso no processo, a lentidão da Justiça e a falta de vontade política, beneficiou o ex-tesoureiro da campanha de Eduardo Azeredo, que é classificado pelo MP como figura fundamental na operação de desvio de dinheiro de empresas estatais dirigidas por políticos do PSDB no estado de Minas Gerais. Os crimes de peculato e formação de quadrilha, atribuídos pelo MP a Mourão, prescreveram em abril de 2014, quando o réu completou 70 anos.

Outra ação, esta contra José Afonso Bicalho, que dirigia o extinto Bemge (banco estatal de Minas) em 98, passou a tramitar na segunda instância em 2015. Em 2018, ele também chega aos 70 anos, e, ao que tudo indica, será mais um que ficará impune. Segundo o Tribunal de Justiça de Minas, o processo está em fase de instrução.

Walfrido dos Mares Guia também se  beneficiou da lentidão da Justiça ao ultrapassar a idade imputável. De acordo com a juíza Neide da Silva Martins, da 9ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, os crimes de peculato e formação de quadrilha, pelos quais Walfrido, ex vice-governador de Eduardo Azeredo, foi acusado  na ação penal (Inquérito n.º 2280)  do mensalão tucano, segundo denúncia do então procurador-geral da República, Antonio Fernando Souza, do  Ministério Público Federal. (conforme pode ser lido aqui) prescreveram após ele completar 70 anos, em 24 de novembro de 2012.

"Tendo transcorrido prazo superior a oito anos entre os fatos e o recebimento da denúncia, [...] declaro extinta a punibilidade do réu Walfrido Silvino dos Mares Guia Neto, qualificado nos autos, pela ocorrência da prescrição da pretensão punitiva do Estado", afirmou a juíza, em decisão do dia 14 de janeiro de 2014.

O prazo de prescrição para esses crimes é de 16 anos, a contar a partir da data em que os fatos ocorreram. Porém, quando o réu completa 70 anos, o prazo é reduzido pela metade. Neste caso, os crimes ocorreram em 1998, segundo a denúncia, apresentada em 2009 e aceita no ano seguinte. Quando Mares Guia completou 70 anos, as acusações de crimes contra passaram a prescrever em 2006. A decisão  na prática, o livrou de qualquer punição por envolvimento no mensalão tucano.

Empresário do ramo de transporte, Clésio Andrade, à época filiado ao PFL (atual DEM), foi vice-governador mineiro de 2003 a 2006, durante mandato de Aécio Neves. Ainda na década de 1990, tornou-se sócio, em agências de publicidade, de Marcos Valério. Em 98, ele foi candidato a vice-governador na chapa ao lado de Eduardo Azeredo. Clésio até agora nem sequer prestou depoimento porque entrou com recurso em que questionava a legitimidade de uma juíza para julgá-lo.

O processo foi aceito pelo Supremo Tribunal Federal em 2009, mas foi para o Ministério Público de Minas em 2014, após Azeredo e Clésio Andrade renunciarem respectivamente aos cargos de deputado federal e senador. No STF, Azeredo e Clésio são réus acusados por peculato e formação de quadrilha.

Ao que tudo indica, pelo menos até aqui, os políticos do PSDB envolvidos em casos de corrupção, continuarão a contar sempre com uma "ajudinha", para continuar impunes.

A maior suspeita porém, enquanto essa situação perdurar, sempre incidirá sobre o próprio Judiciário.


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Um ano depois do golpe, Lula e PT crescem nas pesquisas, Temer e Aécio estão mortos, Moro e a Globo fracassados



Um ano de golpe: Temer e Aécio mortos, Lula e PT crescendo e Janaína Paschoal limpando banheiro


Por Kiko Nogueira | 26/06/2017

Um ano depois do golpe, o cenário para seus artífices é de terra arrasada e falta de perspectiva.

Para resumir: Temer e Aécio destroçados, Lula favorito para 2018 e a popularidade do PT crescendo juntamente com ele.

Segundo todas as pesquisas, Lula lidera isolado nas intenções de voto para presidente. A mais recente, encomendada pelo Poder360, traz o petista em primeiro com 27% nos 2 cenários testados.

O desempenho, diz o site, é “estável, com ligeira tendência de alta – ele teve pontuações positivas em relação a estudos anteriores, mas sempre dentro da margem de erro”.

Em abril, Lula amealhou 24% e 25% da preferência do eleitorado, sendo que, em maio, o número era também 25%.

O Datafolha de domingo, 25, crava que o PT atingiu a maior popularidade desde a segunda posse de Dilma. É o partido preferido de 18% das pessoas ouvidas.

Voltou a crescer em maio, quando alcançou 15%, de acordo com o instituto. Em segundo lugar, empatados com 5%, estão o PSDB e o PMDB.

Fica patente também o fracasso da dobradinha de Sergio Moro com a mídia. Três anos de perseguição a Lula e o que temos? Procuradores viciados em aparecer a qualquer custo enquanto sua nêmesis cresce na foto.

A fraude da derrubada de Dilma foi um péssimo negócio para os sócios.

Há um recado esperançoso da democracia para essa canalha: você consegue enganar alguns parte do tempo, mas não todo mundo o tempo todo.

Talvez nada represente melhor esse fiasco do que Janaína Paschoal, a pomba gira que ainda vive de seus 15 minutos de fama do pedido de impeachment: tuiteira e fiscal de banheiro.


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Brasileirão 2017 - Série A - Classificação 10ª Rodada

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25/06/2017

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William Bonner da Globo não sabe fazer televisão, diz apresentador da Record


25/06/2017

Paulo Henrique Amorim criticou em seu blog o novo formato do Jornal Nacional


O jornalista Paulo Henrique Amorim, apresentador do Domingo Espetacular, da Record TV, usou seu blog para tecer duras críticas à nova configuração do Jornal Nacional e também a William Bonner, editor-chefe do telejornal da Globo.

No texto, ele diz que o noticiário da Globo (dono da maior audiência entre os programas do gênero da TV aberta) não passa de um "jornal impresso lido na televisão".

"Sobre o 'novo' Jornal Nacional: é muita decoração e pouco conteúdo. Mais Hollywood e menos Caco Barcelos", escreveu ele na seção Navalha. "O Jornal Nacional não é um jornal de televisão. Não passa de um jornal impresso lido na televisão. Porque o Gilberto Freire, com 'i', e o editor do jornal para assuntos não importantes, o William Bonner, não sabem fazer televisão. Como não sabiam seus antecessores Evandro Carlos de Andrade e Alberrico (não mexa, revisor!) de Souza Cruz. Evandro e Alberrico saíram do jornal impresso e lá morreram. Quem sabia fazer televisão eram o Armando Nogueira, a Alice Maria e, claro, o Boni. Por isso, pode escalar o Spielberg para dirigir o JN que dali não sai televisão. Sai lixo impresso", concluiu.

O Jornal Nacional estreou seu novo estúdio e formato na segunda-feira, 19, e recebeu muitos elogios por parte dos telespectadores. Nesta semana, a média de audiência do telejornal foi de 31 pontos na Grande São Paulo.


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Coxinhas querem a expulsão imediata de Aécio Mineirinho



Lula Marques/Agência PT

25/06/2017 - Uma pesquisa interna do PSDB é devastadora para o senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG); ela aponta que 61% dos entrevistados defendem o afastamento imediato de Aécio do partido; o levantamento também apontou que 61% votaram nele no primeiro e no segundo turnos – e ainda assim querem sua expulsão; entre os entrevistados, 37% defendem que se espere o fim das investigações e 7% não se manifestaram; na última semana, Aécio teve boas notícias: sua irmã Andrea e seu primo Fred foram soltos e passaram para prisão domiciliar, enquanto um de seus inquéritos foi sorteado para o ministro Gilmar Mendes, que tem sido um tradicional aliado do PSDB na suprema corte; apesar da pesquisa, Aécio não pretende renunciar à presidência nem se desfiliar.

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Brasileirão 2017 - Série B - Classificação 10ª Rodada

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25/06/2017

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Ceará vence Oeste por 3 a 0, na estreia de Chamusca



Com todos os gols no 1º tempo, Vovô consegue triunfo após três rodadas de tropeços e sobe na tabela


24/06/2017

Marcelo Chamusca estreou com o pé direito e o Ceará bateu a equipe do Oeste pelo placar de 3 a 0, com gols de Valdo, Pedro Ken e Rafael Carioca, todos no primeiro tempo, no estádio Presidente Vargas. Com isso, o Vovô chegou aos 15 pontos, ocupando, agora, a sexta colocação na tabela.

Após uma série de três jogos sem obter vitórias, o Alvinegro quebrou esse pequeno jejum diante de uma equipe que só havia sido derrotada na estreia do campeonato e vinha de cinco empates consecutivos.

Agora, o Vovô vai ao estádio Durival Britto, a conhecida Vila Capanema, medir forças com o Paraná, no próximo sábado (1), às 16h30. O Oeste, por sua vez, receberá o Santa Cruz, na Arena Barueri, palco que vem jogando em virtude de o estádio dos Amaros, situado em Itápolis, cidade sede do clube, não ter condições de receber jogos na Série B.

Um tempo e três gols

A partida teve seu início marcada por muita marcação até que, aos 17 minutos, Rafael Carioca acertou um belo chute que desviou na marcação e saiu em escanteio. Na cobrança pela direita, aos 18 minutos, Ricardinho cruzou, a defesa do Oeste bateu cabeça, e o zagueiro Valdo finalizou para as redes do goleiro Rodolfo.

Apenas quatro minutos mais tarde, ou seja, aos 22 minutos, o volante Raul passou na direita de ataque e cruzou a bola na cabeça de Pedro Ken, que projetava-se na pequena área. 2 a 0 no marcador em um curto espaço de tempo.

No finalzinho do primeiro tempo, o zagueiro Valdo achou Roberto em um lançamento longo, o atacante cruzou para a área, a bola acabou sobrando para Rafael Carioca, canhoto que é, dominar, puxar para a direita e soltar um balaço indefensável. 

Administrando resultado

Na segunda etapa, o Ceará teve oportunidade para ampliar com Magno Alves, que recebeu em profundidade e o goleiro Rodolfo fechou bem o ângulo. Aos 21 minutos, foi a vez de "Magnata" servir de garçom para Ricardinho, que recebeu pela esquerda, bateu cruzado e, de novo, o goleiro salvou a equipe paulista.

Com a vitória assegurada, Chamusca promoveu algumas alterações para oxigenar a equipe. Uma delas foi a estreia do atacante Cafu no lugar de Roberto, que estava cansado.  O Oeste não levou perigo algum ao time cearense durante a partida e terminou com o placar que havia construído no primeiro tempo.


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Depois de FHC, Serra diz que João Doria é uma fraude




24/06/2017 - Primeiro foi o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso quem afirmou que o atual prefeito de São Paulo, João Doria, só sabe mexer no celular e não produziu nenhuma mudança relevante em São Paulo; agora, o ex-governador José Serra foi além e disse que Doria é "um blefe"; mais do que isso, Serra garantiu que deixará o PSDB se Doria vier a ser o candidato do partido à presidência da República; uma espécie de novo Jânio Quadros, Doria desagrada quadros históricos do PSDB e pode ser alvo de impeachment por ter favorecido a Ambev no carnaval de São Paulo.

Brasil 247
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Fábio Assunção é preso em Pernambuco




"Que vergonha", diz Fábio Assunção ao deixar delegacia em Arcoverde (PE)


Aliny Gama | Do UOL, em Recife
24/06/2017

O ator Fábio Assunção, 46, deixou a delegacia de Arcoverde (PE) na tarde deste sábado (24) em direção ao fórum, onde será julgado por crimes de dano ao patrimônio público, desacato, desobediência e resistência. Ele estava acompanhado da namorada, a atriz Pally Siqueira, e quando abordado se limitou a dizer: "Que vergonha!".

Assunção se envolveu em uma confusão na madrugada deste sábado após participar da festa de São João da cidade. Vídeos divulgados na internet mostram o ator discutindo com moradores e algemado em uma viatura de polícia com o vidro quebrado. Detido na delegacia desde o início da manhã, o ator foi indiciado por crimes de dano ao patrimônio público, desacato, desobediência e resistência. Devido à somatória dos crimes, a Polícia Civil não pode estipular fiança para liberá-lo. Ele foi ouvido nesta tarde pelo juiz plantonista do núcleo de custódia.

Até o início da tarde, Assunção permaneceu detido em uma sala comum da delegacia de Polícia da 156ª Circunscrição de Arcoverde, localizada no Sertão de Pernambuco, desde às 6h da manhã deste sábado (24). Apesar de não ter curso superior, ele não foi colocado em uma das celas da delegacia. Atualmente, nenhuma das celas é ocupada por preso.

O ator está acompanhado de um advogado e alegou em depoimento que teve um "descontrole" quando foi levado para o hospital Memorial Arcoverde, localizado na Avenida José Bonifácio, Centro da cidade.

Segundo nota da polícia, o ator foi preso em flagrante por policiais militares por volta das 6h da manhã, no Hospital Memorial Arcoverde, porque chegou alterado e causou desordem dentro da unidade hospitalar.

Entenda o caso

Fábio Assunção foi preso em flagrante neste sábado (24), na cidade de Arcoverde (sertão de Pernambuco), sob acusação de dano qualificado ao patrimônio público, desacato a autoridade, desobediência e resistência a prisão.

Em nota oficial, a polícia informou que o ator teria se envolvido em uma briga no Pátio de Eventos da cidade e ficado agressivo. No caminho, os policiais foram informados que Fábio estava ameaçando duas jovens.

Ao tentar ser conduzido para a delegacia, novamente o global ficou agressivo e se negou a entrar na viatura, sendo necessário o uso de algemas. Quando os policiais o colocaram na viatura, o ator quebrou o vidro traseiro do carro.

Em um dos vídeos que circula na internet, ele aparece no chão, sendo ofendido por moradores, que o acusam de "acabar com o São João" da cidade.

Outro vídeo, já dentro do carro da polícia, Assunção pede para "chamar o sargento" porque quer "olhar no olho dele". "Desacato é esse que você fez agora", fala o ator, dando um soco na tampa traseira do carro e chamando alguém que não aparece na imagem de "filho da p***".
*Colaboraram Carlos Madeiro e Rodolfo Vicentini

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Michel Temer está destruindo a imagem do Brasil no mundo


O périplo internacional de Michel Temer se consolidou como devastador para o que ainda restava da imagem do Brasil para o mundo; na Rússia, Temer foi rebaixado pelo presidente Vladimir Putin, fechou acordos irrelevantes e viu como resultado a suspensão da importação de carnes brasileiras pelos EUA; na Noruega foi pior: chamou o país de Suécia, viu o Brasil perder metade do fundo de combate ao desmatamento na Amazônia e ainda ouviu da primeira-ministra Erna Solberg a necessidade de limpeza de corruptos; mundo acompanha a tragédia brasileira perplexo; enquanto o jornal francês Le Monde diz que o País se tornou uma "estrela pálida na cena internacional", a fundação alemã Konrad Adenauer aponta que, sob Temer, o Brasil perdeu "importância no cenário internacional" e "está desperdiçando seu potencial geopolítico"


24 DE JUNHO DE 2017

O périplo internacional de Michel Temer se consolidou como devastador para o que ainda restava da imagem do Brasil para o mundo. Na Rússia, Temer foi rebaixado pelo presidente Vladimir Putin, que não foi recebê-lo no aeroporto, e foi ignorado pela mídia russa.

Temer assinou com Putin cinco acordos bilaterais com pouco ou nenhum resultado prático para ajudar o País a sair da mais severa depressão econômica. Em um deles, ironicamente, Temer se comprometeu a aumentar esforços no combate à corrupção. Coincidentemente, durante a visita de Temer à Rússia, ele viu os Estados Unidos suspenderem a importação de carne in natura brasileira.

Na Noruega foi pior: Michel Temer chamou o país de Suécia, viu o Brasil perder metade do fundo de combate ao desmatamento na Amazônia e ainda ouviu da primeira-ministra Erna Solberg a necessidade de limpeza de corruptos.

Resultado não poderia ser pior. O mundo acompanha a tragédia brasileira perplexo. Enquanto o jornal francês Le Monde diz que o País se tornou um "estrela pálida na cena internacional" (leia aqui), a fundação alemã Konrad Adenauer aponta que, sob Temer, o Brasil perdeu "importância no cenário internacional" e "está desperdiçando seu potencial geopolítico".

Leia reportagem do Opera Mundi sobre a faundação alemã:

Imagem do Brasil no exterior se deteriora rapidamente, diz fundação alemã ligada a partido de Merkel

A Fundação Konrad Adenauer, ligada à União Democrata-Cristã (CDU), partido de Angela Merkel, chanceler alemã, divulgou um relatório em que afirma que o Brasil perdeu "importância no cenário internacional" e que o país "está desperdiçando seu potencial geopolítico".

O documento, publicado em alemão no dia 13 de junho e em português nesta sexta-feira (23/06), critica Michel Temer e diz que ele "perdeu credibilidade e continua conseguindo manter-se no poder por meio de manobras políticas questionáveis". "Não obstante, a saída de Temer tampouco parece ser a solução do problema", acrescenta o documento que diz que "não há saída à vista".

A Fundação ainda critica o poder Legislativo, que não votou e não debate as reformas estruturais do país porque a maior parte dele também está envolvido na Operação Lava Jato, e o Judiciário, por estar ficando cada vez "mais politizado".

O texto também classifica como uma "farsa" o julgamento da chapa vencedora das eleições de 2014, formada por Dilma Rousseff e Michel Temer, feito recentemente pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Os únicos elogios vão para a Lava Jato que, para a entidade, é um sinal na mudança da "cultura da impunidade" do Brasil.

Com tantos problemas internos, o país está perdendo espaço no campo internacional, provocando um isolamento que pode ser difícil de reverter, diz a Fundação. "É sintomático que a chanceler alemã Angela Merkel (CDU) tenha deixado o Brasil de fora de sua viagem de quatro dias à América Latina, cuja pauta incluía temas relacionados ao G20, grupo do qual o Brasil faz parte; e as consultas de governo em alto nível, previstas para serem realizadas entre Brasil e Alemanha no início do verão europeu, tenham sido canceladas", afirma a entidade.

"O Brasil, que já era considerado um 'global player', está desperdiçando seu potencial geopolítico. Esse isolamento é um passo que o Brasil não deveria arriscar, pondo a perder conquistas políticas e econômicas – mas não há saída à vista", finaliza o documento.

Em seu site, a Fundação Konrad Adenauer se descreve como "uma fundação política alemã, independente e sem fins lucrativos", presente no Brasil desde 1969, cujos "interesses específicos são a consolidação da Democracia, o fomento da unificação europeia, a intensificação das relações transatlânticas e a cooperação na política em prol do desenvolvimento".


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