São Gonçalo do Amarante - Ceará - Brasil - domingo 21 de janeiro de 2018 - Ano: X - Edição: 3.383 - Visualizações: 20.025.239 - Postagens: 32.877

'O povo pediu um Brasil sem a Globo' e campanha da emissora golpista saiu pela culatra


Depois de liderar o golpe de 2016, que instalou uma quadrilha no poder e desempregou milhões de brasileiros, a Globo lançou uma campanha pedindo que internautas gravem vídeos dizendo "que Brasil desejam"; o resultado foi uma avalanche de críticas à emissora; de um lado, a jornalista Luciana Oliveira pediu um "Brasil sem mídia golpista", enquanto o professor Claret Santos afirmou que "enquanto houver Globo, não haverá democracia"; no Rio, Ieda Paiva gravou um vídeo num hospital e pediu ao povo que "não valorize nada do que a Globo faz ou representa"

21 DE JANEIRO DE 2018

Depois de liderar o golpe de 2016, que instalou uma quadrilha no poder e desempregou milhões de brasileiros, a Globo lançou uma campanha pedindo que internautas gravem vídeos dizendo "que Brasil desejam".

O resultado foi uma avalanche de críticas à emissora. De um lado, a jornalista Luciana Oliveira pediu um "Brasil sem mídia golpista", que manipule as pessoas em favor da "elite do atraso".


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Caso Cristiane Brasil caiu na mão de Carmem Lucia que terá que decidir de acordo com a lei ou com o freguês



POR FERNANDO BRITO · 21/01/2018

Michel Temer tentou evitar de todo jeito, mas o caso da nomeação de Cristiane Brasil para o Ministério do Trabalho acabou, como era inevitável, às mãos da ministra Carmem Lúcia.

E sua excelência vai ter de escolher entre o Direito – o que nem sempre vem ao caso, hoje em dia – e o papel de moralismo midiático que sempre tenta representar.

Diz O Globo que ela toma a decisão nas próximas horas.

Depois que todos aplaudiram Gilmar Mendes impedir Lula de assumir a casa Civil do Governo Dilma, para tentar impedir o golpe de estado, o artigo 84 da Constituição – onde se diz que ” compete privativamente ao Presidente da República nomear e exonerar os Ministros de Estado- já foi flexibilizado.

Celso de Mello, por exemplo, o revalidou para deixar Moreira Franco com foro privilegiado.

Agora, no caso de Cristiane Brasil, filhota do “primitivo” Roberto Jefferson, durante o recesso parlamentar, D. Cármem não pode “terceirizar” a responsabilidade.

Vai ter de mostrar se decide de acordo com a lei ou com os variáveis de um “tribunal moral”, cujos princípios variam de acordo com o freguês.


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Ciro Gomes vê inocência de Lula e pede sua absolvição, que o TRF-4 faça JUSTIÇA

RICARDO STUCKERT


21/01/2018 - "Que o Tribunal Regional de Porto Alegre compreenda a transcendência de sua decisão! Que, independentemente de pressões legítimas ou espúrias, afirme a JUSTIÇA! Que tenha a força moral de afirmar a inocência de Lula no processo em questão, se como eu, não vislumbrar clara sua culpa", escreveu neste domingo o presidenciável Ciro Gomes, do PDT, que ainda não havia se manifestado sobre o julgamento do ex-presidente Lula em segunda instância; Ciro diz ainda que a condenação só poderia ser mantida se o TRF apresentasse provas incontestáveis da culpa de Lula – o que é impossível, uma vez que ele nunca foi proprietário do triplex da OAS, que acaba de ser penhorado pela Justiça a credores da empreiteira.

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"Qualquer um, no lugar de Moro, estaria impedido de julgar Lula", diz criminalista Aury Lopes Jr.


21/01/2018

O professor da PUC de Porto Alegre Aury Lopes Jr. defende que o envolvimento do juiz Sérgio Moro no início das investigações visando Lula seria uma das razões possíveis para anular o processo contra o ex-presidente. Para o especialista, a fragilidade das provas também pesa a favor do ex-chefe de Estado.

Não são poucas as alegações da defesa do ex-presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva para reverter a condenação em primeiro grau a 9 anos e 6 meses por corrupção e lavagem de dinheiro. O caso será julgado em segunda instância na próxima quarta-feira (24), no Tribunal Regional Federal da 4a Região em Porto Alegre. Para o criminalista e professor do Programa de Pós-Graduação em Ciências Criminais da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul Aury Lopes Jr., há razões para anular o processo, embora as chances de isso acontecer sejam remotas.

O envolvimento pré-processual do juiz Sérgio Moro nas investigações anteriores seria um dos motivos para tanto, afirma Lopes Jr. Além disso, o advogado acredita que a prova apresentada contra Lula é "fragilíssima" e que não se poderia condenar com base nela.

Ainda em 2017, a defesa de Lula alegou que Moro seria suspeito para seguir julgando os processos da Operação Lava-Jato por ter ordenado buscas e apreensões, conduções coercitivas e interceptações telefônicas ilegais, entre outros fatos. O pedido, no entanto, foi negado pelo relator de segundo grau, desembargador federal João Pedro Gebran Neto. Segundo ele, a determinação de diligências e a decretação de prisões na fase pré-processual fazem parte do cotidiano jurisdicional.

Lopes Jr. falou à RFI sobre possíveis resultados da sessão do dia 24 de janeiro. Um dos cenários mais prováveis, diz, é haver um pedido de vista, que poderia arrastar o julgamento por meses. O professor também falou sobre detalhes do processo e a relação do poder judiciário com a imprensa e a política.

RFI – Recentemente, o senhor manifestou em seu perfil no Facebook a possibilidade de haver um pedido de vista no julgamento do Lula, que esvaziaria o “circo” montado em torno do processo. O que leva o senhor a crer que a ação não se encerrará no dia 24?

Aury Lopes Jr. – Aquilo foi um comentário irônico de Facebook. É um julgamento extremamente complexo, sobre o qual se criou uma gigantesca expectativa, como se as coisas fossem se encerrar no dia 24 e isso não necessariamente vai acontecer. É muito possível e até provável que se tenha o voto do relator, o desembargador Gebran (João Pedro Gebran Neto), talvez o revisor Leandro Paulsen até vote e depois tenhamos um pedido de vista do vogal Victor Laus, que, como regra, é aquele que menos contato tem com o processo. Um pedido de vista é bem provável, pela complexidade do caso. Aí suspende-se o julgamento, que será trazido nas próximas sessões sem necessidade de intimação de partes etc.

RFI – O presidente da Associação dos Juízes Federais, Roberto Veloso, falou à imprensa sobre o que considera um "alarde desnecessário" em torno do julgamento já que a decisão final não será anunciada agora. O senhor concorda que se trata de um "alarde desnecessário"?

Lopes Jr. – Criou-se uma grande expectativa pela figura política. Mas, juridicamente, é mais um julgamento que tem possíveis e diversas variáveis em termos de horizonte decisório. Por exemplo, o pedido de vista quebra toda a dinâmica do julgamento e não é nada anormal, é uma situação recorrente. Mas vai quebrar a expectativa popular criada. Esse julgamento na semana que vem tem diversas possibilidades. Você pode ter uma situação de absolvição plena, anulação do processo, há a possibilidade de aumentar a pena ou diminuí-la. E todas essas decisões podem ser por 3 a 0 ou 2 a 1. Se for 2 a 1, tem que ver qual o conteúdo do voto vencido. Se for mais favorável para o acusado, cabem embargos infringentes, em que só serão discutidos objetos divergentes. Como por exemplo, se Lula for condenado por 3 a 0 e houver divergência sobre a pena de um mês. E os embargos infringentes podem levar meses para serem julgados.

RFI – Qual desses cenários é mais provável que aconteça na sua opinião?

Lopes Jr. – É uma situação complexa, que tem, a meu juízo, alguns atropelos de regras do processo neste e em outros casos, que poderiam gerar uma nulidade. O ponto nevrálgico está na valoração probatória. A prova, que para o juiz Sérgio Moro foi suficiente para condenar, pode não ser suficiente para um outro jurista ou juiz. Eu, particularmente, entendo que a prova é fragilíssima e que não se poderia condenar com base nela. Mas o tribunal pode entender que é suficiente.

RFI – A sentença que condena Lula diz que "a configuração do crime de corrupção não depende da prática do ato de ofício", que seria a ação do agente público realizada em contrapartida à propina. Nesse sentido, as investigações de casos de corrupção não ficariam muito dependente de delações?

Lopes Jr. – São duas questões diferentes. Uma é uma discussão jurídica sobre a necessidade ou não do ato de ofício, ato determinado para fins de corrupção. Isso é uma discussão jurídica complexa, há tribunais que dizem que sim outros não. A outra questão é o problema delação premiada. Há inúmeras ilegalidades acontecendo no Brasil, além da própria banalização da delação premiada. Há falta de observância das chamadas regras de corroboração, ou seja, um excesso de valoração da palavra do delator, quando você não poderia condenar com base só nisso. Sem falar que a delação premiada à brasileira, como a gente está chamando, pra mim, é absolutamente ilegal, por questões básicas de reserva de lei. O Ministério Público não poderia negociar certas condições, nem o juiz homologar certas delações como vem sendo feito.

RFI – O senhor comentou sobre a possibilidade de uma nulidade do processo. Essa nulidade se deveria a que?

Lopes Jr. – Primeiro, a defesa do ex-presidente Lula alega a incompetência da 13a Vara, já que tem casos que não deviam estar lá. Tem ainda um problema muito sério de suspeição do juiz. Existe uma contaminação muito grande daquele juiz pela excessiva atuação que ele teve na fase pré-processual, que faz com que não exista a necessária imparcialidade. Quando começou a operação Lava-Jato, eu escrevi um artigo questionando quem é que iria julgar os processos, porque, obviamente, não poderia ser o mesmo juiz que participou de toda investigação. É uma coisa elementar! Se você tem um juiz que decreta tua prisão, a quebra do teu sigilo bancário, fiscal, telefônico, homologa delações sobre ti, você acha, honestamente, que, depois de todo esse envolvimento, ele pode entrar em um processo com afastamento, alheamento,estranhamento para julgar o teu caso? Óbvio que não! É uma questão básica, primária, salta aos olhos. O mundo inteiro sabe disso. Não é uma questão pessoal com o Moro, não é isso. Qualquer um, no seu lugar, estaria absolutamente impedido de julgar. A Europa inteira sabe que juiz prevento (aquele que teve o primeiro contato com o caso) é juiz contaminado e não pode julgar, mas no Brasil pode. É uma questão que não vão acolher, mas é seríssima. Tem ainda cerceamento de defesa, porque o juiz indeferiu diversos pedidos feitos pela defesa. Também tem um problema sério de violação da correlação, um princípio básico do processo. Você tem que decidir nos limites do que foi pedido. Aqui, a defesa do Lula vai mostrar que a sentença vai além do objeto da acusação. A denúncia diz que tem uma vantagem indevida proveniente de três contratos específicos entre a construtora OAS e a Petrobras e a sentença sai disso e vai condená-lo por uma situação que não está descrita claramente na denúncia. Ele foi acusado de ter recebido a propriedade do apartamento e a sentença condenatória afirma que a ele teria sido atribuído o apartamento. E depois vem o mérito. Por exemplo, o pedido de um novo interrogatório do Lula foi negado pelo tribunal. Isso, amanhã ou depois, pode ser objeto de uma anulação.

RFI – O senhor acredita que o peso político é muito forte neste julgamento?

Lopes Jr. – Não, me refiro a questões jurídicas complexas e sérias. O tribunal é extremamente sério e acredito que não vá julgar a partir de influências políticas. Mas é claro que há um cenário bastante específico, algo único. Nunca se teve uma situação como essa. Então a pressão é por todos os lados.

RFI – O senhor acredita que há espetacularização da mídia? Qual o papel da imprensa nesse momento?

Lopes Jr. – Aí você vai abrir uma caixa de Pandora. A relação que se estabelece entre processo penal e mídia, direito de informar e ser informado de um lado, imagem, dignidade, presunção da inocência de outro. Acho que, nesse caso específico, a mídia, de certa maneira, está fazendo o papel dela, que é repercutir o julgamento, noticiá-lo. Não tenho crítica maior em relação a isso. A minha crítica está em outros casos, em que a influência é nefasta. No caso do Lula, há, digamos, espetacularização, mas eu não vejo como uma coisa negativa. A mídia está tratando o caso, o caso está aí. Não é o problema. O problema é quando você tem, por exemplo, uma ação sigilosa e um agente público qualquer vaza informações e a mídia cai em cima fazendo pré julgamentos.

RFI – Temos visto uma polarização na imprensa, que coloca de um lado Moro, o juiz, e de outro Lula, o réu...

Lopes Jr. – Sim, existe um setor da imprensa que tem tomado "partido", para um lado ou para o outro. Isso não é saudável. A mídia tem que divulgar. É como quando você me pergunta: se for condenado acontece isso, se for absolvido, se for anulado… Estamos trabalhando cenários possíveis, tu não estás sendo tendenciosa. Alguns setores da mídia estão, sim, sendo tendenciosos. Mas acho que não dá para generalizar.

RFI – Essa polarização se deve a que? À própria divisão em que se encontra a sociedade brasileira hoje?

Lopes Jr. – É sintoma de uma polarização política, de um cenário bem complexo no Brasil hoje, decorrente de uma desilusão, uma quebra de expectativa em relação à "esquerda", que gerou o crescimento de uma direita radical. Temos um cenário bastante maniqueísta, o que não é saudável. Da mesma maneira, a demonização da política é um erro. Nós temos problemas políticos. Mas problemas políticos devem ser resolvidos pela via da política, e não por intervenção militar, deixando de votar ou votar branco ou nulo. Isso é imaturidade política.

RFI – E a postura das duas personalidades envolvidas, tanto o juiz Sérgio Moro quanto o Lula, contribui para essa polarização?

Lopes Jr. – Agora você entrou em outro terreno bem complicado. Digamos que são duas figuras fortes. Sobre o Sérgio Moro, eu prefiro não falar. Mas realmente, são duas figuras que acabaram atraindo muito os holofotes. Um pela figura política que é, e o outro pela figura judicial em que se transformou.

RFI – Sem falar especificamente do Sérgio Moro, falando de maneira geral sobre o comportamento de magistrados, como lidar com a imprensa em um caso de tamanha repercussão? Como um juiz deve se comportar em um caso desses?

Lopes Jr. – Essa relação entre mídia e poderes, especialmente o poder judiciário, é extremamente sensível. Exige muita responsabilidade e consciência dos seus espaços, das consequências dos seus atos. Não é interessante nem saudável para o sistema de administração de justiça você ter um juiz midiático. Assim como não é saudável ter um juiz encastelado, isolado fora do mundo. Temos que tentar encontrar o difícil equilíbrio entre dois extremos.


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Em crise Globo prepara um grande corte em supersalários de repórteres medalhões


A Globo prepara um grande corte nos salários do chamados "repórteres medalhões" de seu telejornalismo; a redução dos altos salários já tinha atingido a teledramaturgia da emissora; processo que começou a vigorar há pelo menos quatro anos; agora, chegou a vez de enquadrar a turma do jornalismo e nem os repórteres da GloboNews estão imunes; a informação é do colunista do UOL, Ricardo Feltrin; ele escreve que estão na mira da Globo os salários acima de R$ 40 mil, principalmente de profissionais mais veteranos


21 DE JANEIRO DE 2018

A Globo prepara um grande corte nos salários do chamados "repórteres medalhões" de seu telejornalismo. A redução dos altos salários já tinha atingido a teledramaturgia da emissora; processo que começou a vigorar há pelo menos quatro anos. Agora, chegou a vez de enquadrar a turma do jornalismo e nem os repórteres da GloboNews estão imunes. A informação é do colunista do UOL, Ricardo Feltrin.

Ele escreve que estão na mira da Globo os salários acima de R$ 40 mil, principalmente de profissionais mais veteranos. Alguns chegam a ganhar até R$ 60 mil por mês.

A maioria é contratada por CLT e por isso o pânico da demissão também vem dominando as redações. Feltrin também afirma que a recente saída da jornalista Carla Vilhena tem a ver com essas novas mudanças na Globo.


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"Lula semeou esperança no coração da gente preta" afirmou o ator Ailton Graça

 O ator Ailton Graça fez um desempenho emocionante no encontro do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva com artistas e intelectuais; "Pela primeira vez, eu vi uma pessoa semeando esperança no coração da gente preta", disse ele; Graça relata que, depois de Lula, viu muitos negros se formando em universidades e se tornando bons cidadãos; "É isso que eu não quero perder"; líder em todas as pesquisas de intenção de voto, Lula pode ser impedido de disputar as próximas eleições presidenciais em razão de um processo judicial que atende à Globo, a partidos de direita e ao Departamento de Estado do governo norte-americano, que tem interesse na entrega de riquezas como o pré-sal


21 DE JANEIRO DE 2018

O ator Ailton Graça fez um desempenho emocionante no encontro do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva com artistas e intelectuais. "Pela primeira vez, eu vi uma pessoa semeando esperança no coração da gente preta", disse ele.

Graça relata que percebeu uma fresta se abrindo para os jovens negros no Brasil e disse, depois de Lula, viu muitos negros se formando em universidades e se tornando bons cidadãos. "É isso que eu não quero perder".

O ator global também deixou claro que vê o impedimento de Lula como a continuidade do golpe, depois de um golpe muito duro contra o povo brasileiro, que foi o impeachment sem crime contra a presidente deposta Dilma Rousseff. "Eu quero que a urna seja respeitada e meu voto, aqui aberto, é seu Lula".

Líder em todas as pesquisas de intenção de voto, Lula pode ser impedido de disputar as próximas eleições presidenciais em razão de um processo judicial que atende aos anseios da Globo, de partidos de direita e do Departamento de Estado do governo norte-americano, que tem interesse na destruição de setores estratégicos da economia nacional e na entrega de riquezas como o pré-sal.




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Gasolina aumenta 19,6% em seis meses e já custa quase R$ 5 em alguns Estados


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21/01/2018 - A tragédia econômica do governo de Michel Temer é refletida no preço dos combustíveis; valor da gasolina já mudou 133 vezes e subiu quase 20% nos últimos seis meses;  valor médio, de R$ 4,20, é o maior já registrado na série histórica da ANP, sem descontar a inflação; escalada está relacionada à nova política de ajustes da Petrobrás, liderada por Pedro Parente; especialistas sugerem adoção de tributo variável para amortecer as variações no preço.

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Sérgio Moro usou malabarismos dedutivos para condenar Lula


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21/01/2018 - O colunista Janio de Freitas criticou amplamente a condenação do ex-presidente Lula pelo juiz Sergio Moro no caso do triplex da OAS e aproveitou para apontar falhas graves na sentença e até na validade do caso ser julgado pelo TRF-4, em Porto Alegre; "A rigor, estarão em julgamento o réu Lula e a sentença de Moro, a ser julgada em seus possíveis erros e acertos. E nesse julgamento paralelo os três juízes federais se deparam com malabarismos dedutivos, justificativas gelatinosas e vazios que, para serem aceitos, exigiriam o mesmo do novo julgador".

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ALEX SOLNIK | Cabral acorrentado pela ditadura da Lava Jato

Alex Solnik é jornalista. Já atuou em publicações como Jornal da Tarde, Istoé, Senhor, Careta, Interview e Manchete. É autor de treze livros, dentre os quais "Porque não deu certo", "O Cofre do Adhemar", "A guerra do apagão" e "O domador de sonhos"

20 de Janeiro de 2018

A exibição do ex-governador Sérgio Cabral algemado e acorrentado é mais um sinal que a Lava Jato manda à sociedade de que continua disposta a afrontar as leis do estado de direito e exige poderes de exceção para “combater a corrupção” nem que para isso seja necessário instituir uma ditadura policial.


Tenha sido de quem seja a decisão de proporcionar esse espetáculo dantesco que só se via no Brasil nos tempos da escravidão e, no mundo, no período da Inquisição não foi uma escolha individual.

Não há mais dúvida que a Lava Jato precisa de um ambiente de trevas para ir em frente em sua cruzada, encorajada pelos aplausos da classe média equivocada e esquizofrênica.

A Lava Jato manda a seguinte mensagem aos brasileiros: vocês querem acabar com a corrupção? Isso só é possível com o fim do estado de direito.

Coloca, então, diante de nós o falso dilema: ou democracia com corrupção ou ditadura sem corrupção.

Os brasileiros ainda têm a opção de sair às ruas para protestar contra essa ameaça real à democracia antes que a Lava Jato avance ainda mais em direção à Idade Média.


Brasil 247
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Defesa de Cabral vai acionar Sérgio Moro e Fernando Segóvia pelo "tratamento selvagem e ilegal"


O ex-governador do Rio de Janeiro, Sergio Cabral, decidiu processar criminalmente o juiz Sergio Moro e o diretor-geral da Polícia Federal, Fernando Segóvia, por ter sido conduzido com algemas nas mãos e correntes nos pés, tal qual se fazia com os escravos no Brasil; a notícia foi dada pelo colunista Lauro Jardim, do Globo, que afirma que Cabral recebeu um "tratamento selvagem e ilegal"; em vídeo postado nesta tarde, o deputado federal Wadih Damous (PT-RJ), que já presidiu a seccional da Ordem dos Advogados do Brasil no Rio de Janeiro, se mostrou indignado e disse que "fascistas da Lava Jato" acorrentaram Cabral para ameaçar todos os que lutam por democracia no Brasil

20 DE JANEIRO DE 2018

O ex-governador do Rio de Janeiro, Sergio Cabral, decidiu processar criminalmente o juiz Sergio Moro e o diretor-geral da Polícia Federal, Fernando Segóvia, por ter sido conduzido com algemas nas mãos e correntes nos pés, tal qual se fazia com os escravos no Brasil.

A notícia foi dada pelo colunista Lauro Jardim, do Globo, que afirma que Cabral recebeu um "tratamento selvagem e ilegal".

Em vídeo postado nesta tarde, o deputado federal Wadih Damous (PT-RJ), que já presidiu a seccional da Ordem dos Advogados do Brasil no Rio de Janeiro, se mostrou indignado e disse que "fascistas da Lava Jato" acorrentaram Cabral para ameaçar todos os que lutam por democracia no Brasil, às vésperas do julgamento em que Lula pode ser condenado sem provas.

Leia, abaixo, a nota de Lauro Jardim:

Tratamento Selvagem

O tratamento selvagem (e ilegal) dado a Sérgio Cabral pela PF na sua transferência para Curitiba começa a ter consequências.

A defesa de Cabral dará entrada no início da semana com uma notícia criminal contra o juiz Sérgio Moro e contra Fernando Segóvia, diretor-geral da PF. Vai alegar que Cabral "foi conduzido e exibido de forma desumana".

Mais: a força-tarefa da Lava-Jato no Rio de Janeiro, que nada tem a ver com o que ocorreu, vai apurar já na segunda-feira quem foram os responsáveis pela extravagante decisão.


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Sentença de Sérgio Moro é medieval explicou Euclides Mance




20/01/2018 - Filósofo autor do livro "Falácias de Moro" afirma, em entrevista à TV 247, afirma que quando leu a sentença do juiz Sergio Moro contra o ex-presidente Lula notou "que havia nela várias falhas de lógica – e não eram poucas"; "Falácia é um erro de raciocínio", explicou Euclides Mance, "que leva a tomar o falso por verdadeiro"; "A existência das falácias invalida as conclusões a que o juiz chega", acrescenta; segundo ele, "a sentença não diz quem, onde, como, quando, porque e com quais poderes tornou o ex-presidente proprietário real desse imóvel, pois ele nunca foi entregue, o ex-presidente nunca o recebeu".

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FIOCRUZ qualifica profissionais de São Gonçalo do Amarante em Educação Popular em Saúde


20/01/2018

Agentes de Saúde, Endemias, além de representantes do Conselho Tutelar e Conselho Comunitário de Saúde participam de um curso de Educação Popular em Saúde.

O objetivo do curso é fortalecer a ideia dos saber popular no contexto do Sistema Único de Saúde – SUS, aprofundando as práticas de saberes e o trabalho do cotidiano, buscando a capacitação, conscientização e potencialização de diretrizes teóricas e metodológicas da Política Nacional do Ministério da Saúde.

O curso de Educação Popular em Saúde é uma iniciativa da Fundação Oswaldo Cruz, em parceria com o Ministério da Saúde e o Governo Municipal, por meio da Secretaria de Saúde.


Com informações da Assessoria de Comunicação - Asscom
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Vergonha Nacional: STJ libera infratora das leis trabalhistas a assumir o trabalho



O vice-presidente do STJ, ministro Humberto Martins, concedeu decisão liminar permitindo a posse da deputada Cristiane Brasil (PTB-RJ) no Ministério do Trabalho; filha do deputado cassado Roberto Jefferson, protagonista do mensalão, Cristiane foi condenada por desrespeitar leis trabalhistas; ela também é acusada de servidora funcionária pública como motorista particular 

20 DE JANEIRO DE 2018

O Superior Tribunal de Justiça (STJ), por meio de sua assessoria de imprensa, informou neste sábado (20) que o vice-presidente da corte, Humberto Martins, concedeu decisão liminar permitindo a posse da deputada Cristiane Brasil (PTB-RJ) no Ministério do Trabalho.

Filha do deputado cassado Roberto Jefferson, protagonista do mensalão, Cristiane foi condenada por desrespeitar leis trabalhistas. Ela também é acusada de servidora funcionária pública como motorista particular.

A decisão ainda não consta na tramitação processual no site do STJ já que, segundo a assessoria, a inclusão do despacho será feita pelo gabinete do próprio ministro.

A decisão atende a pedido da Advocacia Geral da União (AGU), que representa o governo junto à Justiça. Anteriormente, o órgão teve três pedidos semelhantes negados no Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2), de segunda instância.

No recurso ao STJ, a AGU contestou a tese de que a nomeação de Cristiane Brasil contraria o princípio da moralidade, determinado pela Constituição, por causa de condenações que ela sofreu na Justiça Trabalhista.


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TEREZA CRUVINEL | Acorrentar Cabral foi mais uma evidência do Estado de Exceção

Colunista do 247, Tereza Cruvinel é uma das mais respeitadas jornalistas políticas do País
20 de Janeiro de 2018

Não havia risco de fuga nem de agressão do preso aos policiais. Mesmo assim, em mais uma demonstração de força e arbitrariedade, a Lava Jato submeteu o ex-governador Sergio Cabral a uma humilhação desnecessária, ferindo o direito à dignidade garantido aos presos, inclusive por tratados internacionais. Depois de ser transferido do Rio par a Curitiba ele foi apresentado à imprensa com os pés acorrentados e os punhos algemados, como se se tratasse de um perigoso serial killer ou de um criminoso esquizofrênico  que precisava ser contido por uma camisa de força. No momento em que espera colher seu maior troféu, a condenação do ex-presidente Lula, a Lava Jato usou Sergio Cabral com propósito claramente exibicionista e mais uma vez demonizador da classe política. Cabral foi abusado, mas quem pode alguma coisa contra os abusos da Lava Jato?


Neste momento em que os holofotes se voltam para o TRF-4, em Porto Alegre, onde Lula terá julgado seu recurso contra a condenação de Sergio Moro, o juiz de Curitiba precisava recuperar seu protagonismo. Há algumas semanas  só se fala em Gebran Neto, Vitor Laus e Leandro Paulsen, os três desembargadores que julgarão Lula em segunda instância.  A Lava Jato de Curitiba – procuradores, PF e Moro - precisava de um espetáculo. Atendendo a pedido do Ministério Público, Moro determinou a transferência de Sergio Cabral para Curitiba, alegando que ele desfrutava de regalias na cadeia de Benfica, no Rio, embora também em Curitiba seja conferido tratamento diferenciado aos presos da Lava Jato.  Se fosse feita discretamente, como poderia ter sido,  a transferência não produziria o efeito desejado. E assim Cabral foi apresentado, ao chegar, acorrentado pelos pés e algemado, providências absolutamente desnecessárias. Naquela situação, saindo de um avião, não havia o menor risco de que o preso fugisse ou de que agredisse  os que o escoltavam.  Necessário era o espetáculo e a demonstração de força. E, principalmente, a lembrança de que a cruzada contra a corrupção,  que levou Cabral e tantos outros à prisão e Lula aos tribunais,  é obra deles, da turma de Curitiba.

— A Constituição proíbe esse tipo de tratamento desumano e cruel. As algemas para os pés só são admissíveis em situação que há risco de fuga ou agressão. No Brasil, temos uma tradição de maus tratos. Os aparelhos de repressão precisam se autoanalisar e tomar consciência, assim como a sociedade, de que não existe poder absoluto – disse ao Globo o ex-ministro do STF Ayres Britto. Outros juristas manifestaram-se no mesmo sentido, condenando a humilhação desnecessária de Cabral.

Até quando a consciência democrática do Brasil achará normal toda as anormalidades cometidas por Curitiba? Depois reclamam quando se fala em Estado de Exceção.


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Sérgio Moro não se contenta em punir, seu objetivo é ultrajar. Internem este homem ele é um doente




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"Quero me ater ao tratamento – discriminatório, abusivo e desnecessário – dado ao cidadão Sérgio Cabral ao chegar no IML do Paraná. Abatido, cambaleante, ele mal conseguia andar, algemado nas mãos e nos pés pelos policiais federais, certamente em cumprimento à determinação do juiz responsável pela decisão, Sergio Moro", escreve o jornalista Ricardo Bruno em artigo no 247; "Há que se separar a punição prevista em lei da vingança pura e simples. O Estado pune estritamente dentro da lei. O aparelho estatal não pode se transformar num instrumento para vendetas tampouco para demonstrações públicas de afirmação de poder", argumenta Ricardo Bruno.


20 DE JANEIRO DE 2018

Deixemos de lado os crimes praticados pelo ex-governador, vamos também nos abster da análise dos motivos questionáveis que levaram o juiz Sérgio Moro a determinar a sua transferência para Curitiba. São questões de trabalho para seus defensores. Quero me ater ao tratamento – discriminatório, abusivo e desnecessário – dado ao cidadão Sérgio Cabral ao chegar no IML do Paraná. Abatido, cambaleante, ele mal conseguia andar, algemado nas mãos e nos pés pelos policiais federais, certamente em cumprimento à determinação do juiz responsável pela decisão, Sergio Moro.
Há que se separar a punição prevista em lei da vingança pura e simples. O Estado pune estritamente dentro da lei. O aparelho estatal não pode se transformar num instrumento para vendetas tampouco para demonstrações públicas de afirmação de poder. Para ser respeitado, o poder deve ser exercido sempre de modo sereno, discreto, mas firme. Muito firme. Esta não parece ser a linha das autoridades da Lava Jato, que exorbitam na busca do reconhecimento público de que estão coibindo o crime. Fazem questão de produzir encenações degradantes como se isto desse mais credibilidade às decisões. Imagens assim fazem-me lembrar das condenações da idade média, com a degola do acusado em praça pública.
As cenas de humilhação impostas a Cabral em Curitiba traz estupefação e nos faz crer que efetivamente já vivemos em um estado de exceção. Dir-se-á: a lei autoriza este procedimento. Eu indago: Por que não se faz isto com todos os réus da Lava Jato? Alguém se lembra de ter visto Eduardo Cunha ou Marcelo Odebrecht em situação tão degradante. Ora, se a regra não é para todos, resta evidente seu caráter injusto e discricionário.
O Brasil não pode continuar prisioneiro deste grupo que, a pretexto de combater a corrupção, ultrapassa os limites do razoável, avilta, humilha, ultraja ao invés de simplesmente punir. Com a palavra os ministros da Suprema Corte,.

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Ceará goleia o Guarani de Juazeiro por 5 a 2 na estreia do Campeonato Cearense


O Alvinegro volta a entrar em campo pelo Estadual em menos de 48 horas, neste domingo, às 16 horas, diante do Iguatu, no Morenão


20/01/2018 - Último time a estrear no Campeonato Cearense, o Ceará passeou sobre o Guarani de Juazeiro na noite desta sexta-feira, 19, no Estádio Presidente Vargas. O Vovô aplicou uma goleada por 5 a 2 sobre o Leão do Mercado, mas com chances de construir um placar bem mais elástico. Os lances desperdiçados e dois cochilos da defesa alvinegra evitaram uma diferença maior no placar.

A diferença de qualidade técnica entre as duas equipes ficou nítida nos primeiros 45 minutos de jogo. O Ceará controlou o primeiro tempo inteiro e criou várias oportunidades de gol. As chegadas do alvinegro se alternavam entre os bons cruzamentos de Ricardinho e as jogadas de Andrigo e Felipe  Azevedo pelas pontas.

O entrosamento do alvinegro, apesar do pouco tempo de preparação, ficou representado por um ataque que envolveu Ricardinho, levantando bola para a área, Pedro Ken, raspando de cabe e Elton arumando de peito para a finalização de Felipe Azevedo.

O nome do primeiro tempo foi Andrigo. Além dos dois gols, marcados quase da mesma posição, um com a perna direita outro com a perna esquerda, ele ainda pressionou o goleiro David, que tocou errado parado Elton, gerando o terceiro gol.

Se a fatura já parecia liquidada, na etapa complementar, mesmo diminuindo o ritmo, o Ceará ainda conseguiu ampliar a conta. Ricardinho, de pênalti, fez o quarto e Pedro Ken, finalizando de dentro da área a quinto.

Reação tardia

Com o jogo definido e o cansaço batendo, o elenco alvinegro diminuiu ainda mais o ritmo. O Guarani ainda apostava no único recurso que tinha, a velocidade. Em dois cochilos da defesa alvinegra, Leilson balançou as redes duas vezes.

Nos quinze minutos finais, mesmo sem abdicar de atacar, o Ceará aceitou a pressão rubro-negra e ficou no campo de defesa, saindo em contra-golpes. Com chutes de Dunga, de longe e na bola parada, o Guarani quase conseguiu diminuir ainda mais a diferença.

O Alvinegro volta a entrar em campo pelo Estadual em menos de 48 horas, neste domingo, às 16 horas, diante do Iguatu, no Morenão.


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Eu já sabia que Aécio era playboy, mas não tão ladrão assim, afirmou Dilma



19/01/2018 - Derrubada pelo golpe liderado pelo senador Aécio Neves (PSDB-MG), em parceria com Eduardo Cunha, condenado a mais de 15 anos de prisão, a presidente deposta Dilma Rousseff afiou as garras contra o parlamentar mineiro, contra quem pode disputar uma vaga no Senado, em 2018; “Minha filha, quem é que não sabia quem era Aécio, pô? Fui presidente da República, você acha que não tenho uma avaliação do Aécio? Não sabia que ele era tão ladrão, mas que ele era superficial, irresponsável, playboy, inconsequente, e que a mídia o protegia, eu sabia", afirma; responsável direto pela destruição da democracia brasileira, Aécio é investigado em mais de nove inquéritos, acusado de receber propinas de mais de R$ 50 milhões de várias empreiteiras; blindado, virou o símbolo da impunidade no Brasil.

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Atropelador de Copacabana com CNH cassada é funcionário da Globo, mas a emissora esconde


Informação foi confirmada ao 247 por telefone pela assessoria de imprensa da emissora, mas vem sendo omitida em suas reportagens; a própria Globo noticiou que Antonio Almeida de Anaquim, de 41 anos, está com a carteira suspensa desde 2014 e que o Detran informou que o documento será cassado e que ele omitiu sofrer de epilepsia desde os 12 anos; consulta no site do órgão mostra que ele tinha 62 pontos e 14 multas nos últimos 5 anos


19 DE JANEIRO DE 2018

O motorista Antonio Almeida de Anaquim, de 41 anos, é funcionário da Globonews, mas isso vem sendo omitido pela emissora. A informação foi confirmada ao 247 por telefone pela assessoria de imprensa do canal.

A própria Globo noticiou que Anaquim está com a carteira suspensa desde 2014 e que o Detran informou que o documento será cassado e que ele omitiu sofrer de epilepsia desde os 12 anos. Uma consulta no site do órgão mostra que ele tinha 62 pontos e 14 multas nos últimos 5 anos.

Depois do atropelamento em Copacabana, que deixou uma vítima de 8 meses e 16 pessoas feridas nesta quinta-feira 19, fotos do motorista nos estúdios da Globonews começaram a circular nas redes sociais, inclusive com a presença de jornalistas da emissora.

O apresentador Flávio Fachel chegou a negar a informação no Twitter: "Prezado amigo que prefere se informar somente por grupos de WhatsApp: o Antônio de Almeida Anaquim nunca foi funcionário da Globo News. As fotos que estão nas redes sociais dele são de uma visita antiga feita à emissora".

Leia mais na reportagem da Agência Brasil:

Motorista que feriu 16 e matou um bebê em acidente no Rio deixa a delegacia

Ana Cristina Campos – Dezenove horas após haver atropelado 17 pessoas na Praia de Copacabana, na noite de ontem (18), o motorista Antônio de Almeida Anaquim deixou a 12ª Delegacia de Polícia por volta das 15h30 de hoje (19) sem falar com a imprensa.

Um bebê de 8 meses morreu e 16 pessoas ficaram feridas no atropelamento. O motorista responderá pela morte do bebê e lesão corporal das outras pessoas.

Anaquim foi ouvido pelo delegado da 12ª DP Gabriel Ferrando, que disse mais cedo que um possível ataque epilético no motorista é a principal linha de investigação. Até o momento, a avaliação do delegado é que o crime foi um homicídio culposo, em que não há intenção de matar.

O delegado argumentou que a legislação não prevê prisão em flagrante para casos de atropelamento em que o motorista se mantém no local do incidente. A prisão também foi descartada porque os exames iniciais não apontaram ingestão de álcool e outras substâncias, e também porque o motorista não participava de um pega.

Ferrando também considera que a alta velocidade do carro, ao que tudo indica, foi causada pela disritmia, decorrente do problema epilético.


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Sérgio Moro e sua Lava Jato destruíram milhares de empregos e deixaram escombros em todo o País

Até a Gazeta do Povo reconhece que o juiz Sérgio Moro e sua lava jato destruíram milhares de empregos e deixaram escombros em todo o país; mas o ex-jornalão curitibano conta a desgraceira que a operação do magistrado causou na indústria naval brasileira; somente no município de Rio Grande, no Sudeste do Rio Grande do Sul, o “combate à corrupção” custou ao menos 24 mil empregos de pais de famílias


19 DE JANEIRO DE 2018

Até a vetusta Gazeta do Povo, blog de extrema-direita, reconhece que o juiz Sérgio Moro e sua lava jato destruíram milhares de empregos e deixaram escombros em todo o país. Mas o ex-jornalão curitibano conta a desgraceira que a operação do magistrado causou na indústria naval brasileira. Somente no município de Rio Grande, no Sudeste do Rio Grande do Sul, o “combate à corrupção” custou ao menos 24 mil empregos de pais de famílias.

A operação do juiz Sérgio Moro deixou criou uma destruição no município e hoje restam apenas 1,5 mil metalúrgicos trabalhando no estaleiro quase fantasma.

A Gazeta do Povo — que não é nenhum blog de esquerda, frisa-se — teve um lampejo ao abrigar o bom jornalismo para denunciar que a lava jato gerou escombros e que plataformas de petróleo novinhas em folha foram vendidas como se fossem sucata.

“Escombros da Lava Jato: plataformas de petróleo novinhas são vendidas como sucata”, diz a manchete de um texto preciso de Lucio Vaz ao relatar a agonia do Estaleiro Rio Grande, vítima do ataque da operação de Sérgio Moro à indústria naval brasileira.

A reportagem de Vaz informa que as 152 mil toneladas de aço das plataformas P-71 e P-72 foram vendidas por R$ 70 milhões para a siderúrgica Gerdau.

“É uma lástima, um crime de lesa-pátria. Compraram o aço a preço de ouro e estão vendendo a preço de lixo”, afirmou o presidente do sindicato, Benito Gonçalves.

A empresa que estava responsável pela construção das plataformas era a Ecovix, braço naval da Engevix, que entrou em recuperação judicial após ser alvo da operação lava jato. Em virtude disso, a empresa não conseguiu entregar os cascos praticamente prontos que foram transformados em sucata.

Lucio Vaz explica que dois integrantes da cúpula da Engevix, Gerson Almada e Antunes Sobrinho, foram condenados pela Justiça Federal em primeira instância por envolvimento no escândalo do petrolão, que apurou o pagamento de propina a políticos a partir do superfaturamento de obras contratadas pela Petrobras.

Note o caro leitor que, além dos empregos perdidos, houve um prejuízo bilionário maior do que a lava jato diz ter recuperado em quase 4 anos de operação.

Enfim, a Gazeta do Povo reconhece que Sérgio Moro é responsável pelos milhares de desempregados e por destruir a economia do país.


Blog do Esmael
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