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São Gonçalo do Amarante - CE - Domingo 18 de Abril de 2021 - Ano: XIII - Edição: 4.564

Com pandemia e a ineficiência de Bolsonaro, classe média é reduzida ao menor patamar em 10 anos

(Foto: ABr)

Segundo estudo do Instituto Locomotiva, o percentual de brasileiros de classe média passou de 51% em 2020 para 47% em 2021, mesmo tamanho da "classe baixa"

18 de abril de 2021

Os efeitos econômicos da pandemia da Covid-19 e a lentidão da recuperação no Brasil aumentaram não somente a pobreza, mas também fizeram com que a classe média fosse reduzida ao menor patamar em 10 anos. É o que mostra levantamento do Instituto Locomotiva.

De acordo com o estudo, o percentual de brasileiros de classe média passou de 51% em 2020 para 47% em 2021, mesmo tamanho da "classe baixa".

A pesquisa considera como classe média famílias com renda mensal per capita entre R$ 667,87 e R$ 3.755,76

Dados do Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) mostram que famílias de classe média perderam entre 20% e 50% da renda mensal, sendo que 7% delas ficaram completamente sem trabalho.

Brasil 247

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Lula pode pleitear indenização por ter passado 580 dias preso injustamente, diz Gilmar Mendes

(Foto: ABr | Felipe L. Gonçalves/Brasil247)

O ministro do STF destacou, ainda, que a suspeição do ex-juiz Sergio Moro na Corte está definida e não será revista

18 de abril de 2021

O ministro do Supremo Tribuna Federal (STF), Gilmar Mendes, declarou que o ex-presidente Lula pode pleitear indenização por ter passado 580 dias preso injustamente. “Não sei se ele vai fazer, mas é uma questão a ser considerada”, disse, em entrevista a Rafael Moraes Moura e Andreza Matais, publicada neste domingo (18), em O Estado de S. Paulo.

Mendes também destacou que a suspeição do ex-juiz Sergio Moro, julgada pela Corte, não será revista.

“Essa questão está resolvida. Porque, de fato, nós julgamos o habeas corpus (da suspeição de Moro na Segunda Turma). Nós temos que ser rigorosos com as regras processuais. Não podemos fazer casuísmo com o processo, por se tratar de A ou de B. O que é curioso é que eu propus que a matéria fosse afetada ao plenário, na época, em 2018, no início do julgamento. E por três a dois a minha posição ficou vencida. E, agora, a decisão foi tomada”, disse.

Revista Fórum

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Gilmar Mendes diz que suspeição de Sérgio Moro pelo STF já está definida e não será revista

"Nós temos que ser rigorosos com as regras processuais", afirmou o ministro Gilmar Mendes sobre o caso do ex-juiz de Curitiba

18 de abril de 2021

O ex-juiz Sergio Moro, que segundo reportagem do Le Monde trabalhou contra o Brasil e a serviço dos Estados Unidos, já está condenado por parcialidade pelo Supremo Tribunal Federal e o caso não será revisto. Quem garante é o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal.

"Essa questão está resolvida. Porque, de fato, nós julgamos o habeas corpus (da suspeição de Moro na Segunda Turma). Nós temos que ser rigorosos com as regras processuais. Não podemos fazer casuísmo com o processo, por se tratar de A ou de B. O que é curioso é que eu propus que a matéria fosse afetada ao plenário, na época, em 2018 no início do julgamento. E por três a dois a minha posição ficou vencida. E, agora, a decisão foi tomada", disse ele, em entrevista ao jornal Estado de S. Paulo.

Gilmar disse ainda que, em tese, Lula pode pleitear indenização por ter passado 580 dias preso injustamente. "Não sei se ele vai fazer, mas é uma questão a ser considerada", afirmou.

Brasil 247

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Os desembargadores do TRF-4 não podem ser poupados no julgamento dos horrores da Lava Jato

Por Kiko Nogueira - 18 de Abril de 2021

O ex-juiz Sergio Moro está pagando, merecidamente, pelas estripulias na Lava Jato juntamente com Dallagnol e a patota de Curitiba.

Edson Fachin, ao tentar protegê-los, acabou por expô-los ainda mais. O ministro do STF sai queimado do episódio. Agora tentar largar o pepino pedindo para migrar para a Primeira Turma.

Mas e os desembargadores do TRF-4? Onde andam? Por que foram esquecidos no debate?

Moro não seria nada sem eles. O estrago para o direito e a democracia tem as digitais desses especialistas em leitura dinâmica.

Em janeiro de 2018, o caso do triplex do Guarujá foi julgado ao vivo na TV pelos desembargadores Leandro Paulsen, Victor Laus e João Gebran Neto.

Foram unânimes não só ao aceitar os termos da sentença de Moro como determinaram o aumento da pena de 9 anos e 6 meses para 12 anos e um mês, abrindo caminho à prisão de Lula.

O presidente daquela corte, Thompson Flores, havia qualificado a sentença de Sergio Moro, que não contém uma mísera prova contra o ex-presidente, como “irretocável”.

De todas as apelações feitas no âmbito da Lava Jato, o trâmite da de Lula foi velocíssimo. Desde a sentença até a tramitação do recurso em segunda instância passaram-se apenas 42 dias, um recorde.

“O aumento da pena de Lula fica mais esquisito quando se nota que o objetivo nítido é evitar prescrição. Mas este critério não consta do Código Penal como legítimo para sustentar dosimetria de pena”, escreveu Flávio Dino no Twitter.

O relator Gebran chegou a dizer que Lula teria sido o chefe de uma suposta quadrilha que indicava cargos, o que em nenhum momento foi objeto da denúncia.

Gebran declarou em um livro de sua autoria que ele e Sergio Moro tinham “uma amizade que só faz crescer”.

“Desde minhas primeiras aulas no curso de mestrado encontrei no colega Sérgio Moro, também juiz federal, um amigo”, declarou.

“Homem culto e perspicaz, emprestou sua inteligência aos mais importantes debates travados em sala de aula. Nossa afinidade e amizade só fizeram crescer nesse período”.

O outro lhe dedicou o prefácio de sua famosa tese de mestrado, aquela em que lhe agradeceu “a revisão do testo” (sic).

Os processos que Lula responde no TRF-4 foram suspensos com a decisão de Fachin, que anulou as condenações na 13º Vara Federal de Curitiba.

Além do triplex, Lula foi condenado ali pelo sítio de Atibaia. Mais dois processos relacionados a denúncias de propinas para o Instituto têm recursos que tramitavam no Tribunal.

Em março, diálogos da Operação Spoofing indicaram que os procuradores acreditavam que Moro mantinha contato com os desembargadores.

De acordo com os documentos, o tribunal era chamado de ‘a Rússia do Russo’ e de ‘Kremelin’.

No dia 17 de abril de 2017, os integrantes da Força-Tarefa afirmavam não acreditar em reversão de uma decisão de Moro pelo tribunal de apelação.

“Não acho que vai dar merda”, disse Deltan Dallagnol.

“A Rússia já deve ter conversado com a sua Rússia”, secundou Roberson Pozzobon, o “Robito”.

Moro e a turma de Deltan não merecem que os deixem sós nos bancos da história.

DCM

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JEFERSON MIOLA | A herança catastrófica da Lava Jato

(Foto: ABr)

"Sérgio Moro e os parceiros na PF, MPR, judiciário, mídia etc que tomaram parte desta engrenagem têm de ser responsabilizados pela corrupção do sistema de justiça e pelas injustiças cometidas contra Lula e sua família, como também têm de ser responsabilizados pelas consequências catastróficas e profundas que legaram ao país", aponta Jeferson Miola

18 de abril de 2021

Integrante do Instituto de Debates, Estudos e Alternativas de Porto Alegre (Idea), foi coordenador-executivo do 5º Fórum Social Mundial

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A Lava Jato chega ao fim deixando várias heranças catastróficas em uma nação destroçada e espoliada.

A maior corrupção judicial da história da humanidade, a milicianização das instituições, o gangsterismo político e o descrédito na justiça são algumas destas heranças.

O golpe contra Dilma, a destruição da economia, a dissolução de setores estratégicos, a eliminação de mais de 4 milhões de postos de trabalho diretos e a perda de quase R$ 200 bilhões em investimentos também são heranças malditas da Lava Jato.

Mas o pior dos piores legados da Lava Jato é Bolsonaro e os generais que tomaram o poder numa eleição manipulada pela gangue chefiada por il capo di tutti capi Sérgio Moro.

O governo Bolsonaro é destas aberrações históricas que jamais aconteceriam se não tivesse existido uma aberração de magnitude equivalente, como a Lava Jato. Sem esta operação concebida nos EUA e chefiada por Moro no Brasil, a farsa jurídica para tirar Lula da eleição de 2018 não seria viável.

Com o governo dos generais, o Brasil não só foi rebaixado para a 12ª posição dentre as principais economias do planeta, como se tornou pária internacional.

Durante os governos petistas, Lula e Dilma sentavam-se à mesa do G-7, G-20, dos BRICS; a América do Sul prosperava, o Brasil comandava a FAO, a OMC, o Novo Banco de Desenvolvimento e liderava as iniciativas mundiais sobre clima, desenvolvimento sustentável e eliminação da fome no mundo.

Hoje o genocida do Planalto que desintegrou o continente e desestabilizou a região é malquisto e rechaçado em praticamente todos os países do globo. O governo genocida é considerado uma ameaça planetária.

A “eficácia” da diplomacia da vergonha é provada por turistas brasileiros, só aceitos no México, Afeganistão, República Centro Africana, Albânia, Costa Rica, Nauru e Ilha de Tonga.

Bolsonaro e os generais alçados ao poder graças à farsa lavajatista são os dispositivos decisivos para a consecução do devastador saqueio e assalto dos fundos públicos pelos capitais e oligarquias dominantes.

O Brasil é uma terra arrasada, queimada e derretida. Os povos originários, as comunidades tradicionais e o povo negro estão sendo alarmantemente alvejados por políticas de extermínio.

Hoje a maioria da população brasileira – 116 milhões de pessoas, que representam 55,2% da população, de acordo com a Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar – passa fome em diferentes níveis de severidade. As mulheres, as pessoas negras e residentes no norte e nordeste são as principais vítimas.

Antes da Lava Jato, o Brasil vivia uma realidade de pleno emprego. Hoje, com o governo militar parido pela Lava Jato, o desemprego formal beira os 15%, afora dezenas de milhões de trabalhadores desalentados, precarizados, uberizados e em situação de miséria.

O morticínio programado – bastante subnotificado, deve-se reconhecer – de quase 400 mil brasileiros e brasileiras é a marca mais macabra da barbárie instalada no Brasil pelo governo instalado com a farsa promovida pela Lava Jato, que também legou ao país um ambiente de ódio, rancor e profunda divisão.

É impossível acreditar, diante das revelações acerca da monstruosa patifaria engendrada pela gangue da Lava Jato, que alguém ainda possa defender – quando não incensar, como fazem alguns ministros do STF – esta organização criminosa que lançou o país no precipício e legou esta realidade trágica e calamitosa.

Sérgio Moro e os parceiros na PF, MPR, judiciário, mídia etc que tomaram parte desta engrenagem têm de ser responsabilizados pela corrupção do sistema de justiça e pelas injustiças cometidas contra Lula e sua família, como também têm de ser responsabilizados pelas consequências catastróficas e profundas que legaram ao país.

O fim da Lava Jato não significa o fim do milicianismo lavajatista, que continua bastante ativo nas instituições de Estado, na mídia hegemônica e nas estruturas políticas da direita e da extrema-direita.

Somente num contexto de modificação da correlação social de forças sociais será possível extirpar esta herança catastrófica da realidade nacional.

Brasil 247

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Flávio Bolsonaro sofre acidente na Taíba, em São Gonçalo do Amarante e é atendido em uma UPA construída pelo PT

(Foto: Reprodução/Instagram)

O senador sofreu lesões leves no ombro e na clavícula e foi atendido na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) 24h do Pecém, em São Gonçalo do Amarante - CE

17/04/2021

O senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) sofreu um acidente na tarde deste sábado, 17, enquanto passeava de quadriciclo em uma área de dunas na praia da Taíba, em São Gonçalo do Amarante.

O senador sofreu lesões leves no ombro e na clavícula e foi atendido na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) 24h do Pecém. A unidade chegou a planejar transferir Flávio para um hospital da rede pública do Estado, mas o próprio senador teria recusado a oferta e optado por embarcar de volta em um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) para Brasília.

Conforme o jornalista Clóvis Holanda noticiou neste sábado, Flávio estava hospedado com a esposa, Fernanda Bolsonaro, e os filhos do casal no Carmel Taíba, hotel de luxo de São Gonçalo do Amarante. O destino é disputado por famosos e empresários e tem diárias a partir de R$ 3.549,00.

Leia mais em O Povo


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‘Em qualquer lugar sério, a turma de Curitiba estaria presa’, diz a jurista Gisele Cittadino

(Foto: Divulgação)

De acordo com a jurista, os procuradores da Lava Jato de Curitiba e o ex-juiz Sergio Moro traíram o Brasil ao colaborarem secretamente com os Estados Unidos e a Suíça. A cooperação clandestina já foi, inclusive, destaque na imprensa internacional

15 de abril de 2021

A jurista Gisele Cittadino, integrante do Grupo Prerrogativas (Prerrô) e da Associação Brasileira de Juristas pela Democracia (ABJD), afirmou à TV 247 que em qualquer país sério do planeta os procuradores da Lava Jato de Curitiba estariam na cadeia.

“Em qualquer país sério do mundo, o lugar dessa gente era na cadeia, ou pelo menos afastados dos serviços. Em qualquer lugar sério eles estariam presos”, afirmou a jurista.

Para ela, o grupo traiu o próprio país ao colaborar secretamente com os Estados Unidos e com a Suíça, cooperação esta que inclusive foi destaque na imprensa suíça em meados de fevereiro deste ano. O Le Monde, principal jornal da França, destacou nas últimas semanas os serviços prestados pelo ex-juiz Sergio Moro aos norte-americanos.

Brasil 247

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"É preciso agora processar o vende-pátria Sérgio Moro", diz Stédile

 

Líder do MST diz que anulação dos processos contra Lula não basta. É também preciso punir o ex-juiz condenado por parcialidade

17 de abril de 2021

O líder do MST, João Pedro Stédile, avalia que a anulação dos processos contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, repõe apenas parcialmente a justiça no Brasil. Segundo ele, é também necessário punir o ex-juiz Sérgio Moro, condenado por parcialidade pelo Supremo Tribunal Federal, e que, segundo reportagem do jornal francês Le Monde, trabalhou a serviço dos Estados Unidos e contra os interesses do Brasil.

"O STF confirmou a inocência do @LulaOficial e devolveu seus direitos políticos. Antes tarde do que mais tarde ou nunca! Agora, falta processar o vende-pátria do ex-juiz e ex-ministro e ex-tudo Sérgio Moro. Que se exile em Miami com a vergonha que está passando", postou Stédile em seu twitter.

Brasil 247

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Golpe contra Dilma Rousseff completa cinco anos, marcados pela destruição da economia, das instituições e da imagem do Brasil


No dia 17 de abril de 2016, Eduardo Cunha conduziu a sessão mais infame da história da Câmara dos Deputados, dando início a um período de destruição nacional, que abriu as portas para a retirada de direitos dos trabalhadores, para a entrega do petróleo e para a ascensão do fascismo

17 de abril de 2021

No dia 17 de abril de 2016, há exatos cinco anos, o Brasil provocou perplexidade internacional, ao revelar ao mundo que uma sessão da Câmara dos Deputados seria capaz iniciar um processo de impeachment contra uma presidente honesta, Dilma Rousseff, com votos de parlamentares corruptos, como Eduardo Cunha, e exaltadores da tortura, como Jair Bolsonaro. Naquele dia, foi realizada a sessão mais infame da história da Câmara dos Deputados, a partir de uma farsa: a tese das "pedaladas fiscais" criada pelo PSDB para retornar ao poder após quatro derrotas eleitorais.

Naquela sessão, parlamentares corruptos se uniram para derrubar um governo progressista e instalar no poder uma aliança entre a velha política representada por Michel Temer e o neoliberalismo do PSDB e do DEM. Graças a essa farsa histórica, apoiada pelos veículos de comunicação da imprensa corporativa, teve início um processo de destruição da economia nacional, das instituições republicanas e da imagem internacional do Brasil. Após a queda de Dilma, acelerou-se a retirada de direitos trabalhistas, a entrega do pré-sal e o fim da soberania nacional. Os governos seguintes, do traidor Michel Temer e do neofascista Jair Bolsonaro, praticamente eliminaram a influência geopolítica do Brasil, que passou a atuar como satélite dos Estados Unidos.

Na economia, a prometida "volta da confiança" jamais se materializou. O mercado de consumo interno do Brasil se tornou cada vez mais anêmico e o país se tornou ainda mais dependente do agronegócio. No campo dos direitos humanos, houve imenso retrocesso, assim como na educação, na cultura, na ciência e tecnologia e no combate à corrupção. Além disso, com o esquartejamento da Petrobrás e a privatização de ativos estatais, a concentração de riqueza se tornou ainda maior no Brasil. Para completar a destruição, o Brasil voltou ao mapa da fome, do qual havia sido retirado na gestão de Dilma Rousseff.

Brasil 247

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Jornais e personalidades do mundo inteiro destacam volta dos direitos políticos de Lula

(Foto: Ricardo Stuckert)

A recuperação do ex-presidente Lula de seus direitos políticos, após decisão, na quinta-feira, 15, do Supremo Tribunal Federal (STF), repercutiu internacionalmente. Quase todas as notícias destacam a elegibilidade de Lula

16 de abril de 2021

A recuperação do ex-presidente Lula de seus direitos políticos, após decisão, na quinta-feira, 15, do Supremo Tribunal Federal (STF), repercutiu internacionalmente. Quase todas as notícias destacaram a elegibilidade de Lula.

Na quinta-feira, 15, o plenário do STF julgou a 13ª Vara Federal em Curitiba, da qual fazia parte o ex-juiz Sergio Moro, responsável pela Lava Jato, incompetente para julgar os processos contra o ex-presidente Lula, por 8 votos a 3.

Notícia da agência norte-americana Reuters destacou a volta do petista para disputar as eleições presidenciais de 2022 e foi replicada em mais de 2.800 veículos de imprensa pelo mundo.

O britânico The Times declarou o fim “da maior mentira judicial já contada em 500 anos de história do Brasil”. Enquanto a Bloomberg destacou a popularidade do ex-presidente, lembrando que as recentes pesquisas o colocam à frente de Jair Bolsonaro em uma eventual disputa pela Presidência.

A francesa AFP repercutiu declarações de agradecimento do PT e de sua presidenta, deputada federal Gleisi Hoffmann. “Dia histórico. Demorou, mas chegou! Ainda tem muita coisa a ser colocada no lugar, mas a incompetência de Moro era o passo fundamental para isso, o primeiro pedido da defesa. Obrigada a todos(as) q estiveram ao nosso lado nessa luta. Parabéns, Lula!”, comemorou a parlamentar.

Personalidades internacionais

Além de governadores, sindicalistas, intelectuais e parlamentares brasileiros, a vitória de Lula no Supremo brasileiro também foi comemorada por personalidades internacionais, como o atual presidente da Argentina, Alberto Fernández.

“A Justiça brasileira deu uma lição demonstrando sua capacidade de se reexaminar e decidir com total autonomia. Ontem a qualidade do Estado de Direito deu um passo muito importante em nosso amado Brasil”, escreveu Fernández no Twitter.

“Ambos sonhamos com uma América Latina unida que luta neste momento contra o flagelo da pandemia. Que busquemos políticas que garantam a igualdade social que não temos hoje”, continuou.

Brasil 247

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Roberto Requião propõe 580 dias de cadeia para Sérgio Moro e Deltan Dallagnol

(Foto: Agência Brasil)

O ex-senador Roberto Requião (MDB) afirmou, nas redes sociais, que “é preciso que se entenda que os absurdos processuais cometidos contra Lula atingiram fundamentalmente o Brasil e os brasileiros”

16 de abril de 2021

O ex-senador Roberto Requião (MDB) afirmou, nesta sexta-feira, 16, nas redes sociais, que “é preciso que se entenda que os absurdos processuais cometidos contra [o ex-presidente] Lula atingiram fundamentalmente o Brasil e os brasileiros”.

“580 dias de cadeia para juízes e promotores não seriam demais, além da perda dos cargos”, exigiu o senador no Twitter.

Brasil 247

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Membro da CPI do genocídio, Tasso Jereissati afirma que "não há dúvida da culpa do governo Bolsonaro no desastre da pandemia"

O senador cearense, titular da CPI do genocídio, disse em entrevista à Folha de São Paulo prever um cenário árduo para o governo na comissão

Por Filipe Pereira | 16/04/2021

Integrante da CPI da Covid instalada no Senado Federal na última quarta-feira, 16, o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) reforçou suas críticas diante da responsabilização do governo federal na condução da crise do coronavírus. O parlamentar avaliou que o Planalto deve encontrar um cenário complicado na comissão.

Em entrevista ao jornal Folha de São Paulo, o tucano alegou achar difícil que os eventuais erros e omissões no combate à Covid, futuramente constatados pela CPI, isentem o presidente Jair Bolsonaro (sem partido). “Não há dúvida nenhuma que um dos principais culpados pela situação a que nós chegamos é o governo federal”, disse.

Segundo o jornal, o senador cita a teoria do domínio do fato, usado para condenar o ex-ministro chefe da Casa Civil, José Dirceu, no caso do mensalão, determinando que autoridades devem responder por eventuais crimes, mesmo que não cometidos de mão própria, se tiveram conhecimento e controle da situação. Todavia, Tasso endossou que, antes de emitir o relatório final com os culpados, a CPI terá que investigar os casos.

A CPI vai apurar eventuais omissões no combate à pandemia e possui dois cearenses como titulares, Tasso e o senador Eduardo Girão (Podemos). Ao todo, a comissão contará com 11 membros titulares e seis suplentes. Nesta quinta-feira, 15, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), anunciou os senadores que vão compor o colegiado. Os nomes escolhidos para dar rumo às investigações preocupam governo e Planalto.

No final de março, o senador tucano também declarou em entrevista que a resistência do presidente Bolsonaro em mudar de comportamento pode forçar um processo de impeachment. Na ocasião, ele colocou em xeque a saúde mental do presidente. "Diante do discurso dele hoje eu começo a ver que, mesmo com essas mudanças (nos ministérios), o presidente Bolsonaro não tem jeito. O problema dele é médico, eu acho que é psiquiátrico”.

O POVO

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O pesadelo de Sérgio Moro e cupinchas está só começando, diz o jurista Marcelo Uchôa

(Foto: Reprodução | Felipe L. Gonçalves/Brasil247 | ABr)

O jurista Marcelo Uchôa fez referência à decisão do STF que anulou as condenações do ex-presidente Lula na Lava Jato

16 de abril de 2021

O jurista Marcelo Uchôa destacou a condição política favorável para o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, após o Supremo Tribunal Federal manter a anulação das condenações do petista. O advogado também reforçou que Sérgio Moro, condenado pela parcialidade contra o ex-presidente,  terá um ônus ainda maior com a decisão da Corte.

"Pela manhã escrevi um fio pra tranquilizar geral sobre o julgamento de hoje.  Agora passo pra tranquilizar mais ainda. Lula será presidente do Brasil, o pesadelo de Moro e cupinchas tá só começando", escreveu o jurista no Twitter.

No julgamento dessa quinta, votaram acompanhando o relator, o ministro Edson Fachin, os ministros Alexandre de Moraes, Cármen Lúcia, Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski, Gilmar Mendes, Rosa Weber e Luís Roberto Barroso.

Os votos divergentes foram dados pelos ministros Kassio Nunes Marques, indicado por Bolsonaro ao STF, Marco Aurélio Mello e Luiz Fux.

O ex-juiz da Lava Jato resolveu se esquivar de comentários sobre a decisão do Supremo. "Eu não tive interesse pessoal nesse caso, nem estava acompanhando o julgamento", acrescentou.

Brasil 247

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Renan Calheiros é escolhido para ser relator de CPI e aumenta pressão sobre Jair Bolsonaro

(Foto: Agencia Brasil)

Crítico do governo federal, o senador Renan Calheiros (MDB-AL) será o relator da CPI da Covid-19. Parlamentar apontou esta semana crime de responsabilidade de Jair Bolsonaro, que, na conversa com Jorge Kajuru (Cidadania-GO), demonstrou a intenção de interferir nos rumos das investigações

16 de abril de 2021

O senador Renan Calheiros (MDB-AL) será o relator da CPI da Covid-19, o que aumentará a pressão sobre Jair Bolsonaro. Além de ser crítico ao governo, o emedebista também é entusiasta de uma eventual candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Planalto.

Os senadores da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) fecharam nesta sexta-feira (16) acordo para a composição dos cargos de comando da CPI da Covid-19. A informação foi publicada pela coluna de Vera Magalhães, no jornal O Globo.

O colegiado será presidido por Omar Aziz (PSD-AM) e o vice-presidente será o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP).

Esta semana o Supremo Tribunal Federal (STF) confirmou a decisão do ministro Luis Roberto Barroso que obrigou o Senado a instalar a CPI da Pandemia.

Alvo de mais de cem pedidos de impeachment protocolados junto ao Congresso Nacional, Bolsonaro cometeu inúmeros crimes desde o começo da pandemia. Estimulou aglomerações, criticou em diversas ocasiões o isolamento social e saiu às ruas sem máscaras.

Bolsonaro também sabotou materiais fornecidos pela China para a produção de vacinas no Brasil, receitou medicamentos sem comprovação científica no tratamento contra a Covid-19 e amenizou em várias ocasiões os efeitos da pandemia, chegando a classificá-la como uma "gripezinha".

De acordo com a plataforma Worldometers, que disponibiliza dados globais sobre a pandemia, o País registrou, até esta sexta-feira (16), a segunda maior quantidade de mortes provocadas pelo coronavírus (365 mil). Os Estados Unidos têm o número de óbitos provocados pela Covid-19 (579 mil).

O Brasil contabilizou, até o momento, o terceiro maior contingente de infectados (13,7 milhões), atrás da Índia (14,3 milhões) e dos EUA (32,2 milhões).

Tentativa de interferência

A pressão em cima de Bolsonaro aumentou esta semana, após a divulgação de uma conversa em que ele revelou a intenção de interferir nos rumos da CPI, no intuito de perseguir governadores e prefeitos, além de pedir impeachment de ministros do STF. O diálogo aconteceu com o senador Jorge Kajuru (Cidadania-GO). 

Brasil 247

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Ex-juiz condenado por parcialidade pelo STF, Sérgio Moro se esquiva sobre o caso Lula: 'não tive interesse pessoal, nem acompanhei o julgamento'

(Foto: Divulgação)

Condenado pelo STF por parcialidade contra o ex-presidente Lula e, segundo o jornal Le Monde, tendo atuado a favor dos interesses dos EUA, Sérgio Moro preferiu se esquivar de comentários sobre a decisão da Corte que anulou as condenações do petista. "Eu não tive interesse pessoal nesse caso", disse

16 de abril de 2021

O ex-juiz Sérgio Moro, condenado pelo Supremo Tribunal Federal por parcialidade, por ter perseguido o ex-presidente Lula e atuado a favor de interesses dos Estados Unidos, segundo apontou reportagem do Le Monde, evitou comentar sobre a decisão da Corte, que, nessa quinta-feira (15), anulou as condenações do petista. 

"Eu particularmente tenho a consciência tranquila do trabalho que foi realizado", disse. "Eu não tive interesse pessoal nesse caso, nem estava acompanhando o julgamento", acrescentou ele, que, durante o julgamento no STF, estava participando de uma live com o grupo Alma Premium, formado por vários empresários do País.

O ex-juiz condenou Lula sem provas no processo do tríplex em Guarujá (SP) e emitiu a ordem de prisão sem o esgotamento de todos os recursos judiciais.

Moro também recebeu o convite da equipe de Jair Bolsonaro ainda na campanha eleitoral e liberou a delação premiada do ex-ministro Antonio Palocci a menos de uma semana do primeiro turno da eleição, para prejudicar a candidatura de Fernando Haddad (PT).

Brasil 247

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Pela primeira vez em décadas, a revista Veja faz uma capa sem agressões a Lula

(Foto: Reprodução)

A revista Veja, conhecida por ser porta-voz da direita liberal e uma das maiores entusiastas do golpe de 2016, desceu o tom e, na capa que foi às bancas nesta sexta-feira (16) publicou imagem de Lula sem distorções de semiótica, explicando decisão do STF que favoreceu o ex-presidente, sem fazer juízo de valor

16 de abril de 2021

A revista Veja, conhecida por ser porta-voz da direita liberal e uma das maiores entusiastas do golpe de 2016, desceu o tom e, na capa que foi às bancas nesta sexta-feira (16), publicou imagem de Lula, sem distorções de semiótica, explicando decisão do Supremo Tribunal Federal que favoreceu o ex-presidente, sem fazer juízo de valor.

“De volta no jogo- Favorecido pela decisão do STF que o confirmou como ficha-limpa, Lula intensifica sua movimentação política para sua candidatura à presidência em 2022” , diz a manchete.

A linha editorial da revista segue fazendo oposição ao governo de Jair Bolsonaro. No dia 19 de março, a manchete que estampava a capa da revista era  o avanço da pandemia no Brasil e o fracasso da política econômica do atual governo, capitaneada pelo ministro da Economia, Paulo Guedes.

Brasil 247

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Companhia Siderúrgica do Pecém em São Gonçalo do Amarante completa 13 anos

            No aniversário, usina comemora a geração de 22 mil empregos diretos e indiretos; os investimentos sociais superiores a R$ 40 milhões; e a ampliação de seu portfólio de aços de alta tecnologia

São Gonçalo do Amarante 16 de Abril de 2022

            A Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP) em São Gonçalo do Amarante completa 13 anos de constituição nesta sexta-feira, 16 de abril, em um ano também representativo pela marca de cinco anos do início da sua operação, com a produção da primeira placa de aço. Hoje, após 1.761 dias operando, já foram produzidas 12,5 milhões de toneladas de placas de aço. Atualmente, a siderúrgica é responsável por 28% da produção de placas de aço no Brasil. Representa ainda 50% das exportações cearenses e 63% das movimentações de cargas, entre matérias-primas, equipamentos e produtos exportados, no Complexo Industrial e Portuário do Pecém (CIPP).

            O aço produzido na CSP é hoje parte da cultura de São Gonçalo do Amarante, na Região Metropolitana de Fortaleza. Ao longo desses 13 anos, o Ceará consolidou-se como um estado produtor e exportador de aço de alta qualidade. Esse aço já foi exportado para mais de 23 países, sendo os principais: Estados Unidos, México, Coreia do Sul, Turquia e República Tcheca. A CSP é a única siderúrgica do Brasil com a capacidade de produzir placas de aço com 300 mm de espessura, ideais para a indústria naval, compondo um portfólio com mais de 200 tipos de placas. O produto CSP conquistou as certificações de Qualidade (ISO 9001), Meio Ambiente (ISO 14001) e de Alta Tecnologia (International Automotive Task - IATF, Maxion Wheels, Siemens Gamesa, Caterpillar e Scania).

            O presidente da CSP, Marcelo Botelho, destaca que a siderúrgica é uma empresa nova, que iniciou a produção de placas de aço em junho de 2016, mas cuja trajetória já expressa o compromisso com a excelência. "A CSP é uma das mais modernas siderúrgicas do Brasil e do mundo, e nós queremos consolidá-la como referência em segurança, qualidade, custo, desenvolvimento tecnológico e sustentável na produção do aço. Os desafios inerentes ao setor estão sendo superados pela CSP por meio da inovação, investimentos em tecnologia e sucessivas melhorias em todas as áreas. O compromisso com o melhor desempenho se reflete nas certificações que já conquistamos", compartilha Marcelo Botelho.

GERANDO RIQUEZAS PARA O CEARÁ

           Ao longo de 13 anos, a CSP investiu mais de R$ 40 milhões em programas de responsabilidade social, beneficiando cerca de 28 mil pessoas. Este ano, está investindo R$ 1,1 milhão no 3º ciclo do programa Território Empreendedor, em parceria com o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado do Ceará (Sebrae-CE), fortalecendo os pequenos negócios existentes e promove o desenvolvimento sustentável da região.

            Foram gerados 22 mil empregos diretos e indiretos. O município de São Gonçalo do Amarante registrou ganhos de participação no PIB do Ceará de 2002 a 2018, passando de 0,26% e 2,91%. O estudo foi divulgado pelo Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (Ipece), em parceria com o IBGE, em dezembro de 2020. Conforme o órgão, os ganhos de participação dos municípios decorreram, em grande parte, do CIPP e da instalação da CSP.

RECONHECIMENTOS À CSP

            "A Companhia Siderúrgica do Pecém é uma realização histórica para o Ceará e tem representado uma mudança no perfil econômico do Estado. Além de gerar milhares de empregos diretos e indiretos, a CSP traz um novo campo de investimentos e oportunidades para o povo cearense. Eu gostaria que todos os cearenses tivessem a chance de conhecer a CSP para entender a dimensão do que representa o empreendimento para o Ceará" - Camilo Santana, governador do Estado do Ceará.

            “A criação da Companhia Siderúrgica do Pecém marcou e continua marcando a história de desenvolvimento de São Gonçalo do Amarante. Desenvolvimento anda lado a lado da geração de emprego e renda para nosso município. A CSP cumpre este papel e somos gratos por fazermos parte disso” -  Marcelo Ferreira Teles, prefeito de São Gonçalo do Amarante.

             “A CSP é a maior empresa instalada no Complexo do Pecém, produzindo placas de aço para mais de 20 países, aço made in Ceará. Por isso, celebramos juntos as marcas alcançadas, que contribuem diretamente na balança comercial do Ceará, gerando emprego e renda. Aqui no Complexo do Pecém, aço é desenvolvimento, é orgulho de todos nós cearenses” - Danilo Serpa, CEO do Complexo Industrial e Portuário do Pecém (CIPP S/A).

            "Gostaria de parabenizar a todo o time de gestores e de trabalhadores da CSP. Em especial, saudar todos os ex-alunos do IFCE que trabalham na CSP, e constroem suas carreiras neste que considero um dos mais importantes empreendimentos do Estado do Ceará nos últimos vinte anos. Além dos impactos econômicos, é importante destacar o volume de ações de integração social e comunitária desenvolvidos pela CSP, que credenciam socialmente a empresa como importante agente de desenvolvimento econômico e humano dos municípios de São Gonçalo do Amarante e Caucaia” -  Marcel Ribeiro Mendonça, ex-diretor do campus avançado do IFCE Pecém e atual pró-reitor de Gestão de Pessoas do IFCE.

            "A CSP fez e faz uma grande diferença, basta você comparar a cidade de São Gonçalo do Amarante com o que era 13 anos atrás. Ela tem um destaque imenso no social e está presente em todas as comunidades do entorno. Nós, lideranças de Caucaia e São Gonçalo do Amarante, sonhávamos em ter um conselho comunitário. Todos nós viemos de uma longa história de trabalho social, mas seria muito difícil para nós alcançarmos isso sozinhos.  A CSP contratou consultorias e nos dá assessoria até hoje. O conselho atualmente representa 16 comunidades. Mesmo com a pandemia, conseguimos beneficiar mais de 4 mil famílias por meio do comitê de crise que criamos" – Socorro Silva, coordenadora executiva do Conselho Comunitário do CIPP.

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Lula diz que será candidato se necessário para derrotar "um fascista que se chama Jair Bolsonaro"

Lula (Foto: Eric Gomes)

O ex-presidente Lula disse que poderá ser candidato à presidência da República em 2022, se isto for necessário para derrotar Bolsonaro

16 de abril de 2021

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva declarou que se candidatará nas eleições presidenciais de 2022 se for necessário. A declaração foi feita depois que o Supremo Tribunal Federal (STF) confirmou a anulação das condenações contra ele.

"Se for necessário", serei candidato, para ganhar as eleições de "um fascista que se chama Bolsonaro, um genocida, por ser o maior responsável pelo caos na pandemia", indicou na noite desta quinta-feira, em entrevista ao canal de TV argentino C5N, informa o UOL.

Lula também abriu a possibilidade que a candidatura das forças progressistas e de esquerda seja de outro partido. "Tenho boa saúde, mas não tem, obrigatoriamente, que ser eu. Podemos escolher alguém que possa representar os setores progressistas do Brasil", disse o ex-presidente.

Brasil 247

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Renan Calheiros adverte governo Bolsonaro a não intervir na CPI do genocídio

(Foto: Jane de Araújo - Agência Senado)

"Se intervier na CPI, o próprio governo vai ajudar a politizar a comissão", afirma o senador alagoano

16 de abril de 2021

O senador Renan Calheiros (MDB-AL) advertiu o governo em entrevista ao Estado de S.Paulo publicada nesta sexta-feira (16). "Se intervier na CPI, o próprio governo vai ajudar a politizar a comissão", afirma o experiente, cotado para ser o relator da CPI do genocídio.

Renan respondeu às críticas de Jair Bolsonaro. Temeroso do efeito político que as investigações da CPI do genocídio pode acarretar, Bolsonaro disse que a CPI é feita apenas contra ele e visando desgastá-lo para as eleições de 2022.

“Ele próprio acaba ajudando a politizar a investigação. Piora as coisas”, afirmou o emedebista. “Acho que esse governo precisa encontrar uma maneira de conviver com essa investigação. Porque esse é um procedimento constitucional. Não há como não fazê-lo. A sociedade cobra isso de todos nós. E a CPI é um instrumento sagrado da minoria”, disse ao Estado de S.Paulo.

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STF restaura credibilidade da Justiça ao reconhecer incompetência de Sérgio Moro, diz defesa de Lula

(Foto: Ricardo Stuckert | Reuters)

Cristiano Zanin Martins e Valeska Martins classificaram como "histórica" a decisão do pleno do STF que anulou as condenações de Lula e restituiu seus direitos políticos. "Trata-se de mais uma decisão da Suprema Corte que restabelece a segurança jurídica e a credibilidade do Sistema de Justiça do nosso país", afirmam

16 de abril de 2021

Os advogados Cristiano Zanin Martins e Valeska Martins se manifestaram sobre a decisão do plenário do Supremo Tribunal Federal (STF), que por 8 a 3 confirmou a liminar do ministro Edson Fachin que reconheceu a incompetência da 13ª Vara Federal de Curitiba para processar e julgar as ações contra o ex-presidente Lula. O julgamento será finalizado na próxima quinta (22).

Em nota, Cristiano Zanin e Valeska Martins afirmam que a decisão do STF é "histórica" e restabelece a credibilidade do Sistema Judiciário brasileiro.

"A incompetência da Justiça Federal de Curitiba é afirmada por nós, advogados do ex-presidente Lula, desde a primeira manifestação escrita protocolada em Curitiba, em 2016, e foi sustentada em todas as instâncias do Poder Judiciário até chegar ao Supremo Tribunal Federal", diz a defesa de Lula.

Leia, abaixo, a nota na íntegra:

NOTA DA DEFESA DO EX-PRESIDENTE LULA

O Supremo Tribunal Federal proferiu hoje (15.03.2021) mais uma decisão histórica, que reforça o Estado de Direito, ao confirmar a decisão proferida em 08.03.2021 pelo Ministro Edson Fachin (HC 193.726/PR), por maioria de votos, e tornar definitiva a incompetência da 13ª. Vara para julgar os casos do ex-presidente Lula, com a consequente anulação dos atos decisórios — incluindo as injustas condenações impostas a Lula e restabelecer os seus direitos políticos.

A incompetência da Justiça Federal de Curitiba é afirmada por nós, advogados do ex-presidente Lula, desde a primeira manifestação escrita protocolada em Curitiba, em 2016, e foi sustentada em todas as instâncias do Poder Judiciário até chegar ao Supremo Tribunal Federal.

Trata-se de mais uma decisão da Suprema Corte que restabelece a segurança jurídica e a credibilidade do Sistema de Justiça do nosso país.

Cristiano Zanin Martins/Valeska T. Z. Martins

Brasil 247

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Ministra Cármen Lúcia dá cinco dias para Arthur Lira explicar não abertura de impeachment contra Bolsonaro

(Foto: Rosinei Coutinho/SCO/STF)

A ministra Cármen Lúcia, do STF, deu um prazo de cinco dias para que o presidente da Câmara, Arthur Lira, explique a não abertura dos processos de impeachment contra Jair Bolsonaro, que enfrenta mais de cem pedidos pelo seu afastamento

15 de abril de 2021

A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), deu um prazo de cinco dias para que o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, explique a não abertura dos processos de impeachment contra Jair Bolsonaro, que enfrenta mais de cem pedidos pelo seu afastamento.

As centenas de pedidos de impeachment estão engavetadas na mesa da Câmara desde o predecessor de Lira, Rodrigo Maia (DEM), que também não quis levar adiante a discussão do afastamento de Bolsonaro, apesar deste estar promovendo um genocídio com sua política irresponsável.

A decisão de Lúcia ocorre em resposta a um mandado de injunção do advogado Ronan Botelho, que afirma haver uma lacuna na legislação ao não se estabelecer um prazo para abertura dos processos de impeachment. O ex-bolsonarista e líder do grupo de extrema-direita Movimento Brasil Livre (MBL) Kim Kataguiri também entrou com pedido semelhante, mas ainda não foi analisado.

Botelho argumenta que a lacuna é um um “grande erro jurídico” na legislação e acaba por permitir que os processos de impeachment tenham andamento quando o presidente da mesa “bem quiser”.

Comissão da OAB conclui agiu para propagar a Covid

A comissão criada pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) para analisar a conduta de Jair Bolsonaro durante a pandemia de Covid-19 concluiu que o ocupante do Palácio do Planalto agiu para propagar intencionalmente a Covid-19.

O ato, segundo a comissão, configura crime de responsabilidade e, portanto, Bolsonaro deve responder a um processo de impeachment. Além disso, ainda de acordo com a comissão da OAB, Bolsonaro deve ser denunciado por crime contra a humanidade perante o Tribunal Penal Internacional.

Em entrevista ao Estado de S.Paulo, o presidente da OAB, Felipe Santa Cruz, diz que a entidade não vai pedir o impeachment de Jair Bolsonaro. A OAB deu início a um processo interno para decidir em no máximo 60 dias se vai encampar ou não a bandeira do impedimento de Jair Bolsonaro.

“Não tem ninguém na rua para pedir impeachment agora.”

Segundo Santa Cruz, o governo Jair Bolsonaro "vive o seu melhor momento no Congresso Nacional". O presidente da OAB argumenta ainda que "na Câmara dos Deputados a oposição não tem 130 votos."

Brasil 247

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