LARANJAL: Irmã de milicianos assinou cheques de campanha de Flávio Bolsonaro


Tânia Rêgo - ABR

O senador e ex-deputado estadual Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) entregou suas contas de campanha para o Senado à irmã de dois criminosos - os irmãos Alan e Alex Rodrigues de Oliveira, presos na operação Quarto Elemento; Valdenice de Oliveira Meliga, que era lotada no gabinete de Flávio na Alerj, assinou cheques de gastos de campanha em nome dele, segundo reportagem publicada pela revista "Isto É"; o parlamentar já havia empregado em seu gabinete na Alerj a mãe e a mulher do ex-capitão do Bope Adriano Magalhães da Nóbrega, chefe do grupo de milicianos conhecido como Escritório do Crime

22 DE FEVEREIRO DE 2019

O senador e ex-deputado estadual Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) entregou suas contas de campanha para o Senado à irmã de dois criminosos - os irmãos Alan e Alex Rodrigues de Oliveira, presos, em agosto do ano passado, na operação Quarto Elemento, do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e do Ministério Público do Rio de Janeiro. Valdenice de Oliveira Meliga, que era lotada no gabinete de Flávio na Alerj , assinou cheques de gastos de campanha em nome dele. É o que revela uma reportagem publicada pela revista "Isto É". O parlamentar já havia empregado em seu gabinete na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) a mãe e a mulher do ex-capitão do Bope Adriano Magalhães da Nóbrega, chefe do grupo de milicianos conhecido como Escritório do Crime.

A revista teve acesso a dois cheques assinados por Valdenice, em nome da campanha de Flávio: um de R$ 3,5 mil e outro de R$ 5 mil.

Os irmãos participaram de atos de campanha do senador, antes da prisão. Em foto publicada no perfil de Flávio no Instagram, em outubro de 2017, o então deputado estadual aparece ao lado dos irmãos Alan, Valdenice e Alex, e do pai, Jair Bolsonaro. "Parabéns Alan e Alex pelo aniversário. Essa família é nota mil!!!", dizia a mensagem

Vale ressaltar que outra funcionária do gabinete de Flávio Bolsonaro na Alerj exerceu a função de primeira-tesoureira do PSL no Rio. Alessandra Cristina Ferreira de Oliveira fez a contabilidade de 42 campanhas eleitorais do partido no estado, por meio de sua empresa, a Alê Soluções e Eventos Ltda. O curioso é que o cheque de R$ 5 mil era destinado à empresa de Alessandra, que recebia de volta parte desse dinheiro, como pagamento pelos serviços de contabilidade prestados por sua empresa.

Segundo a reportagem da revista, Alessandra recebeu R$ 55 mil das campanhas do PSL, cobrando valor entre R$ 750 e R$ 5 mil de cada candidato.

A Alê Soluções foi constituída em maio de 2007. De acordo com a Receita Federal, a empresa fica na Estrada dos Bandeirantes 11.216, em Vargem Pequena, zona oeste do Rio de Janeiro. Mas o endereço registrado no Tribunal Regional Eleitoral é Avenida das Américas número 18.000 sala 220 D, no Recreio dos Bandeirantes, o mesmo endereço na sede do PSL.

Alessandra Oliveira disse à Isto É que não vê conflito ético no fato de ser ao mesmo tempo tesoureira do partido, funcionária de Flávio Bolsonaro e ter contratado sua empresa para fazer a contabilidade das campanhas.

Segundo o jornal O Globo, Flávio Bolsonaro diz que a reportagem da revista faz "uma ilação irresponsável" ao tentar vinculá-lo com candidaturas irregulares e milicianos em "mais uma tentativa de denegrir a imagem do senador".

"Val Meliga é tesoureira geral do PSL. Tinha como determinação legal a obrigação de assinar cheques do partido em conjunto e jamais em nome do atual senador.Os supostos irmãos milicianos apontados pela revista são policiais militares. Em relação aos serviços de prestação de contas eleitorais, não houve qualquer direcionamento do PSL-RJ relacionado à escolha dos profissionais de assessoria contábil e jurídica. Todas as prestações de contas foram aprovadas, ratificando a legalidade e lisura durante o processo eleitoral".


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RICARDO KOTSCHO | Já repararam? A Lava Jato só avança no PSDB agora, depois que Moro saiu de Curitiba



Ricardo Kotscho é jornalista e integra o Jornalistas pela Democracia 

22 de Fevereiro de 2019 

Por Ricardo Kotscho, no Balaio do Kotscho e para o Jornalistas pela Democracia

A seletividade e o partidarismo do ex-juiz Sergio Moro fica cada dia mais evidente à medida em que avançam as investigações da Lava Jato sobre o PSDB. 

Não por coincidência: o muro de proteção dos tucanões de estimação está caindo depois que Moro deixou a República de Curitiba para ser ministro da Justiça de Jair Bolsonaro.

Beto Richa, ex-governador tucano do Paraná, está preso, acusado de vários crimes de corrupção.

Paulo Preto, o célebre operador dos tucanos graúdos de São Paulo, também está preso.

Aloyzio Nunes Ferreira, ex-chanceler tucano, foi alvo de buscas e apreensão em seus domicílios, e também está sendo investigado.

Em todas as notícias sobre as novas investigações da Lava Jato envolvendo tucanos, aparece lateralmente o nome do ex-governador José Serra. 

Em jogo estão R$ 100 milhões em propinas que Paulo Preto teria guardado num apartamento em São Paulo e outros US$ 100 milhões em contas na Suíça.

Não é pouca coisa. Perto da arca tucana, as reformas do triplex e do sítio que não são de Lula, e o levaram à prisão, não passam de dinheiro de gorjeta.

Implacável com o PT, agora Sergio Moro já mudou de ideia até sobre o caixa 2, que não seria tão grave assim como no tempo em que ele era juiz.

(Conheça e apoie o projeto Jornalistas pela Democracia)

Em Paris, onde foi participar de uma reunião sobre combate a crimes financeiros, o ex-juiz tentou se explicar: 

“Houve uma má interpretação da imprensa. O que eu disse no passado foi que, quando o dinheiro da propina era dirigida ao financiamento ilegal de campanha, era pior do que quando gera enriquecimento ilícito. Caixa dois não é corrupção, é outro crime. Ambos são graves”.

Que maravilha… É só trocar de chapéu que muda completamente o entendimento do herói nacional que está virando suco em Brasília.

Obrigado a fatiar o seu pacote anticrime em três, ele agora vai passar o resto da vida se explicando.

Por falar nisso: será que ele tem notícias do motorista Queiroz e das investigações do Coaf, agora sob o abrigo do Ministério da Justiça?. 

O país vive uma crise de cinismo sem precedentes em que as palavras perderam o sentido. Não vale mais o escrito nem o falado.

O que não é fake news agora é crazy news, tudo a mesma sopa.

Nem Gilmar Mendes está mais segurando a barra. Os tucanos que se cuidem.

Vida que segue.


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Ex-acessor de Flávio Bolsonaro diz que depositava dois terços do salário na conta de Queiroz



Primeiro a ser ouvido no caso do laranjal do gabinete de Flávio Bolsonaro (PSL) na Assembleia Legislativa do Rio, o ex-assessor do filho do presidente da República, Agostinho Moraes da Silva, admitiu ao Ministério Público do Rio de Janeiro que depositava, todos os meses, cerca de dois terços de seu salário na Casa Legislativa na conta de Fabrício Queiroz, também ex-assessor de Flávio Bolsonaro

22 DE FEVEREIRO DE 2019

Primeiro a ser ouvido no caso do laranjal do gabinete de Flávio Bolsonaro (PSL) na Assembleia Legislativa do Rio, o ex-assessor do filho do presidente da República, Agostinho Moraes da Silva, admitiu ao Ministério Público do Rio de Janeiro que depositava, todos os meses, cerca de dois terços de seu salário na Casa Legislativa na conta de Fabrício Queiroz, também ex-assessor do parlamentar e agora senador.

A reportagem do jornal O Estado de S. Paulo destaca que "todos os meses, assim que o salário da Assembleia era depositado em sua conta [na conte de Agostinho], ele fazia uma transferência eletrônica para a conta do ex-assessor, sempre no valor aproximado de R$ 4 mil. O depoente, que, assim como Queiroz, é policial militar, disse que ganhava aproximadamente R$ 6 mil por mês como assessor de Flávio. Além disso, ele recebia mais R$ 8.500 líquidos como subtenente da Polícia Militar."

Segundo a matéria, "o policial alegou aos promotores do Grupo de Atribuição Originária Criminal da Procuradoria-Geral de Justiça que as transferências eram investimentos em atividade empresarial desempenhada por Queiroz: compra e venda de veículos. Silva disse ainda que Queiroz lhe devolvia, sempre, de R$ 4.500 a R$ 4.700, em espécie, como retorno do negócio, em aproximadamente um mês."


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COMO SERIA A CIDADE DOS SEUS SONHOS?



21/02/2019

O que teria na cidade dos sonhos? Como seria a cidade ideal para se viver? A gente quer saber como seria essa cidade, por isso, a PLANET Smart City convida você a sonhar e se divertir com a gente.

Estaremos com a nossa TENDA DOS SONHOS nas praças de CROATÁ, PENTECOSTE, PARAIPABA, SÃO GONÇALO DO AMARANTE e PARACURU para juntos pensarmos como seria essa cidade ideal.

A PLANET te espera com muitas atividades, jogos e brincadeiras para usarmos nossa imaginação e voarmos para o mundo dos sonhos. Convide sua família e amigos!

Programação:

19/02 (terça)
Local: CROATÁ – Praça da BR
Horário: a partir das 16h

20/02 (quarta)
Local: PENTECOSTE – Praça do CSU
Horário: a partir das 16h

21/02 (quinta)
Local: PARAIPABA – Praça da Matriz
Horário: a partir das 16h

22/02 (sexta)
Local: SÃO GONÇALO – Praça da Matriz
Horário: a partir das 16h

23/02 (sábado)
Local: PARACURU – Praça da Matriz
Horário: a partir das 8h

Karlos Emanuel

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Deputados do PSOL recepcionam Bolsonaro com laranjas na Câmara dos Deputados

Foto: Reprodução/ Twitter

21/02/2019

Os deputados do PSOL no Congresso Nacional “recepcionaram” o presidente Jair Bolsonaro (PSL) na manhã desta quarta-feira (20) vestidos com aventais e segurando laranjas. Bolsonaro foi à Câmara para entregar a sua proposta de Reforma da Previdência e os parlamentares aproveitaram para protestar diante das denúncias que atingem o partido do presidente.

“Recepcionamos Bolsonaro na câmara vestidos de laranja e com laranjas nas mãos. O governo vive uma crise ética grave e até agora não apresentou explicações satisfatórias. É esse mesmo governo que quer retirar direitos do povo a partir da Reforma da Previdência”, explicou David Miranda (PSOL-RJ).

Fernanda Melchionna (PSOL-RS) lembrou que as denúncias são da utilização da mulheres como “laranjas” durante as eleições. “Vergonha de um partido que usa as mulheres como candidatas laranjas”, colocou.

Em sua visita ao Congresso, Bolsonaro se reuniu por cerca de 20 minutos com os presidentes da Câmara e do Senado, e não conversou com a imprensa, apenas entrando e saindo de uma sala onde estavam os parlamentares. “Jair Bolsonaro está nesse momento na Câmara e todos os acessos ao salão verde e a outros pontos de passagem do prédio estão bloqueados. Apenas parlamentar entra. Nada de imprensa. Assessoria proibida. Essa é a casa do povo”, relatou Sâmia Bomfim (PSOL-SP).


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Escândalo do Laranjal do PSL chega mais perto de Flávio Bolsonaro


Pedro França/Agência Senado

O escândalo envolvendo as candidaturas laranjas do PSL, que resultou na queda do ministro Gustavo Bebianno da Secretaria-Geral da Presidência, agora se aproxima do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), filho do presidente Jair Bolsonaro; recursos do fundo público eleitoral teriam sido utilizados pelo PSL para contratar a empresa de uma ex-assessora e para beneficiar parentes de uma outra funcionária do parlamentar; Flávio Bolsonaro já vem sendo investigado devido a movimentações atípicas feitas pelo ex-assessor Fabricio Queiroz e que foram identificadas pelo Coaf

21 DE FEVEREIRO DE 2019

O escândalo envolvendo as candidaturas laranjas do PSL, que resultou na queda do ministro Gustavo Bebianno da Secretaria-Geral da Presidência, agora se aproxima do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), filho do presidente Jair Bolsonaro. Os recursos do fundo público eleitoral  teriam sido utilizados para contratar a empresa de uma ex-assessora e para beneficiar parentes de uma outra funcionária do parlamentar. Flávio Bolsonaro já vem sendo investigado devido a movimentações atípicas feitas pelo ex-assessor Fabricio Queiroz e que foram identificadas pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf)

Segundo reportagem do jornal Folha de S. Paulo, os recursos do fundo eleitoral, repassados pelo diretório nacional do PSL, foram usados na contratação da empresa Ale Soluções e Eventos, pertencente a contadora Alessandra Ferreira de Oliveira. Ela é a primeira-tesoureira do partido no Rio de Janeiro, que tem Flávio Bolsonaro como presidente estadual.

A Ale recebeu R$ 55,3 mil por meio de pagamentos feitos por 42 candidatos da legenda no Estado. Desse total, R$ 26 mil foram originários de 33 candidatas eu só receberam verbas por meio de repasses efetuados pelo diretório nacional do PSL. Do total de candidatas, 26 tiveram menos de 2 mil votos. Ainda segundo a reportagem, mais da metade dos R$ 2.857,14 enviados a essas candidatas acabaram repassados, em valores iguais de R$ 750,00 para a Ale e para um escritório de advocacia.

Parte da verba restante acabou beneficiando um irmão e um sobrinho de Valdenice,  tesoureira do PSL no Rio. Seu irmão, Paulo Eduardo Rodrigues de Oliveira, recebeu R$ 1.350.00, enquanto Renan Meliga dos Santos, sobrinho do esposo da tesoureira, foi contratado por R$ 7.500 para atuar na locação de veículos.

Por meio de nota, o senador Flávio Bolsonaro disse que as candidatas puderam escolher livremente os profissionais responsáveis pela prestação de contas da campanha e que os preços praticados foram simbólicos.

"Ouvidas a maioria delas [ex-candidatas], restará evidenciada a verdade, ou seja, de que tudo se deu de modo transparente e em respeito às normas legais e éticas", diz o senador em nota.


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Oportunidades de empregos em São Gonçalo do Amarante 21/02/2019


OCUPAÇÕES
QTDE.VAGAS
Auxiliar de mecânico de autos
01
Barman
02
Chefe de cozinha
04
Confeiteiro
03
Cozinheiro de restaurante
01
Cumim
03
Eletrotécnico
03
Governanta de hotelaria
02
Maître
02
Massoterapeuta
02
Mecânico de manutenção de máquina industrial
01
Mensageiro
02
Monitor infantil
04
Piscineiro
02
Promotor de vendas
01
Supervisor de hospedagem
02
Sushiman
01
Técnico em manutenção de máquinas
02
Técnico em segurança do trabalho
01
Vendedor pracista
10
Total
49

PESSOA COM DEFICIÊNCIA
OCUPAÇÕES
QTDE.VAGAS
Ajudante de carga e descarga de mercadoria
02
Auxiliar de limpeza
01
Auxiliar de linha de produção
11
Auxiliar de operação
16
Total
30


Os interessados devem procurar a unidade do SINE/IDT

Em São Gonçalo do Amarante
Av. Coronel Neco Martins, 236 – Centro
Fone :(85) 3315.7369

Em Pecém
Rua Francisco Câncio, S/N – Centro
Fone :(85) 3315.1375

As informações sobre as vagas não são dadas por telefone. Todas as informações estão sujeitas à alteração. 


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Bolsonaro vai ao Congresso Nacional entregar projeto que acaba com aposentadoria do brasileiro


Fotos: Reuters

Jair Bolsonaro irá ao Congresso Nacional na manhã desta quarta-para entregar o projeto de reforma da Previdência Social de seu governo; a solenidade tem três marcos simbólicos: será um presidente cambaleante politicamente que se apresentará aos parlamentares, depois da sucessão de crises dos primeiros 45 dias de seu governo; levará um projeto que mexe com interesses e direitos de quase todo o país mas que é quase secreto, não foi divulgado à sociedade até agora; e irá proclamar, na prática, o fim da aposentadoria integral no país.

20 DE FEVEREIRO DE 2019

Jair Bolsonaro irá ao Congresso Nacional na manhã desta quarta-feira (20) para entregar o projeto de reforma da Previdência Social de seu governo. A solenidade tem três marcos simbólicos: será um presidente cambaleante que se apresentará aos parlamentares, e não por suas condições físicas, mas por uma situação política quase terminal, depois da sucessão de crises dos primeiros 45 dias de seu governo; ele levará um projeto que mexe com interesses e direitos de quase todo o país. mas que é quase secreto, não foi divulgado à sociedade até agora; e irá proclamar, na prática, o fim da aposentadoria integral no país.

Com as regras que vazaram até o momento, sabe-se que a equipe de Paulo Guedes montou uma equação que, na prática, impedirá que qualquer pessoa aposente-se com o benefício integral, pois será necessária a combinação da idade -65 anos para homens e 62 para mulheres- com 40 anos de contribuição, o que é quase impossível. Com o enfraquecimento da legislação trabalhista nos últimos anos e, agora, com a reforma trabalhista, serão raros aqueles que alcançarão os 40 anos de contribuição. Metade dos posto de trabalho no país atualmente são informais, não recolhem para a Previdência Social, e a situação deve se agravar. Será quase extinta a figura do segurado do INSS que rebem 100% do salário de contribuição.

O governo já anunciou oficialmente que a idade mínima para aposentadoria na proposta será de 62 anos para mulheres e 65 anos para homens. O prazo de transição será de 10 anos para homens e 12 anos para mulheres.

Se praticamente ninguém poderá gozar da aposentadoria integral, o piso também desabará. A pretensão do governo é que o salário mínimo deixe de ser a referência. Guedes pretende desvincular a aposentadoria do salário mínimo e estabelecer um benefício de R$ 500 reais como piso. Não se sabe se a proposta constará do pacote.

Outra questão crucial do projeto é a mudança do conceito de Previdência do país. Em vez de ser um fundo solidário gerado pela contribuição de todos para um fundo comum, a equipe de Paulo Guedes pretende implementar um regime de capitalização –pelo qual cada trabalhador financia a própria aposentadoria por depósitos em uma conta individual administrada por bancos privados. O modelo, adotado pelo Chile, onde Guedes atuou no governo de Augusto Pinochet, levou à quebra do sistema de seguridade social e à miséria os aposentados.

A situação política do governo Bolsonaro é tão confusa que ao amanhecer desta quarta-feira não se sabia o que de fato constará do projeto. Durante a campanha eleitoral, tanto Jair Bolsonaro como Paulo Guedes anunciaram que a destruição da Previdência Social seria "a mãe de todas as reformas" ultraliberais pretendidas e cantavam em prosa e verso a certeza de sua aprovação. Com a evolução do cenário político, o entusiasmo diminuiu e já há indicações de que a reforma pode ser rejeitada ou então aguada a tal ponto pelos parlamentares que seja completamente descaracterizada.

Enquanto isso, a economia segue arrastando-se, ao contrário dos anúncios retumbantes do dia seguinte às vitória da extrema-direita em outubro.


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Bebianno: ‘Carlos Bolsonaro fez macumba psicológica na cabeça do pai’


​​Marcelo Camargo/Agência Brasil
20/02/2019

Um dia depois de ser demitido por Jair Bolsonaro, o ex-ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gustavo Bebianno, atacou nesta terça-feira o filho do presidente, Carlos Bolsonaro, por considerá-lo o único responsável pela sua saída do governo. Em entrevista à rádio Jovem Pan, ele disse que apesar de o presidente ter seu “respeito, afeto e amor”, também “comete deslizes” e “não é perfeito”.

– Minha indignação é ter servido como soldado na batalha e no fim da linha ser crucificado, baleado, simplesmente porque Carlos Bolsonaro fez macumba piscológica na cabeça do pai (…) Eu fui demitido pelo Carlos Bolsonaro – disse o ex-ministro, afirmando não entender as razões do “ódio” contra ele.

Para Bebianno, o filho do presidente é uma pessoa com “agressividade acima do normal” e reconhecida entre políticos do Rio como um “destruidor de reputações”. Segundo ele, “o presidente tinha que dar um basta nisso”.

– Tenho certeza de que ele (Carlos) é a pessoa que mais sofre com essa agressividade, esse ódio. A impressão que eu tenho é que ele vive dentro dessa grande caixa de teorias da conspiração contra o pai e sua família. Ele tem que entender que não vamos governar com base no ódio.


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Oportunidades de empregos em São Gonçalo do Amarante 19/02/2019


OCUPAÇÕES
QTDE.VAGAS
Auxiliar de mecânico de autos
01
Auxiliar de operação
01
Barman
02
Chefe de cozinha
04
Confeiteiro
03
Cozinheiro de restaurante
01
Cumim
03
Eletrotécnico
03
Governanta de hotelaria
02
Maître
02
Massoterapeuta
02
Mecânico de manutenção de máquina industrial
01
Mensageiro
02
Monitor infantil
04
Piscineiro
02
Promotor de vendas
01
Supervisor de hospedagem
02
Sushiman
01
Técnico em manutenção de máquinas
02
Técnico em segurança do trabalho
01
Vendedor pracista
10
Total
50

PESSOA COM DEFICIÊNCIA
OCUPAÇÕES
QTDE.VAGAS
Ajudante de carga e descarga de mercadoria
02
Auxiliar de limpeza
01
Auxiliar de linha de produção
11
Auxiliar de operação
16
Total
30


Os interessados devem procurar a unidade do SINE/IDT

Em São Gonçalo do Amarante
Av. Coronel Neco Martins, 236 - Centro - Fone :(85) 3315.7369

Em Pecém
Rua Francisco Câncio, S/N - Centro - Fone :(85) 3315.1375

As informações sobre as vagas não são dadas por telefone. Todas as informações estão sujeitas à alteração. 


Fonte: SINE/IDT

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