São Gonçalo do Amarante - Ceará - Brasil - Terça-feira 16 de Setembro de 2014 - Ano: VI - Edição: 2.153 - Visitas: 5.735.327 - Postagens: 23.521 - Comentários: 8.965

Médico Anuar Ibrahim Mitre do Sírio-Libanês baleado tem quadro estável


Segundo boletim médico divulgado pelo hospital, o urologista Anuar Ibrahim Mitre se recupera de um traumatismo craniano após levar três tiros


16/09/2014 - O estado de saúde do médico Anuar Ibrahim Mitre, de 65 anos, vice-diretor clínico e diretor do Conselho de Ensino e Pesquisa do Hospital Sírio-Libanês, é estável, segundo boletim médico divulgado nesta terça-feira. O médico foi baleado dentro de seu consultório pelo ex-médico Daniel Edmans Forti – ele teve o registro de médico do trabalho cancelado.

Forti disparou cinco tiros contra Mitre e se matou em seguida.

De acordo com o boletim médico, Mitre se recupera de um traumatismo craniano e fratura de braço direito provocados pelos disparos. Ele passou por uma cirurgia de cinco horas na madrugada desta terça-feira com "bons resultados imediatos". Mitre está internado em comainduzido na Unidade de Terapia Intensiva do hospital – não há previsão de alta.

A Polícia Civil investiga as causas do ataque. A secretária da vítima será ouvida no 4º Distrito Policial (DP), na Consolação, onde o caso foi registrado, está a secretária da vítima. A assessoria de imprensa do Sírio-Libanês informou que o atirador não tem nenhuma ligação com o hospital.


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PARA MARINA SILVA GARANTIAS TRABALHISTAS SÃO UM PESO PARA O DESENVOLVIMENTO, PROMETE MUDAR A CLT


Citando "o professor Gianetti", chefe de sua equipe econômica, candidata do PSB promete "atualizar" a Consolidação das Leis Trabalhistas; Marina Silva não explicou, porém, qual será o sentido a mudança; "Ainda não temos essa resposta", disse ela em encontro com empreendedores, em São Paulo; pelo manual ortodoxo de Eduardo Gianetti, garantias trabalhistas são um peso para o desenvolvimento; entre janeiro e agosto, País criou 701 mil empregos com base na CLT; depois de atacar pré-sal, Marina põe as mãos sobre novo vespeiro de alta sensibilidade; plataforma é popular?

16 DE SETEMBRO DE 2014

A candidata Marina Silva, do PSB, enfiou as mãos em mais um vespeiro popular. Depois de questionar a prioridade dada pelo governo à exploração do pré-sal e reafirmar, por meio do coordenador Walter Feldman, que pretende mudar o modelo de partilha do petróleo brasileiro em benefício das empresas estrangeiras, agora ela escolheu um novo alvo: a CLT – Consolidação das Leis Trabalhistas.

"Vamos fazer uma atualização das leis trabalhistas", disse Marina, ontem, em São Paulo, em reunião com micro e pequenos empresários. Ela não deixou claro, porém, qual será o sentido da mudança em caso de se eleger presidente. "Ainda não temos essa resposta, esse assunto é muito complexo", completou ela.

Marina fez sua promessa de atualizar a CLT num contexto de reclamações dos pequenos empreendedores sobre dificuldades para a contratação de mão de obra. A candidata se comprometeu, então, a trabalhar pela alteração das atuais normas trabalhistas. Este ano, entre janeiro e agosto, o País registrou a criação de 701 mil vagas com carteira de trabalho assinada, dentro da legislação atual.

Marina agregou que as mudanças que pretende fazer na CLT serão "sem prejuízo" a empregadores e empregados. Ela ressalvou que não quer que sua iniciativa seja chamada de "flexibilização" da CLT, apesar de ter sido essa a impressão que ficou de sua nova promessa eleitoral.

- Quero reafirmar, para que não fique nenhuma dúvida, de que isso será feito sem prejuízo às conquistas que os trabalhadores a duras penas alcançaram, afirmou a candidata a jornalistas.

Ao ser questionada sobre o que pretende fazer em relação à terceirização da mão de obra, ela procurou ajustar novamente seu discurso.

- Não queremos a precarização das ocupações que existem. Foi feito um processo no governo do PSDB que tem muitos problemas e esses problemas precisam ser reparados, acentuou Marina. 

Após prometer a "atualização" da CLT, citando "o professor Gianetti" como inspiração, a candidata reconheceu que ainda não faz ideia do que pretende fazer sobre o assunto em caso de chegar ao governo.

- É um debate difícil e ainda não temos uma finalização sobre o assunto, assinalou.

Pela cartilha do economista Eduardo Gianetti da Fonseca, que vai assumindo o posto de chefe da equipe econômica de Marina, sabe-se que garantias trabalhistas são vistas como entraves para o desenvolvimento do País. Os empreendedores que ouviram Marina ficaram com a impressão de que, para um lado ou para o outro, a CLT não será a mesma caso a candidata do PSB vença a corrida eleitoral.


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Não chore, Marina Silva. Quem tem de chorar somos nós


16 de setembro de 2014 | Autor: Miguel do Rosário

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Depois Marina Silva vem chorar, dizendo ser vítima de “boatos e mentiras”, convocando coxinhas para desmenti-los.

Ora, desmentir o que? Seu próprio coordenador de campanha, em discurso a empresários, copia o discurso tucano sobre o pré-sal e fala que o governo Marina mudará o modelo de partilha, para entregar fatias maiores de nosso petróleo a companhias estrangeiras.

A troco de que? Em menos de oito anos, o pré-sal ja está chegando perto de 600 mil barris/ dia! Trata-se de um saldo de produtividade sem comparação em nenhum lugar do mundo.

A dívida da Petrobrás já começou a cair, naturalmente, por causa do aumento da produção de petróleo.

A dívida aumentou porque os primeiros anos do pré-sal foram anos puramente de cultivo. Nada de colheita.

Esse tempo já terminou. O pré-sal já é uma realidade. A partir de agora, a produção só tende a aumentar, rapidamente.

Em cinco ou seis anos, estaremos produzindo quase 6 milhões de barris por dia!

O Brasil perdeu oportunidades com o açúcar, o ouro e o café. Não é possível agora que haja gente defendendo que percamos a chance de usarmos o petróleo para, finalmente, nos tornarmos um país desenvolvido, alegando que não temos competência para explorar essa riqueza.

O modelo de partilha já prevê a participação estrangeira, mas o petróleo permanece nosso, e a maior parte dos recursos fica aqui.

O atual modelo não é nenhum bicho-papão. Não tem nada de “comunista” ou “doutrinário”. É um modelo usado na Noruega, na Rússia, na Arábia Saudita, em quase todos os grandes produtores de petróleo que entendem a importância deste recurso para seu próprio desenvolvimento.

Aliás, “doutrinário” é um eufemismo entreguista para criticar o uso do conceito de nacionalismo.

O leilão de Libra está aí para provar que o entreguismo tucano da campanha de Marina é equivocado. Houve participação estrangeira (China e Espanha) no leilão, houve investimento externo, tudo dentro do modelo de partilha, com a exploração do petróleo continuando sob nosso controle.

O PSB de Marina Silva quer mudar o modelo, para dar mais vantagens a empresas estrangeiras, e acabar com a política de conteúdo nacional, que provocou o ressurgimento da indústria naval, injetando dinheiro e empregos em nossa economia.

Não vale chorar, Marina.

Quem tem de chorar somos nós, ao ler seu programa de governo e escutar as propostas de seu coordenador de campanha.


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BRASIL REDUZ FOME À METADE E CUMPRE META DA ONU. MAS QUE HORROR


Relatório divulgado hoje pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), presidida pelo brasileiro José Graziano da Silva, aponta que o número de pessoas subnutridas diminuiu em mais de 100 milhões na última década; redução da fome nos países em desenvolvimento significa que a meta dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) de diminuir à metade a proporção de pessoas subnutridas até 2015 pode ser alcançado "se apropriados e imediatos esforços forem intensificados"; até o momento, 63 países atingiram o objetivo, entre eles o Brasil, que se tornou um dos sete estudos de caso da ONU; Programa Fome Zero, diz documento, foi o que possibilitou o País a atingir este ODM

16 DE SETEMBRO DE 2014

Ana Cristina Campos - Repórter da Agência Brasil

Cerca de 805 milhões de pessoas no mundo, uma em cada nove, sofrem de fome crônica no mundo, segundo o relatório O Estado da Insegurança Alimentar no Mundo (Sofi 2014, na sigla em inglês), divulgado nesta terça-feira 16 em Roma, na Itália, pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO).

O estudo confirmou tendência positiva observada nos últimos anos de redução da desnutrição mundialmente: o número de pessoas subnutridas diminuiu em mais de 100 milhões na última década e em mais de 200 milhões desde o período 1990-1992.

Segundo o documento, a redução da fome nos países em desenvolvimento significa que a meta dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) de diminuir à metade a proporção de pessoas subnutridas até 2015 pode ser alcançado "se apropriados e imediatos esforços forem intensificados".

Até o momento, 63 países em desenvolvimento alcançaram o objetivo, entre eles o Brasil, e outros seis estão a caminho de consegui-lo até 2015. O documento incluiu este ano sete estudos de casos, entre eles o Brasil. De acordo com o levantamento, o Programa Fome Zero, que colocou a segurança alimentar no centro da agenda política, foi o que possibilitou o país a atingir este ODM. O estudo também destaca os programas de erradicação da extrema pobreza, a agricultura familiar e as redes de proteção social como medidas de inclusão social no Brasil

O relatório é uma publicação conjunta da FAO, do Programa Mundial de Alimentos (PMA) e do Fundo Internacional para o Desenvolvimento Agrícola (Fida).

"Isto prova que podemos ganhar a guerra contra a fome e devemos inspirar os países a seguir adiante, com a ajuda da comunidade internacional se for necessário", dizem, no relatório, o diretor-geral da FAO, o brasileiro José Graziano da Silva, o presidente do Fida, Kanayo Nwanze, e a diretora executiva do PMA, Ertharin Cousin. Eles ressaltaram que "substancial e sustentável redução da fome é possível com comprometimento político".

O documento ressaltou que o acesso a alimentos melhorou significativamente em países que experimentaram progresso econômico, especialmente no Leste e Sudeste da Ásia. O acesso à comida também aumentou no Sul da Ásia e na América Latina, mas principalmente em países que têm formas de proteção social, incluídos os pobres no campo, segundo o estudo.

No entanto, o relatório apontou que apesar do progresso significativo geral, ainda persistem várias regiões que ficaram atrás. Na África Subsaariana, mais de uma em cada quatro pessoas continua com fome crônica. A Ásia abriga a maioria dos famintos – 526 milhões de pessoas. A América Latina e o Caribe são as regiões que fizeram os maiores avanços na segurança alimentar.

Como o número de pessoas subnutridas permanece alto, os chefes das agências reforçaram a necessidade de renovar o compromisso político para combater a fome por meio de ações concretas e encorajam o cumprimento do acordo alcançado na cúpula da União Africana, em junho, de acabar com a fome no continente até 2025.

Os líderes das organizações destacaram que a insegurança alimentar e a desnutrição são problemas complexos que devem ser resolvidos de maneira coordenada e apelam aos governos para trabalhar em estreita colaboração com o setor privado e a sociedade civil.

O relatório reforça que a erradicação da fome requer o estabelecimento de um ambiente propício e um enfoque integrado, que incluam investimentos públicos e privados para aumentar a produtividade agrícola, o acesso à terra, aos serviços, às tecnologias e aos mercados, além de medidas para promover o desenvolvimento rural e a proteção social dos mais vulneráveis.


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PSB DE MARINA ASSUME COM TODAS AS LETRAS: VAI PRIVATIZAR O PRÉ-SAL


Com todas as letras, coordenador de campanha Walter Feldman disse a empresários em São Paulo que modelo de partilha será mudado em caso de vitória de Marina Silva (PSB); pelo atual regime, aprovado durante o governo Lula, o País fica com a maior parte dos lucros obtidos e a Petrobras é parte obrigatória na exploração de todos os campos; Feldman chamou política de "doutrinária" e errada e disse que executivos do setor se queixaram do modelo; pelo regime de concessão, em vigor do governo FHC e mais apropriado para áreas onde há menor quantidade de petróleo, predominam os interesses das multinacionais; proposta de acabar com o modelo de partilha também é defendida pelo tucano Aécio Neves

16 DE SETEMBRO DE 2014

O PSB da candidata Marina Silva assumiu: tem a intenção de priorizar o interesse das multinacionais na exploração do pré-sal. É o que prevê, pelo menos, a revisão do regime de partilha, aprovado durante o governo Lula. Nesta segunda-feira 15, durante encontro com empresários em São Paulo, o coordenador da campanha da presidenciável, Walter Feldman, chamou a política atual de "doutrinária" e errada.

No atual modelo, vigente para a exploração de áreas cuja expectativa é de grandes quantidades de petróleo, o Estado fica com a maior parte dos lucros obtidos e a participação da Petrobras é obrigatória na exploração de todos os campos. Feldman argumenta que a situação financeira da estatal não permite que isso seja praticado. "A própria Petrobras se diz com dificuldades de responder a essa demanda", disse ele.

No modelo de concessão, vigente durante o governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e apropriado para áreas de maior risco exploratório e com expectativa menor em relação a quantidades, predominam os interesses das grandes multinacionais, como Shell, BP (British Petroleum) e Chevron, que passariam a explorar e obter a maior parte dos lucros da riqueza extraída de mares brasileiros.

Segundo Walter Feldman, executivos do setor criticaram a emissários da candidata, durante encontro na semana passada, a política de conteúdo local – que prevê que 60% dos componentes sejam feitos no Brasil. Rever o regime de partilha na exploração de petróleo também é uma proposta do candidato do PSDB, Aécio Neves, duramente criticada pelo ex-presidente da ANP Haroldo Lima, em entrevista ao 247 concedida em abril desse ano. (leia aqui)


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Marina Silva janta com banqueiros em São Paulo


16/09/2014 - E não adianta querer posar de vítima. Quem "dedurou" foi um colunista da revista Veja. Ele escreveu:

Marina Silva participa hoje em São Paulo de um jantar com pesos pesados do setor financeiro. Estarão presentes José Olympio Pereira e Luis Stuhlberger, do Credit Suisse, Eduardo Vassimon, do Itaú-BBA e Jair Ribeiro, do Indusval & Partners.

O jantar for organizado para cinquenta empresários e banqueiros que doaram entre 100 000 e 200 000 reais para a campanha de Marina.
 E nós perguntamos...

Marina fala de dívida pública enquanto janta com especialistas em criar empresas off-shore em paraísos fiscais?


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Inaugurada em São Gonçalo do Amarante a Crusoe Foods a primeira fábrica de pescados em conserva do Norte e Nordeste


16/09/2014 - Foi inaugurada ontem (15) a Crusoe Foods a primeira fábrica de pescados em conserva do Norte e Nordeste, uma parceria entre a cearense RB Aquicultura e o grupo espanhol Jealsa-Rianxeira. A fábrica localizada na CE-348 distrito de Siupé municicío de São Gonçalo do Amarante, deverá produzir para abastecer o mercado interno do Norte e Nordeste. 


A fábrica está em fase de teste e aguarda licença de operação emitida pela Superintendência Estadual do Meio Ambiente (Semace) para dar início às operações. A capacidade de produção é de cerca de 10 milhões de enlatados por mês. 

Segundo a Semace, a Crusoe Foods deu entrada no pedido no último dia 11 de setembro. O processo foi encaminhado ontem e ainda será analisado. 


O faturamento mensal da empresa pode chegar a R$ 20 milhões, de acordo com Max Mapurunga, sócio-diretor da R&B Aquicultura, parceira cearense da Cruzoe Foods. “Esperamos que no tempo mais curto possível, todos os supermercados do Brasil tenham o nosso produto. Queremos ser líderes em conserva no Brasil”, destacou o presidente mundial do grupo Jealsa, Jesus Alonso. 

A partir da empresa, a expectativa da prefeitura é criar um polo pesqueiro e de frutos do mar para abastecer o Nordeste, de acordo com o secretário de Desenvolvimento Econômico de São Gonçalo do Amarante, Victor Samuel. 


PRODUÇÃO DE ENLATADOS 

Até chegar ao consumidor final, o processo de produção de pescados enlatados passa por esterilização, pré-cozimento e enlatamento. 

1 Câmara de Congelamento: Sardinha chega à fábrica congelada e é mantida em uma câmara a -25º C.

2 Câmara de Descongelamento: Quando o pescado for utilizado, é necessário que seja inicialmente descongelado. 

3 Processo de Enlatamento: As sardinhas são colocadas nas latas de forma manual. O atum também é enlatado de forma manual. 

4 Pré-cozimento: As sardinhas são pré-cozidas dentro das latas. 

5 Recravamento: As latas são viradas e recebem as tampas que vedam o produto. 

6 Esterilização: As latas passam pelo processo de esterilização. A temperatura é elevada a 121º C e depois cai a 30º C. Esse processo mata os microrganismos que prejudicam a saúde e também eleva o prazo de validade do produto.

7 Finalização: Rotulagem, codificação e empacotamento dos produtos. 

8 Estoque: Produtos produzidos seguem para estoque.


Fonte: Henrique Moreira – coordenador de qualidade e meio ambiente da fábrica
Fotos: Antonio Cordeiro
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LULA E PRÉ-SAL. POR QUE, ESCOLHI DILMA E NÃO A OUTRA


Tem gente que tem vergonha de usar essa camisa
(Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula)


No evento no Rio, em defesa do pré-sal e contra Bláblá e Arrocho, vestido de petroleiro Lula disse:

- No início, o evento era para comemorar o aniversário da Petrobras. E depois virou um ato pra defendermos a Petrobras;

- Eu resolvi que tinha que vir na porta da Petrobras;

- Eu quero falar uma coisa de sentimento. Eu fiz questão de colocar essa camisa da Petrobras. Porque quando começa a acontecer denúncias da Petrobras, tem gente que fica com vergonha de usar essa camisa;

- Eu falo na condição de um presidente que mais lutou pela Petrobras;

- Não tenham vergonha dessa camisa. Essa camisa deve orgulhar o povo brasileiro pelo que a Petrobras significa para o Brasil;

- Eu me orgulho do dia que me disseram que tinham encontrado o pré-sal. Eu fui pra casa e disse pra Marisa: ‘não é possível que eu tenha nascido com… pra lua;

- Eu não acreditava que seria possível tiramos petróleo de 7 mil metros de profundidade. Muita gente dizia que não tínhamos tecnologia, pois estamos hoje tirando mais petróleo que tiramos nos primeiros 31 anos da Petrobras;

- Fico pensando… quem é que não quer que esse projeto da Petrobras vá adiante? Quem é que não gosta do fato de termos aprovado a partilha do petróleo do pré-sal? Quem é que está contra os royalties para saúde e para a educação? Certamente, não é nenhum trabalhador, nenhum petroleiro. Não é nenhum brasileiro que ama esse país;

- A gente já tem petróleo e tem filho de pedreiro cursando universidade. Se a gente conseguiu fazer isso sem o petróleo, imagina o que faremos com os recursos do pré-sal;

- Eu não costumo falar mal de político na minha campanha. Eu tenho 34 anos de partido político. Por que o Lula escolheu a Dilma e não outra pessoas? Eu via a Presidenta da República como coisa muito séria. Por isso escolhi Dilma;

- Enquanto a Europa desempregou 100 milhões, nós empregamos mais de 11 milhões de brasileiros. Alguns especialistas dizem que a inflação está abaixo de controle, pois saiba que a inflação está na meta!;

- A Dilma quer uma inflação menor? Quer! Mas estamos fazendo tudo que podemos;

- O que é o Brasil do passado e o que é o Brasil de hoje;

- Essa empresa registrou nos últimos anos números inimagináveis antes de nós (Dilma e Lula);

- O petróleo é nosso, o pré-sal é nosso e vai garantir à juventude o direito de estudar;

- Os trabalhadores da Petrobras não tem nenhuma razão pra não andar de cabeça erguida. Nenhum petroleiro pode estar com a auto-estima baixa;

- Para governar esse país, é preciso alguém que tenha pulso para fazer as coisas acontecerem.



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William Bonner é apontado como pivô da queda de Patricia Poeta



16/09/2014 - A versão oficial da Globo de que já estava previsto que Patricia Poeta ficaria apenas três anos como apresentadora do Jornal Nacional não foi digerida nos bastidores da própria emissora. Para jornalistas da Globo, Patrícia não saiu do JN; ela caiu. E todos os dedos apontam para William Bonner como o principal articulador da queda de Poeta, que, especula-se na emissora, deverá comandar um programa vespertino de variedades em 2015.

Nos bastidores da Globo, é notório que Bonner nunca digeriu o fato de ter que aceitar Poeta como colega de bancada, em 2011, no lugar de Fátima Bernardes. Poeta, segundo essa versão dos fatos, foi imposta por Amaury Soares, diretor de programação da Globo, marido da jornalista. Não teria sido uma escolha de Bonner.

Na Globo, há quem enxergue um processo de fritura de Patricia Poeta, que fez Bonner mero coadjuvante durante a Copa do Mundo. Coincidentemente, sua saída do JN foi anunciada nove dias depois de vazar a notícia de que ela está comprando um apartamento de R$ 23 milhões em Ipanema, bairro nobre do Rio.

O problema não é o valor do imóvel. Mas o vendedor: George Sadala, nome que o noticiário político relaciona à CPI do bicheiro Carlinhos Cachoeira e a oposição ao governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, coloca na "Gangue dos Guardanapos".

A justificativa oficial da Globo de que a saída de Patricia Poeta estava planejada havia três anos não combina com a tradição da emissora de manter jornalistas durante muito tempo ocupando os mesmos cargos. William Bonner, por exemplo, está há 18 anos à frente do JN. Fátima Bernardes ficou 13 anos no telejornal.

O maior indício de que Patricia foi "expulsa" do JN em plena campanha eleitoral vem da substituta de Renata Vasconcelos, que deixará o Fantástico para assumir o principal telejornal do país.

Poliana Abritta, a nova apresentadora do Fantástico, acaba de ser designada correspondente da Globo em Nova York. Ela nem chegou a estrear no posto. Foi para a cidade americana em julho e voltou na semana passada. Nesta terça, já começa a dar expediente na revista eletrônica semanal.

A Globo, no entanto, sustenta que a estadia de Abritta em Nova York seria apenas até novembro e que ela voltou antes porque seus filhos não se adaptaram aos Estados Unidos.

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VOX POPULI: DILMA TEM 36%, MARINA 27% E AÉCIO 15%



Vantagem da presidente Dilma Rousseff no primeiro turno é de nove pontos, segundo a pesquisa Vox Populi; ela tem 36%, contra 27% de Marina Silva; na terceira posição, Aécio Neves permaneceu com 15%; no segundo turno, a situação é de empate técnico, com Marina aparecendo com 42% e Dilma com 41%; na pesquisa mais recente, divulgada no último dia 10, Dilma tinha 36%, contra 28% de Marina e 15% de Aécio; ou seja, a alteração foi mínima na última semana

15 DE SETEMBRO DE 2014

A presidente Dilma Rousseff ampliou para nove pontos sua vantagem em relação a Marina Silva, no primeiro turno. É o que mostra pesquisa Vox Populi, divulgada nesta segunda-feira. Ela tem 36%, contra 27% de Marina e 15% de Aécio Neves.

Na simulação de segundo turno, a situação é de empate técnico. Marina Silva tem 42% e Dilma apresenta 41%. Praticamente não houve alteração em relação à pesquisa anterior, quando Dilma tinha 36%, Marina 28% e Aécio 15%.


Brasil 247 / Agência Brasil
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FREI BETTO | 13 razões para reeleger Dilma

10 DE SETEMBRO DE 2014

Votarei para que a nossa diplomacia permaneça independente, aliada às causas justas, sem tirar os sapatos nas alfândegas usamericanas e endossar o terrorismo bélico dos EUA, que dissemina lagrimas e sofrimentos em tantas regiões do planeta

1. Apesar das mazelas e contradições do PT e do atual governo, votarei em Dilma para que se aprimorem as políticas sociais que, nos últimos 12 anos, tiraram da miséria 36 milhões de brasileiros.

2. Votarei para que o Brasil prossiga independente e soberano, livre das ingerências do FMI e do Banco Mundial, distante dos ditames da União Europeia e crítico às ações imperialistas dos EUA.

3. Votarei pela integração latino-americana e caribenha; pelo solidário apoio aos governos de Cuba, Venezuela, Bolívia, Equador e Uruguai; pela autonomia da CELAC e do Mercosul.

4. Votarei pelo respeito ao direito constitucional de greves e manifestações públicas, sem criminalização dos movimentos sociais e de seus líderes.

5. Votarei pela Política Nacional de Participação Social; pela manutenção de cotas em universidades; pelo Enem, o Pronatec e o ProUni; e pelo aumento do percentual do PIB aplicado em educação.

6. Votarei a favor do Programa Mais Médicos que, graças à sua ação preventiva, fez decrescer a mortalidade infantil para 15,7 em cada 1.000 nascidos vivos.

7. Votarei pelo crédito facilitado e o reajuste anual do salário mínimo, de modo a ampliar o poder aquisitivo das famílias brasileiras, a ponto de viagens aéreas deixarem de ser um luxo das classes abastadas.

8. Votarei para que o trabalho escravo em fazendas do agronegócio seja severamente punido e tais propriedades confiscadas em prol da reforma agrária.

9. Votarei para que a Polícia Federal prossiga apartidária, efetuando prisões até mesmo de membros do governo, combatendo o narcotráfico, o contrabando e a atividade nefasta dos doleiros.

10. Votarei para que a inflação seja mantida sob controle e, no Brasil, o crescimento do IDH seja considerado mais importante que o do PIB. Se nosso PIB cresce pouco, nosso IDH é o segundo do mundo, atrás apenas dos EUA, se considerarmos o tamanho da população.

11. Votarei para que a nossa diplomacia permaneça independente, aliada às causas justas, sem tirar os sapatos nas alfândegas usamericanas e endossar o terrorismo bélico dos EUA, que dissemina lagrimas e sofrimentos em tantas regiões do planeta.

12. Votarei pela preservação do Marco Zero da internet, sem ingerência das gigantes de telecomunicações, interessadas em mercantilizar as redes sociais e manter controle sobre a comunicação digital.

13. Votarei, enfim, por um Brasil melhor, mesmo sabendo que o atual governo é contraditório e incapaz de promover reformas de estruturas e punir os responsáveis pelos crimes da ditadura militar. Porém, temo o retrocesso e, na atual conjuntura, não troco o conhecido pelo desconhecido.


Frei Betto é escritor, autor de "O que a vida me ensinou” (Saraiva), entre outros livros.
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BRENO ALTMAN | INTELECTUAIS DO MIMIMI

16 DE SETEMBRO DE 2014

A vitimização marinista, incentivada por oráculos da academia e da mídia, não se mostra capaz de deter os efeitos do confronto programático e a crescente polarização eleitoral

Os principais sócios da estratégia de vitimização da candidata Marina Silva são um punhado de intelectuais e jornalistas que, aproveitando a emergência da alternativa salvacionista, encontraram na crítica à radicalização política da campanha sua nova estratégia antipetista.

Cansados e derrotados depois de longo tempo defendendo a República de Higienopolis, encarnada pelo PSDB, vislumbraram na ex-senadora e sua biografia a via modernizante do velho programa neoconservador. Infelizmente se juntam, aqui e acolá, vozes progressistas que imaginam a luta política como passeio em um jardim florido e de grama aparada.

Esta opção renovada do bloco neoliberal, no entanto, tem seu calcanhar de Aquiles no programa apresentado por Marina. Sua origem pobre, lutadora e petista cai por terra quando confrontada com as idéias, valores e medidas que vertebram seu projeto de governo e pais. Ela simplesmente incorporou o programa tucano, batido pelas urnas por três vezes consecutivas.

Não resta outro caminho para esse grupo de pensadores, portanto, fora a denúncia de qualquer embate programático como suposta agressão contra a candidata do PSB. O mimimi é o jeito no qual apostam para despolitizar ao máximo a campanha e reduzi-la a um eventual confronto de personalidades, entre a salvadora messiânica e a gerentona sem carisma.

Já é grande, no entanto, a chance das intenções desta gente ruir como em eleições anteriores. Apesar das vacilações e concessões do PT na disputa e na pedagogia político-ideológica ao longo dos últimos doze anos, o fato é que os trabalhadores, os pobres da cidade e do campo, conquistaram ampla consciência acerca de qual projeto defende seus interesses de classe.

A vitimização marinista, incentivada por oráculos da academia e da mídia, não se mostra capaz de deter os efeitos do confronto programático e a crescente polarização eleitoral. Nesse cenário, as grandes maiorias populares farão a opção, mesmo com alguns setores a contra-gosto, por defender suas imensas conquistas desde 2003 e o lado que efetivamente as representa.


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América-MG perde pontos no STJD e vira lanterna da Série B


15/09/2014 - Em  julgamento realizado na tarde desta segunda-feira, o América-MG foi considerado culpado pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva por escalar o lateral esquerdo Eduardo de forma irregular na Série B do Campeonato Brasileiro. O clube perdeu 21 pontos no STJD e não só entra na zona de rebaixamento como passa a ocupar a última colocação.

A equipe mineira foi condenada por 4 votos a 1. Acompanhando o voto de Luiz Felipe Bulus Alves Ferreira, auditor relator do julgamento, William Figueiredo e Felipe Bevilacqua votaram a favor da condenação. Assim, Washington Oliveira foi voto vencido ao optar contra a punição. O auditor presidente, Paulo Valed Perry, também escolheu por tirar pontos do time.

O inferno astral do América-MG é refletido em campo. O técnico Moacir Júnior foi demitido no último sábado, quando o time perdeu a terceira seguida na Série B. A equipe passa a ocupar a última colocação, com 12 pontos, 11 abaixo do Bragantino, que agora sai da zona da degola.

Entenda o caso

Eduardo começou a temporada no São Bernardo, no qual disputou o Campeonato Paulista e dois jogos da Copa do Brasil. Ele foi transferido à Portuguesa, jogando seis jogos pela Série B, e posteriormente ao América-MG. O jogador até já deixou a equipe alegando problemas particulares.

Ele foi relacionado pelo clube em quatro jogos da segunda divisão. Isto segundo a Promotoria do STJD, desrespeita o artigo 49 do Regulamento Geral de Competições da CBF, que foi atualizado neste ano.

"Um clube não poderá incluir em sua equipe, na mesma temporada, um atleta que já tenha atuado por dois outros clubes, em quaisquer das competições coordenadas pela CBF", reza o código em questão.

Desta forma, Eduardo estaria inapto a ser relacionado pelo América-MG, porque infringiria o artigo 214 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), que trata de escalações irregulares e fala em "incluir na equipe, ou fazer constar da súmula ou documento equivalente, atleta em situação irregular para participar de partida."


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Alagoanos suspeitos de assaltos a banco são presos no Ceará

Salatiel foi envolvido com uma
quadrilha que atuava desde 1997

A operação integrada do Cotar, DRF e Coin resultou na desarticulação da quadrilha


15/09/2014 - Uma operação da Delegacia de Roubos e Furtos (DRF), Comando Tático Rural (Cotar) e Coordenadoria de Inteligência (Coin), da Secretaria de Segurança, resultou na prisão de dois alagoanos suspeitos de integrarem uma quadrilha de assalto a banco no Estado de Alagoas e envolvimento em ações contra agências do CE.

Salatiel dos Santos Soares, 27, e Júnior César Gonçalves Silva, 39,   foram detidos, sendo que o primeiro já possui um mandado de prisão em aberto pela 17ª Vara Criminal de Alagoas e na vistoria da PM não apresentou identidade . Júnior possuia um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) em desfavor, além de apresentar uma Carteira Nacional de Habilitação (CNH)  falsa.

A dupla foi encaminhada à Russas e, em seguida, à Delegacia de Roubos e Furtos (DRF). De acordo com informações do titular da DRF, Raphael Vilarinho, a abordagem  ocorreu na BR-116, em São João do Jaguaribe.

Salatiel era integrante de uma quadrilha do Maranhão que era comandada por um indivíduo chamado 'Maguila', que  é acusado de mais de 14 crimes de assalto a banco. O bando atuava desde o ano de 1997, mas em 2012 o bando foi desarticulado pela Polícia Civil e Salatiel formou um grupo criminoso que atuava em Alagoas, onde é acusado de cinco assaltos. Salatiel pode ter participado de quase 30 ataques a banco neste período, segundo informações da Polícia.

De acordo com o titular da DRF, ele também é suspeito de ataques em Pernambuco e no Piauí. No Ceará, Salatiel é apontado como um dos responsáveis pelo roubo ao banco de Quiterianópolis. 

A Polícia teria identificado todos os componentes do bando e divulgou que trabalha no intuito de localizá-los. Apesar do envolvimento com os crimes de assalto a banco, a dupla foi autuada em flagrante por uso de documentos falsos e associação criminosa.


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LULA A MARINA SILVA: 'NÃO DÁ PRA TERCEIRIZAR A PRESIDÊNCIA'



Ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva mandou um recado claro à candidata Marina Silva e à herdeira do Itaú, Neca Setubal, que fala em nome da ex-senadora sobre temas econômicos; "Se tem uma coisa que você não pode terceirizar é o cargo de presidente da República. Esse é um cargo que você não pode terceirizar... esse negócio de pedir para cada um falar um pedacinho das coisas que vai acontecer nesse país, não está certo", afirmou o ex-presidente; ele disse ainda que Marina deveria pedir a seus economistas que parassem de falar bobagens

15 DE SETEMBRO DE 2014

RIO DE JANEIRO (Reuters) - O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou de um ato em defesa do pré-sal, nesta segunda-feira, e aproveitou para atacar a candidata do PSB à Presidência, Marina Silva, dizendo que cargo de presidente não pode ser "terceirizado".

"Se tem uma coisa que você não pode terceirizar é o cargo de presidente da República. Esse é um cargo que você não pode terceirizar... esse negócio de pedir para cada um falar um pedacinho das coisas que vai acontecer nesse país, não está certo", afirmou o ex-presidente.

"Eu se fosse a candidata que faz oposição à Dilma proibiria seus economistas de falar, porque cada um fala mais bobagem que o outro", acrescentou.

Lula também mandou um recado à adversária ao falar sobre ao pré-sal. Marina passou a ser questionada sobre o encaminhamento que daria à exploração do petróleo em águas ultraprofundas em um eventual mandato presidencial, depois que seu programa de governo praticamente não mencionou essas reservas.

Sobrou também para o presidenciável do PSDB, Aécio Neves, que tem dito que, se eleito, vai estudar o sistema de partilha.

"Quem é contra, quem que não gosta de nós termos aprovado a partilha do pretróleo do pré-sal? Transformar essa riqueza numa riqueza do povo brasileiro?...Não é nenhum petroleiro, nem um trabalhador e nem um brasileiro que ama este país", afirmou o ex-presidente em discurso sobre um palanque montado em frente à sede da Petrobras, no centro do Rio de Janeiro.

A candidata, que esteve à frente do Ministério do Meio Ambiente entre 2003 e 2008 quando Lula era presidente, participou na semana passada, também no Rio de Janeiro, de um ato para demonstrar que é a favor do pré-sal.

O diretor da estatal e ex-presidente do PT José Eduardo Dutra engrossou o coro. "Fui companheiro de Marina, respeito e não vou atacá-la, mas o que está em discussão é o programa dela", afirmou Dutra, em discurso durante o ato.

"No programa da Marina Silva o petróleo é tratado como um mal necessário e não há nenhuma citação ao pré-sal", adicionou Dutra. O ato, organizado por centrais sindicais, começou com uma caminhada e terminou com um abraço ao edifício sede da empresa.

Lula e Dutra também defenderam a Petrobras , alvo de CPIs no Congresso Nacional por denúncias de irregularidades, entre elas a compra da refinaria de Pasadena, no Texas (EUA).

A estatal foi envolvida ainda em um novo escândalo, após vazamento de informações de depoimento do ex-diretor Paulo Roberto Costa, mediante delação premiada, em que denunciou um suposto esquema de desvio de recursos da estatal para partidos e políticos da base aliada. O ex-diretor está preso desde junho em decorrência da operação Lava Jato, da Polícia Federal, que investiga lavagem de dinheiro.

Tanto Lula como Dutra afirmaram que a empresa é motivo de orgulho e um exemplo nacional. "Vocês têm que andar de cabeça em pé", disseram ao se dirigirem a funcionários da estatal que acompanhavam os discursos das janelas e varandas da empresa.

"Vocês não podem ser confundidos por alguém que cometeu um erro... se alguém roubou tem que ser investigado e se for culpado tem que pagar e ir para cadeia", disse Lula.



(Reportagem de Rodrigo Viga Gaier)
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Tasso Jereissati: estratégia de Marina enfraquece partidos e Parlamento


Liderança tucana diz que a ideia da candidata de reunir quadros dos partidos é perigosa


15/09/2014 - Candidato ao Senado pelo Ceará, Tasso Jereissati (PSDB) declarou ao jornal O Estado de S. Pauloque a candidata à Presidência Marina Silva (PSDB) erra ao dizer que vai governar com os melhores. “Esse é um erro grave que a Marina está fazendo. Ela não vai conseguir sair pinçando e destruindo os partidos”, disse Jereissati, que completou ao afirmar que tal atitude pode acabar com a “estrutura partidária”.

O tucano ainda avalia que a lógica da presidenciável poderia ser feita em cima de “um projeto”, mas que, da maneira como está sendo proposta, tal estratégia pode “destruir o Parlamento”. “Isso é perigosíssimo e nós sabemos no que dá”, destacou o candidato.

Jereissati assumiu que o cenário eleitoral se tornou complexo à candidatura tucana após a morte de Eduardo Campos e da entrada de Marina Silva. Avaliou também que a campanha do PSDB ainda não conseguiu convencer o eleitorado de que a mudança mais segura é com eles, porém, acredita que muita coisa pode acontecer. Na entrevista, ele garantiu que a candidata do PSB não tem estrutura partidária para governar.


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