PDT vai pedir anulação das eleições

Editora 247


Partido do presidenciável Ciro Gomes anunciou nesta quinta-feira 18 que irá pedir a anulação das eleições presidenciais de 2018, após a revelação das fraudes da campanha de Jair Bolsonaro (PSL) de divulgação em massa de mensagens contra o PT no Whatsapp; "O problema das fake news é muito grave, mas agora a compra do envio em massa de fake news contra o PT foi para um outro patamar. É crime. É abuso do poder econômico. Vamos pedir a nulidade das eleições", disse o presidente do partido, Carlos Lupi, que está reunido com outros integrantes do partido para definir o formato dessa ação

18 DE OUTUBRO DE 2018

O PDT anunciou nesta quinta-feira, 18, que irá pedir a nulidade das eleições presidenciais de 2018 por conta da denúncia publicada no jornal "Folha de S.Paulo" nesta quinta-feira de que empresas estariam comprando pacotes de divulgação em massa de mensagens contra o PT no Whatsapp.

O presidente do PDT,Carlos Lupi , está reunido com outros integrantes do partido para definir o formato dessa ação. Ele pondera que as fake news têm se transformado no grande problema desta eleição.

"O problema das fake news é muito grave, mas agora a compra do envio em massa de fake news contra o PT foi para um outro patamar. É crime. É abuso do poder econômico. Vamos pedir a nulidade das eleições, isso aí vai dar um oba-oba bom", disse Lupi ao jornal O Globo.


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Oportunidades de empregos em São Gonçalo do Amarante 18/10/2018


OCUPAÇÕES
QTDE.VAGAS
Agente de ação social
01
Analista administrativo
04
Chefe de serviço de limpeza
01
Chefe de serviços de coordenação de contratos
01
Confeccionador de pneumáticos
03
Encarregado de setor de borracha
04
Jardineiro
01
Mecânico de máquinas pesadas (manutenção)
01
Motorista de caminhão-guincho pesado com munk
01
Operador de processo de produção
15
Porteiro
01
Técnico em espirometria
01
Tecnólogo em gestão da tecnologia da informação
01


Os interessados devem procurar a unidade do SINE/IDT

Em São Gonçalo do Amarante
Av. Coronel Neco Martins, 236 – Centro
Fone :(85) 3315.7369

Em Pecém
Rua Francisco Câncio, S/N – Centro
Fone :(85) 3315.1375

As informações sobre as vagas não são dadas por telefone. Todas as informações estão sujeitas à alteração. 


Fonte: Sine/IDT

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“Crianças precisam de ensino presencial, precisam de merenda”, diz Fernando Haddad

Exame


O candidato do PT à Presidência criticou a proposta de ensino à distância de Jair Bolsonaro


18/10/2018

O candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad, criticou nesta terça-feira, 16, a proposta de ensino à distância para crianças no ensino fundamental feita por seu adversário, Jair Bolsonaro (PSL).

Sua convicção política afeta a maneira como você investe? Saiba como se prevenir
“Crianças precisam de ensino presencial, precisam de merenda. Se ficarem em casa, vão ficar sozinhas, porque a mãe não vai ter dinheiro para contratar cuidador”, disse Haddad, que foi ministro da Educação dos governos Lula.

Para o petista, a proposta de Bolsonaro é “esdrúxula”. “O Bolsonaro falou que não conhece de economia, mas de educação ele mostra que conhece menos ainda”, disparou.


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JEFERSON MIOLA | É alarmante: TSE não está preparado para combater fake news de Bolsonaro

Editora 247

Jeferson Miola é integrante do Instituto de Debates, Estudos e Alternativas de Porto Alegre (Idea), foi coordenador-executivo do 5º Fórum Social Mundial

18 de Outubro de 2018


Em junho passado, por ocasião de evento promovido pelo TSE com a União Européia para discutir o combate a notícias falsas [fake news], o então presidente Luiz Fux declarou que "se o resultado de uma eleição qualquer for fruto de uma fake news difundida de forma massiva e influente no resultado, o artigo 222 [do Código Eleitoral] prevê inclusive a anulação".

Passados 4 meses daquele evento, constata-se que a eleição está infestada por uma massa gigantesca de fake news e conteúdos falsos industrialmente produzidos pela campanha do Bolsonaro, como parte da guerra cibernética que ele promove contra a candidatura Haddad/Manuela.

A 10 dias da eleição, o TSE confessa-se totalmente despreparado e desequipado para enfrentar a torrente de fake news propagadas a partir de sistemas de telecomunicações de países estrangeiros e que inundam a eleição e que, a essas alturas, alcançam magnitude incalculável.

A inaptidão do TSE é confirmada pelas opiniões do vice-procurador-geral eleitoral Humberto Jacques de Medeiros, resumidas do seguinte modo na reportagem da FSP de hoje: "Não há como monitorar mensagens enviadas pelo aplicativo WhatsApp, que preza pela privacidade, nem aplicar a ele a mesma metodologia de combate às fake news empregada em redes sociais como Facebook e Twitter. O problema das notícias falsas é menor do que parece, e 90% das conversas no WhatsApp são interpessoais, e não por meio de grupos".

O vice-procurador-geral – por ignorância, partidarismo ou por incúria – ainda minimiza o problema, dizendo que "o volume de informações mentirosas não tem esse número alarmante".

Essas declarações peremptórias contrariam, contudo, a constatação de integrantes do conselho consultivo do próprio TSE, que identificaram que depois do primeiro turno, "o Whatsapp é um dos principais meios de transmissão de notícias falsas" [sic].

Medeiros se contradiz feio. Ao mesmo tempo em que invoca o sigilo e a privacidade que, teoricamente, impediria o exame e o conhecimento dos conteúdos espalhados, ele declara que as informações mentirosas não têm "esse número alarmante" [sic].

Ora, o vice-procurador-geral somente consegue aferir a magnitude e o tipo de informações porque consegue ter acesso ao conteúdo do Whatsapp.

O vice-procurador-geral do tribunal diz ainda que "90% do tráfego de WhatsApp no Brasil é interpessoal. Não é essa megalópole de grupos que as pessoas tendem a imaginar" – o que é profundamente equivocado, porque os grupos funcionam como uma tipologia organizativa e relacional bastante observada nos intercâmbios interpessoais nesta mídia.

O trabalho investigativo de hackers brasileiros e estrangeiros que acompanham o tráfego de conteúdos na campanha eleitoral chegou às seguintes constatações preliminares:

1. a campanha do Bolsonaro usa plataformas e infra-estruturas logísticas instaladas em países estrangeiros, de onde são feitos bombardeios nas redes sociais e mídias digitais;

2. ainda é impreciso saber a magnitude da constelação de grupos de Whatsapp, porém sabe-se que sua arquitetura de funcionamento alcança dezenas de milhões de eleitores;

3. quase metade [49%] dos conteúdos são enviados através de áudios, vídeos e memes, e não por intermédio de textos [48%];

4. é possível correlacionar o crescimento da rejeição do Haddad nas pesquisas com os ataques no Whataspp, que manipulam e estimulam o ódio, o racismo, o preconceito e o antipetismo.

A situação é gravíssima. Está evidente que os supostos preparativos feitos pelo ex-presidente do TSE para assegurar a lisura do pleito e o respeito da soberania popular não produziram a eficácia necessária, fato que justifica a desconfiança de que a atuação do tribunal não passa de fake news.

É alarmante: o TSE não está preparado para combater a indústria de fake news do Bolsonaro e, menos ainda, para enfrentar a guerra cibernética contra Haddad e Manuela.

A manipulação do Whatsapp produz efeitos assombrosos, devido ao tremendo alcance desta mídia no Brasil, que tem cerca de 120 milhões de usuários – 10% do total de usuários de todo o mundo.

A lisura da eleição está ameaçada pela guerra cibernética que visa destruir Haddad para instalar um regime ditatorial e de terror político e social propício à consecução do projeto ultraliberal anti-povo, anti-nação e anti-democracia.


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Haddad apresenta ao País o coronel Ustra o torturador herói de Bolsonaro



A campanha de Fernando Haddad (PT) produziu a sua mais forte peça televisiva  até aqui, com denúncias graves sobre o adversário Jair Bolsonaro (PSL) – que ainda não são de total conhecimento da população brasileira; pergunta-se ao espectador: “você sabe mesmo quem é Bolsonaro?”; a peça traz, então, a figura do coronel Ustra, agente torturador que espalhou o terror pelo país com as mais violentas e desumanas técnicas de tortura já feitas pelo regime militar; o depoimento de Amelinha Teles, ativista torturada pelo coronel – que é ídolo de Bolsonaro – complementa o grave tom de denúncia e esclarecimento oferecido pelo programa


17 DE OUTUBRO DE 2018

A campanha de Fernando Haddad (PT) produziu a sua mais forte peça televisiva  até aqui, com denúncias graves sobre o adversário Jair Bolsonaro (PSL) – que ainda não são de total conhecimento da população brasileira. Pergunta-se ao espectador: “você sabe mesmo quem é Bolsonaro?”.  A peça traz, então, a figura do coronel Ustra, agente torturador que espalhou o terror pelo país com as mais violentas e desumanas técnicas de tortura já feitas pelo regime militar. O depoimento de Amelinha Teles, ativista torturada pelo coronel – que é ídolo de Bolsonaro – complementa o grave tom de denúncia e esclarecimento oferecido pelo programa.  

A peça cita também Steve Bannon, o assessor de Trump ligado a Bolsonaro que é acusado de sabotar regimes democráticos no mundo inteiro com a distribuição estratégica de fake news. A narração destaca que Bannon espalha o terror pelo mundo e que sua estratégia criminosa de comunicação é utilizada para vencer eleições e truncar regimes soberanos.

O texto complementa a conexão entre Bannon e Bolsonaro, afirmando que o ex-militar brasileiro já espalha o terror há 30 anos pelo país, com suas afirmações racistas e de incitação à violência.

É mostrado, então, o depoimento de Amelinha Teles, ativista torturada pelo coronel Ustra, no momento mais dramático da peça. Ela diz: “eles colocam muitos fios elétricos descascados dentro da vagina, colocam dentro do ânus, você grita de dor e você perde o equilíbrio e cai no chão e eles vem em cima de você mesmo para te estuprar. O momento de maior dor foi o Ustra levando os meus dois filhos para a sala de tortura onde eu estava nua, vomitada, urinada.”

Após o depoimento de Amelinha Teles, o programa de Haddad estampa a dedicatória de Bolsonaro ao Coronel Ustra, quando da votação do impeachment de Dilma Rousseff no Congresso Nacional. Bolsonaro diz: “pela memória do coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra”.

Bolsonaro aparece em seguida defendendo a tortura, atacando a democracia e dizendo que “através do voto, você não vai mudar nada nesse país”. Ele acrescenta: “e matando uns 30 mil”. O ex militar ainda diz: “se vai – sic – morrer alguns inocentes, tudo bem”.

O programa ainda denuncia a onda de violência provocada por seguidores de Bolsonaro, destacando que eles perseguem, agridem e matam. A foto da placa de Marielle Franco, depredada por candidatos do PSL (partido de Bolsonaro), é apresentada no vídeo como sintoma máximo da violência política – a vereadora foi executada com 9 tiros no centro do Rio de Janeiro há 7 meses.

Em seguida, surge a imagem de Moa do Katendê, capoeirista, músico e compositor, assassinado com 13 facadas por um bolsonarista, há uma semana.

Entre imagens sobrepostas da violência provocada por Bolsonaro e seguidores, o programa termina com a afirmação: “Bolsonaro, quem conhece a verdade não vota nele”.




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Oportunidades de empregos em São Gonçalo do Amarante 17/10/2018


OCUPAÇÕES
QTDE.VAGAS
Agente de ação social
01
Analista administrativo
04
Chefe de serviços de coordenação de contratos
01
Confeccionador de pneumáticos
03
Encarregado de setor de borracha
04
Jardineiro
01
Mecânico de máquinas pesadas (manutenção)
01
Motorista carreteiro
06
Motorista de caminhão-guincho pesado com munk
01
Porteiro
01
Técnico em espirometria
01
Tecnólogo em gestão da tecnologia da informação
01

PESSOA COM DEFICIÊNCIA
OCUPAÇÕES
QTDE.VAGAS
Operador de empilhadeira
03


Os interessados devem procurar a unidade do SINE/IDT

Em São Gonçalo do Amarante
Av. Coronel Neco Martins, 236 – Centro
Fone :(85) 3315.7369

Em Pecém
Rua Francisco Câncio, S/N – Centro
Fone :(85) 3315.1375

As informações sobre as vagas não são dadas por telefone. Todas as informações estão sujeitas à alteração. 


Fonte: Sine/IDT

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Em editorial, Folha de S. Paulo cobra participação de Bolsonaro em debates


O jornal Folha de S. Paulo cobrou em seu editorial desta quarta-feira (17) a participação do candidato de extrema direita à Presidência da República, Jair Bolsonaro (PSL), nos debates do segundo turno; o jornal lembra que Bolsonaro participou de apenas dois meses no primeiro turno e que "com mais dois encontros previstos nos próximos dias, Bolsonaro parou de esconder seu desinteresse. Desafiado nesta terça (16), limitou-se a ofender o rival na internet, sem dizer se irá comparecer"


17 DE OUTUBRO DE 2018

O jornal Folha de S. Paulo cobrou em seu editorial desta quarta-feira (17) a participação do candidato de extrema direita à Presidência da República, Jair Bolsonaro (PSL), nos debates do segundo turno. No texto, o jornal destaca que o presidenciável participou de dois debates no primeiro turno antes que uma facada o impedisse de participar de eventos ligados à campanha eleitoral. Lembrando os "embaraços" pelos quais Bolsonaro passou nos debates em que participou – sobre o seu suposto envolvimento no planejamento de um atentado a bomba quando estava no Exército e quando não conseguiu justificar sua posição sobre mulheres ganharem menos que os homens – a Folha destaca ser "possível imaginar o alívio que o presidenciável e seus colaboradores certamente sentiram ao se verem livres de novos desgastes".

Agora, apesar de ter recebido alta hospitalar um dia antes da votação do primeiro turno, Bolsonaro vem mantendo encontros frequentes com correligionários, grava vídeos para a internet, concede entrevistas e, nesta semana, visitou a sede do Bope, no Rio de Janeiro."Apesar da atividade constante e dos sinais de vigor físico exibidos nos vídeos divulgados, os médicos continuam dizendo que o candidato não está pronto para encarar seu adversário no segundo turno, o petista Fernando Haddad", observa o editorial. "Com mais dois encontros previstos nos próximos dias, Bolsonaro parou de esconder seu desinteresse. Desafiado nesta terça (16), limitou-se a ofender o rival na internet, sem dizer se irá comparecer", completa o texto.

Agora, na reta final do segundo turno, "os eleitores têm o direito de saber como pretende governar se eleito, e o embate direto entre adversários é das principais oportunidades proporcionadas por um segundo turno", afirma o editorial.


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Cid Gomes não quer ser garoto-propaganda de Bolsonaro e entra na justiça para impedir o uso de suas imagens


 Depois de sair do controle em um ato pró Haddad e protagonizar uma das mais exóticas cenas da campanha eleitoral, Cid Gomes luta para que suas imagens não sejam utilizadas por Jair Bolsonaro; ele entrou com uma representação no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) pedindo para que se proíba o uso de sua fala na propaganda do candidato de extrema direita


17 DE OUTUBRO DE 2018

Depois de sair do controle em um ato pró Haddad e protagonizar uma das mais exóticas cenas da campanha eleitoral, Cid Gomes luta para que suas imagens não sejam utilizadas por Jair Bolsonaro. Ele entrou com uma representação no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) pedindo para que se proíba o uso de sua fala na propaganda do candidato de extrema direita.

O blog BR18 explica a situação: "Cid Gomes pode não estar plenamente satisfeito em apoiar o PT na eleição presidencial. Mas isso não quer dizer que o irmão de Ciro Gomes planeja servir como munição para Jair Bolsonaro (PSL) atacar Fernando Haddad. O pedetista entrou na noite desta terça-feira, 16, com uma representação no TSE pedindo para que a campanha do ex-capitão não possa utilizar o vídeo onde Cid faz duras críticas ao PT  O caso está nas mãos do juiz auxiliar Luis Felipe Salomão".


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Bolsonaro líder das pesquisas diz que não tem ‘resposta imediata’ para saída da crise e agora?


 REUTERS/Ricardo Moraes

O presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) declarou, em entrevista exibida no SBT, que não tem “resposta imediata” para a crise econômica; ele disse ainda não existir “cavalo de pau”; como de costume, o deputado atribuiu as soluções econômicas para o país a seu principal assessor da área, o investidor Paulo Guedes, até aqui confirmado como seu ministro da Fazenda, caso vença as eleições; Bolsonaro afirmou: "levo sugestões e ele é quem decide. É o homem que entende”

17 DE OUTUBRO DE 2018

O presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) declarou, em entrevista exibida no SBT, que não tem “resposta imediata” para a crise econômica. Ele disse não existir “cavalo de pau”. Como de costume, o deputado atribuiu as soluções econômicas para o país a seu principal assessor da área, o investidor Paulo Guedes, até aqui confirmado como seu ministro da Fazenda, caso vença as eleições. Bolsonaro disse: "levo sugestões e ele é quem decide. É o homem que entende”.

A reportagem do jornal Valor destaca que "Bolsonaro afirmou defender uma reforma da Previdência diferente à proposta pelo presidente Michel Temer. 'Vamos fazer a nossa reforma. Não é com remendo novo em calça velha. E não podemos penalizar quem tem direito adquirido', disse".

A matéria acrescenta que o candidato se disse contrário ao aumento de impostos: "[Ele] negou que recriará uma contribuição sobre movimentação financeira aos moldes da CPMF e afirmou que o aumento na arrecadação não será feito com taxação sobre os mais ricos, como defende o adversário Fernando Haddad (PT). 'Não se pode falar em mais ricos. Estão todos sufocados. Na França, quando se fez isso, o capital foi para a Rússia. O capital vai fugir. A carga tributária já é enorme', disse".


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Sob gritos de “Bolsonaro” e "Ele sim", travesti é morta a facadas no centro de São Paulo



Testemunhas relatam que quatro homens, aos gritos de "Bolsonaro" e "Ele sim", entraram em discussão com uma travesti em um bar no centro de São Paulo e a esfaquearam antes de fugir; vítima não resistiu e morreu a caminho do hospital


16 DE OUTUBRO DE 2018

Revista Fórum - Aconteceu na madrugada desta terça-feria (16) em São Paulo mais uma agressão que pode ter motivações políticas, encampada por apoiadores do candidato Jair Bolsonaro (PSL).

Por volta das 4h da manhã, a Polícia Militar foi acionada para atender a um chamado de uma travesti esfaqueada na região do Largo do Arouche, centro da capital paulista. Ela teria sido esfaqueada após uma discussão com um grupo de cerca de quatro homens em frente a um bar. Após o crime, os homens fugiram. A vítima, que não teve o nome revelado, teria conseguido andar por 400 metros até cair e pedir ajuda a seguranças de um hotel. Ela foi encaminhada ao hospital mas não resistiu e faleceu no caminho.

Duas testemunhas ouvidas pelo portal G1 informaram que os homens gritavam "Bolsonaro" e "ele sim" enquanto agrediam a travesti.

"Ela estava com quatro ou cinco homens em frente ao bar. E daí eu comecei a ouvir gritos, uma discussão, uma briga. Chamavam ela de vários nomes, agressões verbais, e gritavam 'Bolsonaro'", disse a dona de um bar próximo, que preferiu não se identificar.

A Polícia Civil ainda tenta localizar os suspeitos.


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Ronaldinho Gaúcho e Rivaldo serão afastados da função de embaixadores do Barcelona, por apoio a Bolsonazi

Editora 247

Os ex-jogadores podem ser afastados da função de embaixadores do Barcelona, um dos maiores clubes e times de futebol do mundo; de acordo com o jornal espanhol Sport, "a homofobia, a misoginia e o racismo que Jair Bolsonaro proclamou ao longo dos seus mais de 30 anos de carreira política e que exaltou durante a campanha eleitoral são inaceitáveis ​​do ponto de vista da óptica do Barça"


16 DE OUTUBRO DE 2018

Os ex-jogadores Ronaldinho Gaúcho e Rivaldo podem ser afastados da função de embaixadores do FC Barcelona por terem declarado apoio a Jair Bolsonaro. De acordo com o jornal espanhol Sport, "a homofobia, a misoginia e o racismo que Jair Bolsonaro proclamou ao longo dos seus mais de 30 anos de carreira política e que exaltou durante a campanha eleitoral são inaceitáveis ​​do ponto de vista da óptica do Barça, uma vez que o Barça é um dos os clubes que se posicionaram mais internacionalmente do lado oposto ao de Bolsonaro".

"A questão que o clube tem visto com preocupação não é posicionar-se e pedir o voto democraticamente, mas dar o voto explícito a posições totalitárias contra a defesa dos direitos humanos, independentemente do que acabará sendo sua ação governamental", continua o periódico.

Segundo a publicação, "Ronaldinho tem um acordo comercial com o Barça como o clube cobra pela participação em eventos". "O papel de Ronaldinho não é diferente do de Rivaldo, que colabora regularmente nos atos Legends ou Penya. Assim, Rivaldo, que também apóia publicamente Bolsonaro, também perderá sua parte nos eventos do Barça".


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Em crise financeira, Globo demite 70



A situação é dramática na redação do grupo Globo, que, em situação financeira problemática, demitiu cerca de 70 pessoas principalmente do jornal O Globo, online e impresso, mas também do jornal Extra, que faz parte do mesmo grupo 

16 DE OUTUBRO DE 2018

A situação é dramática na redação do grupo Globo, que, em situação financeira problemática, demitiu cerca de 70 pessoas principalmente do jornal O Globo, online e impresso, mas também do jornal Extra, que faz parte do mesmo grupo.

As demissões foram feitas no Rio de Janeiro e em Brasília, de jornalistas e também outras áreas, como motorista e fotógrafos. Alguns nomes demitidos nesta segunda 15 e terça-feira 16 foram:

Beatriz Mota - online
Nathalia Von Korsch - online
Simone Candida - Rio
Caio Barreto Briso - Rio
Lucila - Economia
Jefferson - Nacional
André Machado - Mundo
Leo Bruno - Extra
Paulo Thiago - Opinião
Zean - Segundo Caderno
Diana - Redes
Amaury - motorista
Rolland Giannot
Viviane Cohen - executiva Extra (pediu para sair, mas está em férias)

Brasília:

Ailton de Freitas (foto)
Givaldo (foto)
Maria Lima
Cris Jungblut
Lydia Medeiros

Raphael Andreozzi - vídeo
Wiliam - vídeo

Luiz Cláudio Latgé
Celso Itiberê
Maureen Flores
Fernando Calazans
Luiz Antônio Simas
Arthur Dapieve e
Mauro Ventura

Extra:

Thalita Rebouças (colunista)
Mauro Osório (colunista)
Rico de Souza (colunista)
Leonardo (chargista)


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