São Gonçalo do Amarante - Ceará - Brasil - Quinta-feira 21 de Agosto de 2014 - Ano: VI - Edição: 2.127 - Visitas: 5.578.457 - Postagens: 23.281 - Comentários: 8.854

Festival do Escargot e Frutos do Mar 2014 – Programação Oficial


22/08/2014 - Vem aí o XV Festival de Escargot e Frutos do Mar 2014. Na praia da Taíba em São Gonçalo do Amarante, de 29 a 31 deste mês, com gastronomia variada, oficinas de culinária e shows como os de Marina Lima e Lenine.

Programação:

- Sexta (29):
(Praça principal)

Banda Groovytown (samba rock)
Marina Lima
Os Transacionais (MPB retrô)

- Sábado (30):
(Praça principal)

Dona Zefa
Lenine
Sam Alves
The Dillas

(Mirante):
George Israel, muita Vibe (Por do Sol Instrumental)

(Pesqueira):
Cacimba de Aluá

- Domingo (31):

Finais do Campeonato de surf Maresia Pro - Taíba
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Brasileirão 2014 - Série A - Classificação 16ª Rodada

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DIVISIONISTA, MARINA SILVA ABALOU O PSB DE CAMPOS DE CIMA A BAIXO


Não há mal-entendido; nas primeiras 24 horas após ser indicada candidata pelo PSB, Marina Silva abalou, de cima até embaixo, a estrutura partidária e as alianças costuradas, uma a uma, por Eduardo Campos; coordenadores Carlos Siqueira e João Câmara, puxador de votos em Minas Gerais Alexandre Kalil, governador do Mato Grosso do Sul, André Puccinelli, e deputado Nelson Trad (MS) deixam a campanha; "O que me interessava no partido caiu de avião", disse, em seu estilo rude, o presidente do Atlético Mineiro; ex-coordenador Siqueira rompeu relações chamando Marina de "grosseira"; ela atribuiu caso a "mal-entendido"; o que fica demonstrado, porém, é que o personalismo de Marina não admite diálogo, convivência e, menos ainda, contestação; depois de sair do PT, dividir o PV e não conseguir montar o Rede, ex-ministra derruba pinos no PSB; strike!

21 DE AGOSTO DE 2014

Não há mal-entendido, apesar de ter sido esta a alegação da ex-ministra Marina Silva para a saída do coordenador de campanha Carlos Siqueira. Assim como ele fez ontem, no momento seguinte após dizer à candidata que rompia relações com ela, em reunião da cúpula do PSB, nesta quinta-feira 21 o partido sofreu novas perdas. Todas elas estratégicas, que haviam sido amarradas, uma a uma, pessoalmente, pelo ex-governador Eduardo Campos. Nas primeiras 24 horas de candidata a presidente, ainda que não tenha registro no TSE e já tenha iniciado sua propaganda, Marina fez um verdadeiro 'strike' em seu próprio time – expressão usada no boliche quando o jogador derruba, com uma única jogada, todos os pinos de um vez.

Puxador de votos do PSB em Minas Gerais, pelo fato de ser presidente do Clube Atlético Mineiro, o empresário Alexadre Kalil desistiu de ser candidato a deputado federal. Ele havia sido convencido a disputar por Campos, mas agora não vou motivos para prosseguir: - O que me interessava caiu de avião, disse ele, numa rude referência, como é de seu estilo, ao acidente que vitimou Campos.

No Mato Grosso do Sul, outro puxador de votos, o deputado federal Nelson Trad anunciou que não há hipótese de pedir votos para Marina, em razão de suas ligações históricas com o agronegócio de sua região.

Na mesma toada, o experiente governador André Pucinelli, verdadeiro campeão de votos no Estado, anunciou que irá cerrar fileiras na campanha da presidente Dilma Rousseff. Após uma série de conversas com Eduardo Campos, ele se preparava para entrar na campanha do presidenciável. Bastou, no entanto, Marina mostrar seu estilo que Pucinelli correu para o outro lado.

Em Pernambuco, novo golpe. Depois que Siqueira deixou a coordenação da campanha de Marina sob a alegação de ela ter sido "grosseira", na mesma quinta-feira 21 o indicado para ser seu substituto, Milton Coelho, não aceitou assumir o cargo. E, ainda, deixou vaga a posição de coordenador nacional de Mobilização e Articulação.

- Havia um pacto com meu querido amigo Eduardo Campos, mas minha tarefa acabou aqui, justificou ele, lembrando que trabalhou para Campos, em posições centrais, em três campanhas eleitorais.

A tomar-se pelo histórico de Marina Silva, as defecções não deveriam causar surpresa. Eleita senadora pelo PT, ela deixou o partido atirando depois de ocupar durante cinco anos, nas duas gestões de Lula na Presidência da República, o Ministério do Meio Ambiente. Abrigada com seu grupo no PV, obteve 17% dos votos válidos da eleição de 2010, mas dois anos depois, com estardalhaço, saiu, com seus amigos, atacando a legenda. Partiu, então, para montar o Rede. Dependendo de seus próprios esforços, no entanto, não foi feliz. Com falta de assinaturas em número legal suficiente, apesar de ter desfrutado de mais de quase um ano para atender a legislação, Marina iria ficar fora da sucessão presidencial de 2014. Mas Campos, com seu poder de articulação, a convenceu a entrar no PSB.

Mesmo dentro do partido, Marina gosta de declarar que estava presente para ter novas condições, a partir de 2015, de montar o seu próprio: o Rede Sustentabilidade.
Neste momento, além de estancar as sangrias que o estilo personalista de Marina vai causando no PSB, a cúpula do partido se esforça para que ela deixe de lado, ao menos no discurso, a ideia de mudar de agremiação logo no próximo ano.

Estar em uma legenda anunciado estar montando outra, no entanto, não é a única contradição de Marina. Sua falta de tato para manter os acordos firmados por Campos ainda irão provocar mais rachas no PSB. Apesar de indicada, ela a candidatura dela ainda não foi oficializada no TSE - o que faz com que muitos socialistas já queiram voltar atrás, apesar de a campanha estar nas ruas.

Marina já avisou que não vai aceitar contribuições financeiras de bancos e de indústrias de bebidas. O PSB contava com recursos de doadores desses setores para alavancar a campanha da legenda. Mas agora tudo é dúvida.

Certeza, apenas, o fato de Marina ter como principal coordenadora de seu programa de governo, com 250 páginas, numa intersecção de propostas do Rede e do PSB, por Neca Setúbal. Trata-se da herdeiro do maior banco privado do País, o Itaú Unibanco. Para Marina, isso pode, mas não conviver com quadros históricos o PSB não.

Na política, um histórico e um posicionamento como os de Marina têm um só nome: divisionismo. Com este germe dentro de um partido, a unidade é corroída por dentro. Nas suas primeiras 24 horas como candidata no lugar de Campos, que, na mesma linguagem, pode ser chamado de unitário, Marina mostrou que tem um poder destrutivo à altura, na direção contrário, do que se espera que ela possa construir.


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Operação policial apreende 47 quilos de drogas em Fortaleza e Maracanaú


A ação resultou na prisão de seis pessoas, sendo uma adolescente. A captura foi feita após denúncias com informações sobre o caso


21/08/2014 - Uma operação daPolícia Civil do Estado do Ceará(PCCE), por meio daDelegacia de Narcóticos (Denarc), resultou na apreensão de 47 quilos de drogas e na captura de seis pessoas acusadas de tráfico no Estado. A ação teve parceria da Coordenadoria de Inteligência da Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social(SSPDS). A captura foi feita após denúncias com informações sobre o caso.

Nesta quarta-feira, 20, em Fortaleza, a equipe da polícia fechou um laboratório de drogas e fez a apreensão de 44 quilos de entorpecentes, sendo 27 quilos de cocaína e 17 quilos de maconha, além do recolhimento de pó branco utilizado na fabricação do crack.

Segundo o Denarc, foram capturados também três veículos, sendo um Fiat Uno de cor prata e placa NRC 5082, um Citroen C3 de cor preta e placa HXF 4941, e um Lifan X60 de cor branca e placa ORX 5473. Entre a apreensão, estavam também munições, equipamentos como liquidificador, balanças de precisão, uma prensa hidráulica, aparelhos celulares, e um caderno contendo as informações de controle do esquema da venda de entorpecentes.

O Denarc afirma que os produtos estavam escondidos em uma residência na rua Tainá Pires Brilhante, no bairro Mondubim. No local, policiais prenderam Gregory Sousa de Alencar, de 23 anos, que responde por porte ilegal de arma de fogo. Foi preso também José Erinaldo de Lima, 34 anos, mais conhecido como “Naldinho”, e responde por tráfico, furto, porte ilegal de arma de fogo e roubo.

Em Maracanaú

No município de Maracanaú, localizado na Região Metropolitana de Fortaleza, foi realizada outra operação, na última terça-feira, 19, e foram capturados três quilos de crack.

A ação resultou na prisão de Francisco Felipe Gadelha de Lima, de 27 anos, Nara Aline Mota de Lima, 20, Lucyane de Sousa Santos, 21, e uma adolescente de 17 anos.

A adolescente foi encaminhada para a Delegacia Metropolitana de Maracanaú, onde foi autuada por Ato Infracional equiparado ao tráfico e conduzida à Delegacia da Criança e do Adolescente (DCA).


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Debandada na campanha de Marina Silva, lideranças vão pedir ajuda de Renata Campos para conter os ânimos


Lideranças do partido acreditam que só viúva de Campos teria condições de apaziguar ânimos acirrados contra ex-senadora


21/08/2014 - Integrantes do PSB querem a ajuda de Renata Campos, viúva de Eduardo Campos, para tentar apaziguar os ânimos e superar a crise interna deflagrada após a decisão da candidata Marina Silva de nomear pessoas de sua confiança para a coordenação geral da campanha e para a área de finanças. A decisão provocou a saída do coordenador-geral da campanha, Carlos Siqueira, que acusou Marina de não respeitar o partido.

Alguns membros do PSB ficaram de entrar em contato com lideranças de Pernambuco, como o prefeito de Recife, Geraldo Júlio, e com a própria viúva, pedindo que ela interceda junto aos coordenadores com o objetivo de mantê-los na campanha. Além da saída de Siqueira, os socialistas querem evitar mais baixas na candidatura.

Entre os nomes que podem pedir para sair estão o do coordenador de finanças, Henrique Costa, amigo de Eduardo, e o coordenador de mobilização, Milton Coelho que, segundo integrantes do partido, concorda com as razões explicitadas por Siqueira. Alguns socialistas acreditam que somente Renata teria condições de influenciar para fazer com que os coordenadores permaneçam.


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SEM DONO, JATO DE CAMPOS É INVESTIGADO PELA PF E ANAC


Propriedade obscura de Citation 560 XL em que Eduardo Campos cruzava o Brasil em campanha desperta suspeitas na Polícia Federal e na Anac; sem seguro e com equipamentos fora de funcionamento, avião ainda pertencia à fabricante/vendedora Cessna Finance Export Corporation, mas era operado por grupo usineiro com sede em Ribeirão Preto; impostos podem não terem sido recolhidos; ao mesmo tempo, voava em regime de leasing para uma distribuidora de pneus; agora, diante da movimentação causada pelo acidente no qual sete pessoas morreram, grupo de empresários de Pernambuco está prestes a anunciar, em nota, compra do que restou do avião; dono de factoring com sede em Recife, João Carlos Pessoa de Melo assumirá a fatura de compra, avaliada em US$ 7 milhões; sucessão de parafusos comerciais cercou a tragédia

21 DE AGOSTO DE 2014

A Polícia Federal está investigando a situação legal do jatinho Cessna Citation 560 XL em que o ex-governador Eduardo Campos morreu, na quarta-feira 13, em Santos, ao lado de outras seis pessoas. O aparelho servia para todas as viagens da campanha do candidato, mas sua propriedade é obscura. Agora, em razão das apurações da PF, um grupo de empresários de Pernambuco vai sair a publico, com nota oficial, para informar que estará comprando a titularidade do aparelho destruído, que hoje existe apenas nos destroços e nos papéis comercias. Ele deverá ser assumido pelo dono de uma factoring em Recife, João Carlos Pessoa de Melo.

Em maio, antes do início das viagens eleitorais de Campos, Melo procurou a corretora que representa o grupo usineiro Andrade, com sede em Ribeirão Preto, para formalizar uma promessa de compra. Esse grupo foi o primeiro operador do avião, avaliado em US$ 7 milhões. Os papéis oficiais do jatinho, no entanto, ainda mostram que ele pertence à Cessna Finance Export Corporation, a vendedora diretamente ligada à fábrica do avião. Há a suspeta da Polícia Federal de que o jato não teve seus impostos recolhidos para operar no Brasil.

Sem seguro e com aparelhos fora de funcionamento, como o gravador de voz da cabine, o avião estava, no momento do acidente, em regime de leasing para a Bandeirantes Companhia de Pneus.

Esses sucessivos parafusos comerciais em torno do jatinho que vitimou Campos e mais seis pessoas podem, é claro, ter relação com a situação de aparente falta de manutenção em que o avião voava. Dias antes da tragédia, o próprio Campos registrou num encontro político em Londrina, no Paraná, que o aparelho havia apresentado falha de ignição na decolagem.

- Ainda bem que não pegou em solo, porque se não, não estaríamos aqui, disse ele.


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MARINA SILVA CAUSA 1º RACHA EM NÚCLEO DO PSB: “GROSSEIRA”


Militante histórico e secretário-geral do PSB, Carlos Siqueira deixa, furioso, a coordenação nacional da campanha da legenda; "Pela maneira grosseira como ela me tratou", disse, justificando a atitude; segundo Siqueira, a substituta de Eduardo Campos foi "muito deselegante" com ele na reunião de ontem; "Se ela comete uma deselegância no dia em que está sendo anunciada candidata, imagine no resto. Com ela não quero conversa", rebateu; "Não estou e não estarei em hipótese alguma na campanha desta senhora", acrescentou; deputado Walter Feldman, homem de confiança da ex-senadora, assume a coordenação; Marina Silva vai impondo estilo sobre o presidente da sigla, Roberto Amaral

21 DE AGOSTO DE 2014

A ex-senadora Marina Silva acaba de provocar o primeiro grande racha no PSB depois de entrar no lugar de Eduardo Campos como candidata a presidente da República. Carlos Siqueira, secretário-geral e militante histórico da legenda, deixou a coordenação nacional da campanha que agora é de Marina. "Pela maneira grosseira como ela me tratou", disse ele ao jornal Folha de S. Paulo, justificando a atitude.

Siqueira contou que a nova candidata, que era vice de Campos, o tratou de maneira "muito deselegante" na reunião ocorrida entre lideranças do partido nesta quarta-feira 20. Marina teria dito a Siqueira que ele não precisaria mais se preocupar com a coordenação do projeto político. Na avaliação dele, se ela "comete uma deselegância no dia em que está sendo anunciada candidata, imagine no resto". "Com ela não quero conversa", ressaltou. E prosseguiu:

- Eu havia anunciado que minha função estava encerrada com a morte do meu amigo. Na reunião ela foi muito deselegante comigo. Eu disse que não aceitaria aquilo e afirmei: 'a senhora está cortada das minhas relações pessoais' ", disse Siqueira. "Não houve engano nenhum. Não estou e não estarei em hipótese alguma na campanha desta senhora."

A saída do coordenador da campanha é um sinal de como será espinhosa a relação entre a ex-senadora e militantes pessebistas e mostra o quão era limitada a Eduardo Campos, ex-presidente do partido e morto num trágico acidente aéreo na semana passada, a aliança com a líder da Rede. "Perdemos a eleição hoje", disse ontem um auxiliar do PSB, logo após Marina ser oficializada candidata, segundo relato do jornalista Paulo Moreira Leite, diretor do 247 em Brasília (leia aqui).

O PSL, que fazia parte da coligação da campanha de Campos, também já anunciou sua saída depois da oficialização do nome de Marina. O partido, presidido por Luciano Bivar, anunciou que está liberando seus diretórios para apoiarem os candidatos que julgarem melhor. Em Pernambuco, o deputado federal Mendonça Filho, líder do DEM na Câmara, também mandou o recado de que não estará mais no palanque da ex-senadora.


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A tolice do pinga-fogo do Jornal Nacional


Convida-se a pessoa para ir à sua casa - o Jornal Nacional - para interrompê-lo a toda hora, querendo que a resposta se encaixe na pergunta a golpes de marreta

21/08/2014 | Luis Nassif

Falando para um público telespectador de largo espectro, e com seu tempo restrito, não se vá exigir do Jornal Nacional aprofundamento nas entrevistas com candidatos a presidente da República.

Mas não precisaria ser tão primário. Uma coisa é falar para o Homer Simpson; outra é deixar para os Homers Simpsons a preparação das perguntas.

Grande entrevista é aquela que extrai do entrevistados o máximo de informações relevantes. Dois dos melhores entrevistadores  - Marilia Gabriela, na TV, Mônica Bérgamo, no jornal - agem quase como ombro-amigo do entrevistado, tornam-se próximas e acabam levando o que querem: Marília expondo o íntimo de seus entrevistados; Mônica, as questões delicadas.

O entrevistador imaturo pretende que a entrevista seja uma luta de boxe, da qual só ele sairá vencedor. E quando a luta tem 15 minutos de duração, sua intenção é liquidar tudo com a bala de prata, o murro definitivo. 

Mas há que se ter um mínimo de conteúdo para encurralar três políticos tarimbados.

Nas três entrevistas, o "ponto alto" foi perguntar do aeroporto para Aécio Neves, do cargo da mãe no TCU para Eduardo Campos e do "mensalão" para Dilma.

Tudo bem que os Homers Simpson queiram perguntas óbvias. E tudo bem que nada se conseguirá extrair dos entrevistados, a não ser respostas óbvias. Afinal, o show prescinde de aprofundamentos maiores.

Mas insistir nas perguntas, como se tivesse montado na lógica mais elevada vira prosa tatibitate.

Os erros de Bonner:

1.       Perguntas longas demais para conteúdos óbvios demais. É como bolo duro coberto com creme de leite. Toca a massarocar creme de leite em cima para disfarçar a falta de sabor.

2.       Toda pergunta longa - mesmo que eventualmente bem elaborada - permite várias rotas de saída para o entrevistado. E essas rotas sempre terminam em respostas longas e evasivas.

3.       Impaciência demais com as respostas longas, motivadas pelas perguntas longas, é grosseria. Desta vez, na entrevista com Dilma, Bonner não contou com o monitoramento sábio de Fátima Bernardes, sinalizando calma com as mãos.

4.       Interrupção das respostas do entrevistado. Convida-se a pessoa para ir à sua casa - o Jornal Nacional - para interrompê-lo a toda hora, querendo que a resposta se encaixe na pergunta a golpes de marreta. Pelos cálculos dos leitores, Boner interrompeu Dilma 21 vezes.

O resultado final das três entrevistas é zero. Quem gosta do candidato achará que ele foi o máximo; quem não gosta, que ele foi o mínimo. Nos jornais e na Internet haverá uma atoarda de gritos a favor ou contra pensando que o Homer é tão Simpson a ponto de se deixar levar por torcidas de Twitter.



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Morre Glauber Coelho o segundo político a morrer durante a campanha de 2014


Após a morte de Campos, deputado do ES morreu nesta quarta em consequência de um acidente automobilístico


21/08/2014 - Dez dias após sofrer um acidente de carro e ficar internado no interior do Espírito Santo, o deputado estadual Glauber Coelho (PSB) morreu na manhã desta quarta-feira (20).

Ele é o segundo político vítima de acidente durante a campanha de 2014. Na semana passada, um acidente de avião vitimou o ex-governador de Pernambuco e candidato à Presidência da República Eduardo Campos (PSB).

Após o acidente de Campos, o iG revelou que já ocorreram quatro acidentes (um de avião e outros três automobilísticos) envolvendo políticos durante a campanha de 2014. Os acidentes ocorreram em São Paulo, Espírito Santo e Maranhão. Foi registrado também um acidente de carro na pré-campanha, com um deputado federal paulista, também em São Paulo.

A morte de Coelho foi confirmada na manhã desta quarta pelo próprio PSB. No domingo dia 10 de agosto, Coelho sofreu um acidente automobilístico na localidade de Pacotuba, zona rural de Cachoeiro de Itapemirim, na qual ele teve compromissos de campanha. Ele estava em seu primeiro mandato e em campanha rumo à reeleição.

Mais: Campanha de 2014 já registrou quatro acidentes com políticos

Desde então, Coelho permaneceu hospitalizado no Centro de Tratamento Intensivo do Hospital Evangélico de Cachoeiro de Itapemirim. Na sexta-feira (15) da semana passada, os médicos detectaram um edema cerebral no deputado. Ele também passou por uma traqueostomia mas não vinha apresentando melhoras significativas.

Coelho estava no primeiro mandato como deputado estadual e era o 2º vice-presidente da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa do Espírito Santo. O parlamentar tinha 40 anos, nasceu em Cachoeiro de Itapemirim, era casado e tinha uma filha de dois anos e três meses.

iG

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Mulher atropela motociclista no CE e descobre que vítima era seu primo


Mulher identificou o primo quando saiu do carro, após o acidente.Ela chamou uma ambulância, mas o primo não resistiu aos ferimentos

21/08/2014 - Uma mulher atropelou o próprio primo na tarde desta quarta-feira (20), em Fortaleza, no cruzamento das ruas Paula Morais e Valdetário Mota. De acordo com a Autarquia Municipal de Trânsito e Cidadania (AMC), a motorista do veículo avançou a preferencial e atropelou o primo, de 56 anos, que morreu na hora.

De acordo com testemunhas, a motorista descobriu que a vítima era seu primo logo após sair do carro. Ela chegou a pedir ajuda ao Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas ele havia morrido antes da chegada da ambulância.

A Autarquia Municipal de Trânsito e Cidadania diz que avalia as causas que ocasionaram o acidente, mas afirma que a rua é bem sinalizada e que a motorista dirigia sem efeito de álcool e com documentações em dia.

G1|CE

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PRF apreende 445 quilos de carne bovina em transporte irregular no distrito de Croatá em SGA


21/08/2014 - A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu na tarde desta quarta-feira, 20, no km 60 da BR-222, distrito de Croatá, município de São Gonçalo do Amarante, 445 quilos de carne bovina que estava sendo transportado irregularmente.

A carne, que seria usada na produção de paçoca, foi adquirida no bairro Jardim Iracema e seguia para a cidade de Itapajé, localizada a 142 quilômetros de Fortaleza. O alimento estava na carroceria de uma caminhonete D20, sem proteção e sem as mínimas condições exigidas.

Segundo a PRF, o responsável pela carga é um comerciante de Itapajé e processaria a carne para a produção de paçoca, que seria revendida pela região.

A PRF acionou a Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Ceará (Adagri), que foi até o local, lavrou o auto da infração e levou a carne para que seja providenciada a destruição da mesma.

PRF

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Oportunidades de empregos em São Gonçalo do Amarante 21/08/2014


Ajudante de eletricista 3 vagas
Ajudante de operação portuária (pessoa com deficiência) 1 vaga
Auxiliar administrativo 1 vaga
Auxiliar de cozinha 1 vaga
Auxiliar de linha de produção (pessoa com deficiência) 1 vaga
Contador 1 vaga
Costureiro em geral 1 vaga
Cozinheiro de restaurante 2 vagas
Cozinheiro geral 1 vaga
Frentista 2 vagas
Instrutor de informática 1 vaga
Jardineiro 1 vaga
Mestre de obras 1 vaga
Motorista carreteiro 2 vagas
Operador de caixa 1 vaga
Sinaleiro rigger 1 vaga
Técnico em segurança do trabalho 1 vaga
Vigilante 1 vaga

Os interessados devem procurar a unidade do SINE/IDT de São Gonçalo do Amarante.
Av. Cel. Neco Martins Nº 88 – Praça da Bandeira – Centro
São Gonçalo do Amarante - CE
(85) 3315.4504 / 3315.1375

As informações sobre as vagas não são dadas por telefone. Todas as informações estão sujeitas à alteração.


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“MAL-CRIADO E FEIO”, BONNER IRONIZA CRÍTICOS NO TWIITER


Esqueçam o bom moço e galã; William Bonner assumiu que tem outro lado; depois de interromper a presidente Dilma Rousseff 21 vezes em 15 minutos de entrevista, na qual sua primeira pergunta ocupou dez por cento do tempo total, o apresentador do Jornal Nacional garante que sempre foi durão; pelo twitter, chama de "robôs partidários", "corruptos" e "blogueiros sujos" os que apontaram desequilíbrio, parcialidade e até mesmo grosseria na atuação dele e de Patrícia Poeta diante da presidente; já visto nas redes sociais com a faixa presidencial no peito, Bonner vira o mais novo agente político da praça; isso faz sentido?


21 DE AGOSTO DE 2014 

William Bonner assumiu. No últimos 18 anos, ele cultivou a imagem de equilíbrio e imparcialidade, de bom moço e de galã, no comando da bancada do Jornal Nacional – a instituição jornalística da Rede Globo que, mesmo perdendo 20 pontos de audiência nos últimos anos, ainda é um dos veículos de mídia mais poderosos do País. Mas agora é diferente.

Pelo twitter, ironizando as críticas sobre a maneira como conduziu a entrevista de 15 minutos com a presidente Dilma Rousseff, anteontem, Bonner avisa que "sempre" foi durão, que nunca pegou leve com seus entrevistados e que está disposto a novas incursões do mesmo tipo. Cuidado com ele, é como se o próprio avisasse.

Na verdade, a crítica a Bonner se deu pelo fato de ele ter interrompido, por 21 vezes, a presidente em suas respostas. Pelo fato de sua primeira pergunta ter durado dez por cento do tempo total da entrevista. Por ter conduzido uma entrevista que derivou para dedo em riste na direção da presidente e vozes exaltadas entre os perguntadores.

No trato de "tio" para "sobrinhos" com seus seguidores no twitter, Bonner vem sustentando desde a entrevista, com ironia e sarcasmo, que quem não gostou de sua postura foram os "corruptos", os "robôs partidários" e os "blogueiros sujos". Dá, neste sentido, uma lista de perguntas que este gostariam que fosse feitas para o candidato "DELES", tais como "Aceita um cafezinho?". Ele tem bom humor.

Bonner não admite, porém, a surpresa dos quem enxergam, no Jornal Nacional, um veículo com múltiplos compromissos e uma história de sustentação ao regime ditatorial e governos alinhados com os interesses da própria Globo. Os mesmo que veem no próprio Bonner um âncora notadamente acrítico no dia a dia. Seus comentários quase não existem, e quando são pronunciados para marcar alguma notícia, no mais das vezes soam como genéricos.

Com o apoio de seus seguidores, Bonner está dizendo que nunca deixou de ser durão. E que vai continuar. A depender do resultado das eleições presidenciais, é de se acompanhar se essa garantia vai se sustentar.


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RIBAMAR FONSECA | Entrevista ou inquérito?

20 DE AGOSTO DE 2014

Aécio Neves e Eduardo Campos, os primeiros entrevistados do JN, foram meros coadjuvantes num espetáculo montado justamente para constranger Dilma num cenário de suposta isenção


Quem assistiu à entrevista da presidenta Dilma Rousseff no "Jornal Nacional", da TV Globo, na segunda-feira, ficou em dúvida se ela estava realmente sendo entrevistada ou acusada: os apresentadores William Bonner e Patrícia Poeta pareciam muito mais inquisidores do que entrevistadores. Será que eles imaginaram que, com essa postura, até certo ponto insolente (Patrícia chegou a colocar o dedo em riste quase na cara da Presidenta), sugeririam isenção? Será que alguém é capaz de imaginar que a Globo é isenta?

A iniciativa de entrevistar os presidenciáveis, com o objetivo de oferecer mais uma oportunidade ao eleitor para conhecer melhor os candidatos, seria uma contribuição muito importante para a consolidação do processo democrático no país se essa fosse realmente a intenção da emissora dos Marinho: o que eles queriam, porém, era causar constrangimentos à Presidenta com perguntas que pareceram mais peças acusatórias. Aécio Neves e Eduardo Campos, os primeiros entrevistados, na verdade foram meros coadjuvantes num espetáculo montado justamente para constranger Dilma num cenário de suposta isenção.

Ninguém precisa ser muito inteligente para perceber a posição político-partidária da chamada Grande Imprensa, da qual a Globo faz parte, em radical oposição ao governo da presidenta Dilma Rousseff. A propósito, em recente artigo o presidente do Instituto Vox Populi, Marcos Coimbra, lembra que "muitos se esqueceram, outros nem souberam, mas a realidade é que a 'grande imprensa' formulou com clareza um projeto de intervenção na vida política nacional". E acrescenta: "Não é teoria conspiratória. Quem disse que os 'meios de comunicação estão fazendo de fato a posição oposicionista deste País, já que a oposição está profundamente fragilizada', foi a Associação Nacional de Jornais, por meio de sua presidenta, uma das principais executivas do Grupo Folha".

Na verdade, além do noticiário passional, que esconde o lado positivo do governo e destaca os aspectos negativos, os grandes veículos utilizam todos os meios possíveis para impedir a reeleição de Dilma, inclusive colunistas pouco afeitos à democracia que se mostram saudosos da ditadura e pregam, semcerimoniosamente, um golpe, ainda assombrados pelo velho fantasma do comunismo fora de moda. É o caso, por exemplo, de Arnaldo Jabor, um misto de cineasta e colunista com cara de maluco-beleza, que pertenceu à copa e cozinha de FHC e hoje faz parte da operação destinada a apear o PT do poder. Em sua mais recente coluna ele admite que as eleições presidenciais deste ano são "uma batalha entre democratas e não democratas". Não parece difícil identificar os "não democratas" entre os que pregam o golpe, até porque ele próprio se confessa, nesse texto, entre os "alienados, os neoliberais, os direitistas, os vendidos ao imperialismo".

Massacrado pela Grande Mídia – o manchetômetro criado pelo Instituto de Estudos Sociais e Políticos da Universidade do Rio de Janeiro revela em números a ação deletéria dessa oposição desleal e desigual – o governo da presidenta Dilma Rousseff só conta agora com o horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão, iniciado nesta terça-feira, para restabelecer a verdade e levá-la ao conhecimento do povão. Não será uma tarefa fácil, já que desde praticamente o segundo ano do atual governo a Grande Imprensa vem fazendo a cabeça do eleitorado contra a sua administração. Uma verdadeira lavagem cerebral. E, por conta disso, algumas pessoas afirmam que não votam nela, mas não apresentam nenhuma razão. Simplesmente dizem: "Não gosto dela".


Os controladores da Grande Mídia tem consciência do estrago que já fizeram, influenciando parte do eleitorado, mas ainda assim temem uma recuperação da Presidenta, que vem revelando uma tendência de crescimento nas últimas pesquisas de intenção de votos. Daí porque quase chegaram a festejar o trágico acidente que matou Eduardo Campos e trouxe Marina Silva para a frente dos holofotes, agarrando-se com unhas e dentes à ex-senadora acreana como tábua de salvação, capaz de levar o pleito para o segundo turno e até derrotar a candidata à reeleição. Eles apostam agora no fator Marina para catapultar Dilma do Palácio do Planalto, mas esquecem do peso do fator Lula, que promete decisiva atuação no horário eleitoral gratuito com inevitáveis repercussões em favor da Presidenta. As próximas pesquisas, portanto, já deverão dar novas indicações sobre os rumos da sucessão presidencial. É só uma questão de tempo.
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Brasil criou 1,5 milhão de empregos. Cadê a crise que a imprensa-esgoto e oposição pregam?

Imprensa esgoto
20/08/2014


O ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, divulgou nesta segunda-feira (18) os dados da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) relativo ao ano de 2013. Os dados revelam um crescimento de 3,14%  no estoque  de trabalhadores formais com relação a 2012, indicando a geração de 1,490 milhão de postos de trabalho, resultado superior ao verificado no ano de 2012 quando foram gerados 1,148 milhão de postos de trabalho com carteira assinada no país.

Segundo informa dados da RAIS 2013, o montante de vínculos empregatícios ativos em 31 de dezembro de 2013 no País atingiu 48,948 milhões, ante 47,459 milhões do ano anterior. Revela ainda um aumento nos rendimentos médios dos trabalhadores formais que alcançou um ganho de  3,18% (tomando como referência o INPC), percentual superior ao ocorrido em 2012 (2,97%), passando de R$2.195,78, em dezembro de 2012, para R$2.265,71, em dezembro de 2013. O resultado é proveniente do aumento de 3,34%  nos rendimentos médios das mulheres e da elevação de 3,18% no dos homens.

Segundo o ministro, os dados demonstram uma desaceleração, porém mantém o saldo positivo na oferta de vagas formais. “O País vem mantendo a geração de postos, seguindo o crescimento do PIB. Apesar da desaceleração, criamos vagas de emprego e tivemos ganhos reais de salários, como demonstra a RAIS”, afirmou.

O dinamismo do emprego formal do mercado de trabalho decorreu do crescimento de 4,85% (+ 414,7 mil postos) no contingente de trabalhadores estatutários e do aumento de +2,76%  (+ de 1,075 milhão de postos) dos empregos celetistas.

A RAIS 2013 aponta a mesma tendência dos dados do CAGED, que cobre somente o universo empregatício regido pela CLT. De acordo com esse registro, verificou-se um crescimento de 2,76%, mesmo percentual de aumento registrado para os vínculos celetistas.. Tomando como referência o mês de janeiro de 2014, no CAGED, foram gerados 1,092 milhão de postos de trabalho, montante ligeiramente superior ao emprego celetista na RAIS.

Foram no total 8.1 milhões de estabelecimentos declarantes em 2013, registrando um aumento de 3,35% em relação ao número de estabelecimentos declarados em 2012 (7,9 milhões).

Expansão

O aumento do emprego formal em 2013 ocorreu em todos os setores, cujo comportamento está atrelado à dinâmica macroeconômica, que foi impulsionada pelo crescimento de 6,3% nos investimentos, 2,3% no consumo das famílias, proporcionado pelo aumento real de 2,0% da massa salarial e expansão do crédito.

Em termos absolutos, os setores que mais se destacaram foram Serviços,  que gerou 558,6 mil empregos; o Comércio com geração de 284,9 mil empregos; a Administração Pública, com 403 mil empregos; a Indústria de Transformação, que gerou 144,4 mil empregos formais; e a Construção Civil, com geração de 60,0 mil empregos com carteira assinada.

No recorte geográfico, todas as Grandes Regiões mostraram expansão do emprego, com destaque para a região Sudeste (550,3 mil postos de trabalho); Nordeste (313,2 mil postos); e o Sul: (285,6 mil postos). Entre os estados São Paulo foi o destaque, com geração de 267,9 mil postos; Minas Gerais, com 128,9 mil postos; Rio de Janeiro, que gerou 125,1 mil postos; Distrito Federal com 93,5 mil postos e Santa Catarina com geração de 107,9 mil postos de trabalho em 2013.

Dentre os oito setores de atividade econômica, sete apresentaram expansão nos rendimentos, com destaque para: Agricultura (6,13%), Extrativa Mineral (4,76%), Construção Civil (4,29%), Comércio (3,63%), Indústria de Transformação (3,40%) e Serviços (3,33%), todos registrando aumentos superiores à média da totalidade dos setores (3,18%).

RAIS

A Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) foi instituída pelo Decreto nº 76.900/75, que obriga as empresas a prestar declaração anual ao MTE. Suas informações referem-se aos empregados celetistas, estatutários, avulsos, temporários, dentre outros, colhendo dados da remuneração, grau de instrução, ocupação e nacionalidade, além de dados dos estabelecimentos relativos à atividade econômica e área geográfica.

A RAIS além de traçar um perfil do mercado de trabalho formal no país é também o instrumento utilizado  pelo governo para  identificar  os trabalhadores com direito ao recebimento do benefício do Abono Salarial.

Os dados da RAIS prestam subsídios ao FGTS e à Previdência Social; permite o controle da nacionalização da mão-de-obra; auxilia na definição das políticas de formação de mão-de-obra; gerando estatísticas sobre o mercado de trabalho formal.

Os dados completos da RAIS 2013 estão disponíveis na páginA do MTE, no link http://portal.mte.gov.br/portal-mte/rais/


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Aécio se foi?


20 de agosto de 2014 | Autor: Fernando Brito

Qual o significado da fraqueza e do amadorismo dos primeiros programas de televisão das candidaturas de oposição, ontem?

No caso de Marina, está claro que refletem as dificuldades formais da nova candidata do PSB, onde é preciso ajeitar uma situação impensada e uma convivência que era garantida essencialmente pelo domínio que Eduardo Campos, formalmente, exercia sobre sua vice.

Mas o que ocorreu com Aécio?

O PSDB, por meios e experiência, teria condições de se apresentar de forma muito mais profissional e eficiente na propaganda.

O vídeo quase “doméstico” com que se exibiu revela muita coisa.

Há uma grave crise instalada em sua campanha.

Embora não há pesquisa registrada oficialmente, proliferam os levantamentos que indicam que, hoje, sua desvantagem para Marina vai bem além do 1% que registra o Datafolha.

O desempenho de Aécio, ontem, no programa eleitoral, só não gerou uma crise pública porque o PSDB já o dá como desenganado.

Aqui no Rio, o “Aezão” virou o “Aecinho”.

Porque o verdadeiro partido de Aécio, o da mídia, se bandeou de lado.

Ou o “núcleo duro” do PSDB o socorre – e falo aí em Fernando Henrique e José Serra – o socorre ou também o abandona.

Mas a opção precisa ser rápida e o terreno, ao lado de Marina, é movediço demais para dar-lhes segurança de um salto.

À medida, porém, que Aécio afunda, haverá coragem para saltar.

Ou, discretamente, apenas sair de sua nau sem rumo.


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