2

São Gonçalo do Amarante - CE - Domingo 26 de Setembro de 2021 - Ano: XIII - Edição: 4.724

Para "queimar" André Mendonça, Alcolumbre mostra a senadores dossiê de encontro com Dallagnol

André Mendonça e Deltan Dallagnol (Foto: Marcos Corrêa/PR | Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados)

Enquanto André Mendonça tenta se desvincular da Lava Jato, Alcolumbre segue na ofensiva para derrubar a indicação do ex-AGU no Senado

26 de setembro de 2021

Revista Fórum - Disposto a barrar a qualquer custo a indicação do “terrivelmente evangélico” André Mendonça à cadeira deixada por Marco Aurélio Mello no Supremo Tribunal Federal (STF), o senador Davi Alcolumbre (DEM-AP) tem usado uma estratégia que assusta os colegas da casa.

Segundo informações de Lauro Jardim, no jornal O Globo, Alcolumbre tem carregado à tiracolo e mostrado a seus pares um “dossiê” que mostra uma reunião de Mendonça com o então chefão da Lava Jato de Curitiba, Deltan Dallagnol.

O documento tem feito com que cada vez mais senadores desistam de levar à corte o indicado de Jair Bolsonaro (Sem partido), que já ouviu do próprio Alcolumbre que Mendonça não terá votos para chegar ao STF.

Brasil 247

[ Leia completa ]

Luciano Huck lamenta miséria e internautas lembram que ele apoiou o golpe e depois Bolsonaro

(Foto: Reprodução)

"Precisamos de um projeto de país, de união, liderança e trabalho sério", pediu o apresentador da TV Globo após apoiar a derrubada de Dilma

26 de setembro de 2021

O apresentador da TV Globo Luciano Huck foi criticado nas redes neste domingo (26) depois de comentar o aumento no número de famílias vivendo na miséria.

"Temos de desengatar a marcha à ré. Precisamos de um projeto de país, de união, liderança e trabalho sério. É necessário aumentar a confiança dos brasileiros e do mundo no Brasil. Só assim vamos romper com a pobreza hereditária e superar a miséria", escreveu Huck.

Internautas, no entanto, lembraram que o apresentador apoiou o golpe contra a ex-presidente Dilma Rousseff em 2016 e, na campanha eleitoral de 2018, apoiou Jair Bolsonaro.

Brasil 247

[ Leia completa ]

Governo Bolsonaro chega a mil dias, instável e amador gerando crises desnecessárias que derretem a economia brasileira

"FORA BOLSONARO" no Vale do Anhangabaú em São Paulo. (Foto: @Brasil_de_Fato)

Instável e amador, o governo Bolsonaro derrete a economia brasileira. Desde o início do mandato, 100 crises já foram geradas

26 de setembro de 2021

Jair Bolsonaro completa neste domingo (26) mil dias no comando do país. Sua retrospectiva, no entanto, não é de se celebrar. Levantamento realizado pelo jornal O Globo mostra que Bolsonaro gerou, em média, três crises por mês enquanto sentado na cadeira presidencial, totalizando 100 crises ao longo do mandato.

O governo instável e amador de Bolsonaro faz com que o Brasil acumule dados negativos em diversos setores, como na Economia: o litro da gasolina é vendido a R$ 6, segundo pesquisa feita pela ANP, a conta de luz dos brasileiros não para de subir, a população se vê obrigada a reduzir o consumo de carne diante da elevação dos preços, 46 milhões vivem em casas sem renda, 27,7 milhões estão vivendo na pobreza.

Ao Globo, a historiadora Heloísa Starling, autora, com Lilia Moritz Schwarcz, de “Brasil, uma biografia” (Companhia das Letras) e professora da UFMG, declarou: "a experiência do governo Bolsonaro é inédita na História do Brasil. Estamos usando para avaliar este governo a medida e os parâmetros que usamos para avaliar o gestor público. Só que esses parâmetros não são adequados, porque o governo Bolsonaro não se propõe nem a gerir a coisa pública nem a criar um projeto de futuro para o país".

O jornal ressalta que, segundo o levantamento, "boa parte" das 100 crises do atual governo foram geradas por Bolsonaro, tendo sido a "outra parte" criada "pelo próprio entorno de Bolsonaro".

O Globo

[ Leia completa ]

Véio da Havan financiou notícias falsas sobre pandemia com ajuda de Eduardo Bolsonaro

26 de setembro de 2021

O empresário Luciano Hang, o Véio da Havan, irá depor na quarta (29/09) na CPI da Pandemia. Ele será perguntado pelos senadores sobre o financiamento ao jornalista bolsonarista Allan dos Santos, acusado de fake news, com ajuda do deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), o Zero Três, filho do presidente Jair Bolsonaro.

Deu no Jornal Nacional, edição de sexta (24/09), que conversas entre o filho do presidente da República e Allan dos Santos, investigado em dois inquéritos no Supremo Tribunal Federal, indicam que Eduardo intermediou com o Véio da Havan o financiamento para disseminação de notícias falsas sobre a pandemia.

A CPI da Pandemia assegura que políticos, empresários, sites de bolsonaritas e militantes de direita usaram a rede de disseminação de fake news — conhecida como “gabinete do ódio”– para distribuir informações falsas sobre a pandemia antes mesmo do funcionamento da comissão de investigação.

A Globo afirma que teve acesso às mensagens em poder da CPI, que exibidas pelo Jornal Nacional. A emissora não explicou como obteve esses documentos vazados.

Allan dos Santos, que hoje vive nos Estados Unidos, é investigado pelo STF por ameaças a autoridades e financiamento de atos antidemocráticos.

Segundo o Jornal Nacional, da Globo, o astrólogo Olavo de Carvalho, guru dos Bolsonaro, também participou nessa triangulação.

Véio da Havan vai depor na CPI quarta, dia 29

Está agendada para a próxima quarta-feira (29/09), às 10h, a oitiva do empresário Luciano Hang na CPI da Pandemia. Hang é acusado de pertencer ao chamado “gabinete paralelo”, grupo de apoiadores de Jair Bolsonaro suspeito de aconselhar o presidente em relação à pandemia de covid-19, promovendo ideias sem comprovação científica, como o “tratamento precoce” com hidroxicloroquina e ivermectina.

A convocação de Hang foi aprovada na quarta-feira (22/09), por requerimento do senador Renan Calheiros (MDB-AL), relator da CPI. No mesmo dia, o nome de Hang foi citado no depoimento de Pedro Benedito Batista Jr., diretor da empresa de planos de saúde Prevent Senior. Foi em um dos hospitais próprios da Prevent, o Sancta Maggiore, em São Paulo, que a mãe do empresário, Regina Hang, de 82 anos, morreu em fevereiro deste ano.

Em vídeo publicado nas redes sociais, Luciano Hang aparece dizendo que a mãe poderia ter sido salva se tivesse feito “tratamento preventivo”. Porém, o prontuário de Regina Hang no Sancta Maggiore, obtido pela CPI junto ao hospital, indica que ela tomara, sim, hidroxicloroquina e ivermectina antes da internação. A Prevent Senior vem sendo acusada por médicos de incentivar a prescrição desses medicamentos, na contramão dos principais estudos científicos realizados desde o início da pandemia.

Já internada, ela teria sido submetida a ozonioterapia por via retal, tratamento vedado pelo Conselho Federal de Medicina por falta de comprovação de sua eficácia.

Causa mortis

Além disso, embora o prontuário indique que Regina Hang teve covid-19, a doença não consta do atestado de óbito, contrariando recomendação expressa do Conselho Federal de Medicina. Hang admite que a mãe teve covid, mas negou que essa tenha sido a causa mortis, alegando que já estava curada do coronavírus.

Segundo o relator da CPI, Renan Calheiros, Luciano Hang pediu aos médicos que não revelassem que sua mãe fizera o “tratamento precoce”. O objetivo, ainda segundo Renan, seria não desmoralizar publicamente o uso da hidroxicloroquina e da ivermectina.

À CPI, Pedro Batista Jr. negou-se a responder sobre o caso de Regina Hang, invocando o sigilo médico. Porém, falando em tese, o diretor da Prevent Senior admitiu que em alguns casos o hospital Sancta Maggiore retirava a classificação de covid-19 do prontuário de pacientes que deixavam de apresentar sintomas da doença.

“Todos os pacientes com suspeita ou confirmados de covid (…), quando entravam no hospital, precisavam receber o B34.2, que é o CID [Classificação Internacional de Doenças] de covid, e, após 14 dias — ou 21 dias, para quem estava em UTI —, se esses pacientes já tinham passado dessa data, o CID poderia já ser modificado, porque eles não representavam mais risco para a população do hospital”, alegou Batista, em explicação considerada “inacreditável” pelo relator Renan.

Blog do Esmael

[ Leia completa ]

Datafolha: Bolsonaro perdeu 35% dos que votaram nele em 2018 e 23% já declaram voto em Lula

Família Bolsonaro e Lula (Foto: Reprodução/Instagram | Reprodução/Facebook)

Percentual de arrependidos é crescente e revela que muitos dos que foram manipulados nas eleições de 2018 regressaram a Lula

26 de setembro de 2021

O detalhamento da pesquisa Datafolha revela um número crescente de arrependidos entre os eleitores que votaram em Jair Bolsonaro em 2018. "Em geral, se comparado com a média da população, o eleitor de Bolsonaro tem melhor avaliação do governo e responsabiliza menos o presidente por mazelas como desemprego, inflação e crise de energia. Mas uma parte se descolou do bolsonarismo e não repetiria seu voto, chegando a avaliar o governo como péssimo, a defender impeachment e a declarar escolha por Lula", aponta reportagem da Folha deste domingo.

"O Datafolha mostra que 24% dos que elegeram Bolsonaro querem que o Congresso analise seu impeachment. Outros 73% não querem isso. Na população, a proporção é de 56% favoráveis e 41% contrários. As três questões mostram que cerca de um quarto do eleitorado de Bolsonaro agora está em terreno de oposição a ele. É próximo do montante de eleitores do presidente que declara voto em Lula, num segundo turno contra Bolsonaro — 23%. A maioria repete o voto (65%), e 12% declararam voto em nenhum, nulo ou branco", prossegue a reportagem. Ou seja: ele perdeu 35% do eleitorado. 

No primeiro turno, no principal cenário avaliado pelo Datafolha, a população declara voto em Lula (44%); Bolsonaro (26%); Ciro Gomes (PDT, 9%), João Doria (PSDB, 4%), Luiz Henrique Mandetta (DEM, 3%) e branco, nulo ou nenhum (11%).

Brasil 247

[ Leia completa ]

Há “prova abundante” para o impeachment de Jair Bolsonaro, diz juíza que atuou no Tribunal Internacional de Haia

(Foto: Divulgação/Vem Pra Rua Brasil)

Bolsonaro deve sofrer impeachment por crimes de responsabilidade e contra a humanidade, opina a juíza Sylvia Steiner, que já atuou no Tribunal Internacional de Haia, que é um dos destinos do relatório final da CPI da Covid

26 de setembro de 2021

O relatório final da CPI da Covid deverá ser encaminhado ao Tribunal Penal Internacional (TPI), em Haia, na Holanda.

Única juíza brasileira que já atuou na corte (2003-2016), Sylvia Steiner acredita que há “prova abundante” para uma condenação internacional de Jair Bolsonaro e para abertura de impeachment.

Em entrevista ao jornal O Estado de S.Paulo, a juíza diz que os crimes de Jair Bolsonaro na gestão da pandemia são graves. Para ela, as provas de que o ocupante do Palácio do Planalto cometeu crime de responsabilidade são "robustas". Ela se refere ao "crime de causar epidemia, em que há provas, inclusivec ientíficas pela comparação com outros países de que se tivessem sido tomadas as medidas adequadas no momento certo nós não estaríamos chegando neste número espantoso de 600 mil mortes"

A juíza Sylvia Steiner enfatiza que houve também "desrespeito às medidas sanitárias" e isto  está muito bem demonstrado. "A prova é abundante, até porque as pessoas do governo nunca tiveram muito cuidado em não se expor".

A documentação da CPI da Covid, de 10 mil páginas, recebida por juristas, demonstra que houve realmente “um projeto, uma política propositada de gerar aquilo que vulgarmente se chama de imunidade de rebanho". De acordo com a juíza, "sendo uma política, é um elemento de contexto de crime contra a humanidade".

"A grande diferença é que, depois dessa análise, percebe-se que não era simplesmente ignorância, incompetência e falta de conhecimento. Foi a implementação de uma política de que uma suposta infecção da população geraria um resultado positivo. Isso é uma política, um ataque. Não se usa uma população como cobaia de um teste; isso, em tese, é um crime contra a humanidade".

Sylvia Steiner também se mostra convencida de que Jair Bolsonaro cometeu crime de responsabilidade, pela violação de garantias individuais. Quanto ao processamento do relatório da CPI da Covid, ela acredita que "vai ser encaminhado para o Ministério Público e à Presidência da Câmara". E manifesta concordância com a opinião do professor Miguel Reale Jr. de que é necessário modificar urgentemente a legislação que deixa a decisão de tramitar ou não o processo de impeachment exclusivamente na mão do presidente da Câmara. Essa opinião foi defendida também pelo relator da CPI, senador Renan Calheiros.

Brasil 247

[ Leia completa ]

Governo Bolsonaro leva 2 milhões de famílias brasileiras à extrema pobreza

(Foto: Reuters)

Pelo menos 2 milhões de famílias brasileiras tiveram a renda reduzida e caíram para a extrema pobreza entre janeiro de 2019, quando Bolsonaro tomou posse, e junho deste ano. Total de pessoas nessa condição é de 41,1 milhões

26 de setembro de 2021

Pelo menos 2 milhões de famílias brasileiras caíram na extrema pobreza entre janeiro de 2019, quando Jair Bolsonaro tomou posse, e junho deste ano.

Os dados são do Cadastro Único do governo federal, o chamado CadÚnico, que aponta para um aumento mês a mês de pessoas na miséria desde novembro de 2020.

Reportagem do UOL publicada neste domingo (26) aponta que em dezembro de 2018, durante o governo Michel Temer (MDB), havia 12,7 milhões de pessoas na pobreza extrema. Dois anos e meio depois e com Jair Bolsonaro na Presidência, esse número chegou a 14,7 milhões em junho de 2021.

O número de junho é o maior de famílias na miséria desde o início dos registros disponíveis do Ministério da Cidadania —a partir de agosto de 2012— e representa 41,1 milhões de pessoas. Há ainda 2,8 milhões de pessoas na pobreza, ou com renda per capita de R$ 90 a R$ 178 mensais.

Brasil 247

[ Leia completa ]

"Estupro na Record": fãs de "A Fazenda 13" pedem expulsão de Nego do Borel após abuso sexual contra modelo

Nego do Borel e Dayane Mello (Foto: Reprodução)

O cantor tentou forçar uma relação sexual com a modelo Dayane Mello, que estava visivelmente bêbada

25 de setembro de 2021

Fãs do reality show da Record "A Fazenda 13" estão revoltados com o cantor Nego do Borel. Circulam nas redes sociais vídeos que mostram o artista forçando uma relação sexual com a modelo Dayane Mello, em um momento em que ela estava visivelmente bêbada.

Na manhã deste sábado (25), o termo "Estupro na Record" estava entre os mais comentados do Twitter no Brasil.

Durante a madrugada, Dayane Mello se deitou com Nego do Borel e causou preocupação nos outros participantes. MC Gui, Solange Gomes e Tati Quebra Barraco, por exemplo, alertaram o cantor para não agir sem a modelo estar consciente para "não dar problema".

Dayane estava tão embriagada que precisou de ajuda para se vestir.

Pelo Twitter, a equipe da modelo se manifestou sobre o episódio: "isso é inaceitável! Dayane completamente inconsciente e sem nenhuma faculdade de suas ações. Nada justifica! As devidas providências serão tomadas com imagens, vídeos, falas e ações de tudo que vimos, assim que conseguirmos entrar em contato com os responsáveis. Pedimos e esperamos uma ação por parte da emissora. Isso é sério! Não se calem, não silenciem. Denunciem".

Brasil 247

[ Leia completa ]

Renan Calheiros promete novidades sobre fake news após revelação sobre Luciano Hang e Allan dos Santos

Renan Calheiros e Bolsonaro discursando na ONU (Foto: Pedro França/Agência Senado | REUTERS/Eduardo Munoz/Pool)

"As fake news foram a causa de muitas mortes", diz o senador que é também relator da CPI da covid-19

25 de setembro de 2021

O senador Renan Calheiros (MDB-AL) prometeu novidades após a notícia de que o empresário bolsonarista Luciano Hang patrocinou um esquema de fake news e ataque às instituições coordenado pelo blogueiro bolsonarista Allan dos Santos. "As fakes news foram causa de muitas mortes. A CPI sabe do macabro Gabinete do Ódio: muitos pagos com dinheiro público. Novidades virão", disse Renan, que é relator da CPI da covid-19.

Brasil 247

[ Leia completa ]

Banho frio, luz de vela, fogão a lenha, subir escadas, Bolsonaro dá marcha à ré de 100 anos na história


O Brasil do presidente Jair Bolsonaro voltou cem anos na história, aos tempos dos coronéis e da semiescravidão, do país agrário, sem infraestrutura, desindustrializado. Imagine-se no ano de 1921

25 de setembro de 2021

“Se puder apagar uma luz na tua casa apaga, eu peço por favor. Não use elevador. Tomar banho é bom, mas se puder tomar banho frio é muito mais saudável, ajuda o Brasil. A gente pede a Deus que agora em novembro, final de outubro, venha chuva para valer no Brasil. Para que a gente não tenha problema no futuro, que podemos ter problema no futuro”, implorou Bolsonaro nesta quinta (23/09) durante a live semanal.

Não é verdade que somente a crise hídrica, a fala de chuva, que ameaça os brasileiros de apagão. A culpa é do governo que desinvestiu e privatizou companhias de energia. O mesmo fenômeno vivem governos estaduais e municipais que privatizaram companhias de água e esgoto, a exemplo da Sanepar, no Paraná, que deixou de investir na captação, tratamento e distribuição de água para maximizar lucros de sócios privados e fundos de especulação.

As tarifas de água e luz, embora esses insumos estejam em racionamento, continuam subindo para garantir o lucro dos parasitas –que o governo carinhosamente os chama de acionistas.

Ademais, nas cidades da região do Sul, onde as temperaturas são baixas, é impossível dar ouvidos atender ao pedido presidencial de tomar banho frio.

“Até faço um pedido para você agora. Se tem uma luz acesa a mais na tua casa, por favor apague. Nós estamos vivendo a maior crise hidrológica dos últimos 90 anos. Se você puder apagar uma luz na tua casa, se puder desligar o teu ar condicionado. Se não puder —está com 20 graus?— passa para 24 graus, gasta menos energia”, insistiu na mentira Bolsonaro na transmissão de ontem.

Além do apagão de energia, que traz de volta a luz de vela, e falta de água nas torneiras, que resgata o velho poço no quintal, os brasileiros desempregados e sem renda estão recolhendo gravetos para cozinhar o pouco que tem; ao invés do gás de cozinha, entra em cena o fogão a lenha, os acidentes com queimaduras; ao invés do elevador, a volta das escadas [imagine um prédio de 66 andares, como o Infinity Coast, de Balneário Camboriú, em Santa Catarina].

A carestia é outro momento triste proporcionado pelo governo Bolsonaro: as pessoas passam fome, não tem dinheiro para a cesta básica, e são obrigado a disputar ossos e carcaças nos açougues e frigoríficos.

O que Jair Bolsonaro tem a oferecer ao futuro do Brasil, além desses retrocessos e atrasos conhecidos? Nada.

Bolsonaro deu marcha à ré de 100 anos na história do Brasil.

Blog do Esmael

[ Leia completa ]